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Justiça nega liberdade a mãe de 5 filhos que furtou Coca-Cola, Miojo e suco em pó de supermercado enquanto Paulo Guedes e a família Bolsonaro roubam milhões

Li no G1 que uma juíza, sentada em seu “trono” numa sala confortável com ar condicionado, água gelada, café, lanches, com segurança pessoal, recebendo altos salários enquanto funcionária pública mandou prender uma mulher sob a alegação de que furtara uma garrafa de coca cola de 600 ml, dois pacotes de macarrão Miojo e um pacote de suco em pó num supermercado na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo.

A mulher, que oferecia “grande risco” à paz burguesa de São Paulo e do Brasil, durante o ato da prisão gritou sob sofrimento: “Roubei porque estava com fome.”

“Apesar de o defensor argumentar que STF já reconheceu ilegalidade da prisão de quem furta para saciar a fome, para a juíza, histórico de furtos da mulher justifica prisão preventiva”, escreveu o jornalista Rodrigo Rodrigues, g1 SP.

No país no qual a justiça, o Congresso Nacional, os movimentos sociais e a  mídia ignoram os milhões de reais roubados em impostos pelo pinochista ladrão Paulo Guedes e pelo liberal procedente da ditadura militar de torturadores e ladrões, Roberto Campos Neto, também pela primeira dama miliciana Michelle Bolsonaro no arranjo de financiamentos aos seus amiguinhos e compadres pela Caixa, com filhotes de sua excrescência miliciana Jair Bolsonaro, os rachadinhas bozos,  manchados até às imundas almas, a mulher foi presa pelo danos enormes que impôs a um supermercado no valor “imenso”  de R$ 21,69.

Enquanto os familiares e ministros do governo genocida do mercado –  sim do mercado golpista neoliberal que só dá ao Brasil coisas como Bolsonaro e Paulo Guedes – passeiam  livres, afrontam a justiça e esmagam o povo brasileiro uma mulher, mãe de 5 crianças, por furtar alguns poucos produtos de um supermercado dos grandes negócios com alimentos, verdadeiros ladrões populares, engrossará as prisões de mais de um milhão e meio de pobres, negros e inocentes sem direito a defesa e ao reconhecimento de sua humanidade.

“O caso foi parar na Defensoria Pública do Estado de São Paulo, que pediu o relaxamento da prisão da mulher, visto que ela tem cinco filhos com idades de 2, 3, 6, 8 e 16 anos.

No pedido, o defensor público argumenta que o Supremo Tribunal Federal (STF) já reconheceu a ilegalidade da prisão de pessoas que furtam produtos de valor irrisório para saciar a própria fome, conhecido nos tribunais como “princípio da insignificância” ou “estado de necessidade”.

“O Código Penal considera em estado de necessidade quem pratica o fato criminoso para salvar de perigo atual (que não provocou por sua vontade, nem podia de outro modo evitar) direito próprio ou alheio, cujo sacrifício, nas circunstâncias, não era razoável exigir-se. Num país que as pessoas passam fome não se pode prender uma acusada por furtar alimentos para a sua alimentação, lembrando que a indiciada possui 5 filhos menores de idade”, ‘como  afirmou o defensor’,  escreveu Rodrigo Rodrigues, g1 SP

Este é mais um caso que não deve cair na lista das notícias lidas que entram pelos olhos e somem no esquecimento. O roubo praticado por esta irmã brasileira é causado pela fome imposta pelos defensores do regime golpista que prende os pobres, que estrangula negros e os mata, a uns com mata leões,  outros a cacetadas, a ponta pés, a outros a bala, a outros são sequestrados e somem no silêncio dos sem voz e sem direitos.

Enquanto isso o genocida da economia nacional, o terrorista pinochista Paulo Guedes debocha das denúncias contra ele apelidando-as de barulho, barulho e barulho.

A única maneira de os juízes que defendem o patrimônio da burguesia, da polícia que corre para prender uma mulher mãe de 5 crianças com fome, causada pelos  ladrões do andar de cima,  ouvirem e verem pessoas invisíveis, que são presas por danos ao patrimônio roubado,  é nos unirmos na revolução.

Milhões organizados precisamos mais que gritar “roubei porque estava com fome”: temos que romper as correntes que amarram o povo na fome e na miséria.

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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https://g1.globo.com/globonews/estudio-i/video/pesquisa-revela-que-pandemia-acelerou-a-fome-no-brasil-19-milhoes-nao-tem-comida-9411477.ghtml

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