templo de jerusalém

Lideranças “evangélicas” querem Brasil submisso aos EUA no  golpe  aos direitos dos palestinos, impondo sua  embaixada em Jerusalém

Falsos evangélicos, pelos menos os ”neo evangélicos”, neopentecostais e igrejeiros eletrônicos, grupos gerados nos Estados Unidos para ajudar a delapidar os direitos sociais e a afirmação do povo na construção de um Estado social laico,  justo e inclusivo, se somam ao louco e  estrondoso Donald Trump na sua tresloucada intenção de provocar a terceira guerra mundial, agora nuclear, que alardeia a transferência da embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém, que quer como capital do sionismo nazista de Israel.

Esses falsos evangélicos, aqui no Brasil vinculados à conhecida e diabólica bancada evangélica, sem nenhuma base séria na Bíblia alardeiam  que Jerusalém  é biblicamente a capital de Israel.

Sua ignorância e má fé gritam aos céus: não explicam, por falta de honestidade intelectual e ética, que quem advoga a transferência da capital de Israel de Telavive para Jerusalém   é o grupo sionista, que fundou o Estado de Israel em 1948,  matando, desde o seu inicio, milhões de palestinos, que também contam com Jerusalém, já que são os primeiros habitantes da região e porque foram atropelados e esmagados pelo sionismo, uma vertente nazista apoiada por  Adolfo Hitler e pelos os Estados Unidos.

Os falsos evangélicos brasileiros, esses ligados aos canalhas e quadrilheiros golpistas, que enriquecem a custa do Estado brasileiro ocupando cargos nos legislativos, desde as Câmaras de Vereadores, Assembleias Legislativas, no Congresso Nacional e no ministério do quadrilheiro “ungido” por eles, o ladrão de malas de dinheiro, MiShel Temer, não têm moral nem conhecimento teológico, mas só interesse no balcão de negócios e político fundamentalistas, para dizer que Jerusalém é biblicamente a capital de Israel.

A ignorância e má fé da cambada que se diz evangélica é tamanha ao ponto de ignorar que correntes sérias de judeus dos ki’buts abominam o sionismo sangrento desse criminoso de guerra e estuprador, o primeiro ministro assassino,  chamado Benjamin Netanyahu, adorado pelo corrupto e prisioneiro “servo” do Senhor Eduardo Cunha.

Os judeus dos ki’buts se relacionam muito bem com os palestinos e reconhecem o seu direito a um Estado autônomo e soberano. São contra a política assassina aplicada pelo sionismo apoiado pelos falsos evangélicos fundamentalistas, golpistas, racistas e homofóbicos brasileiros.

Com informações da Agência BBC Brasil.

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