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Juízo final: dom José Francisco Falcão deseja a morte do cantor Caetano Veloso

As grandes crises revelam traidores e inimigos, muitas vezes com decepção e dor.

Durante a pavimentação do golpe empresarial-militar, torturador, assassino e entreguista, igrejas se colocaram e em apoio à rota das calúnias, das mentiras e até dos torturadores e bandidos covardes dos porões da ditadura.

Quando o terror se abateu sobre o Brasil, na madrugada do dia 1º de abril de 1964,  os Bispos e Cardeais da Igreja Católica Romana se dividiam entre os que se opunham ao golpe comandado pelos Estados Unidos, com o objetivo de impedir as reformas de base que o povo conquistava durante o governo de João Goulart e os que aderiram desde a primeira hora aos horrores, contando com capelães militares, padres e bispos que defenderam a onda chamada “marcha da liberdade” contra um fantasma, produto das mentes doentias e psicóticas dos golpistas. Vociferavam com ódio que o Brasil se encontrava à beira comunismo.

Pastores evangélicos também fizeram sua adesão aos crimes hediondos que os torturadores fizeram contra bebês, mulheres, jovens até idosos, submetendo-os a constrangimentos como ratos nos órgãos genitais, urinas sobre suas cabeças e abusos sexuais com estupros e até com perfurações com cabos de picaretas e facões.

A partir daí, com o apoio e as orações heréticas dos vermes e ratos de igrejas, nosso país afundou numa longa noite de trevas de 21 anos.

Pois é, quando pensávamos nunca mais ver cristãos se afastarem tão grotesca, desumana e vergonhosamente dos ensinos de Jesus eis que que um bispo da Igreja Católica Romana, decretando a falência do cristianismo e tornando as igrejas antros de farsantes e hipócritas, numa missa em Brasília, desejou a morte de Caetano Veloso, que foi preso e exilado pela ditadura criminosa.

Neste domingo, 31 de março de 2019, dom José Francisco Falcão, numa amaldiçoada celebração eucarística, tão herética e suja quanto seu episcopado, segundo noticia o site Brasil 247, em sua homilia “…comentou que ao se tratar de disciplina e hierarquia, até mesmo as liberdades têm suas restrições. E citou uma canção de Caetano Veloso, “É proibido proibir”. “E tem um imbecil que nos anos 70 cantou que é proibido proibir. Gostaria de dar veneno de rato para ele”.

Não há dúvidas de que independente de confissão, as igrejas, passada essa fase de trevas e barbárie, descobrirão que entraram eticamente em colapso. Que não terão razão para continuar a existir como suporte moral da escumalha nazifascista.

Assim como padres, bispos e até cardeais abandonam o sacerdócio ou são expulsos por praticarem pedofilia, esse crime de lesa humanidade, muitos também serão jogados no lixo da história por serem traidores, covardes, mesquinhos e podres por apoiarem ditaduras do tipo da sanguinária e fascista que ensanguentou e sujou nosso país e também os que apoiam coisas diabólicas e satânicas como Jair Bolsonaro.

Tudo faz crer que na cosmovisão de pessoas como o “seo” José Francisco fé e amor e respeito ao próximo não tem nenhuma relação. São mundos hipócrita e socialmente intocáveis e dissociados. O que vale é os interesses econômicos da burguesia que ele defende e dos reacionários de direita dos quais se faz um.

Esse “seo” José Francisco Falcão deveria ser expulso do episcopado e do sacerdócio por ser criminoso e de índole assassina.

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