bolsonaro_miliciano

Linguagem dura, clara, adequada, correta e justa para descrever Bolsonaro

Pessoalmente chego até a me enojar com a postura de bom moço de pessoas ao se referirem a Jair Bolsonaro.

São irritantes as falas, tanto dos tais profissionais do jornalismo como as dos ditos de esquerda,  que se referem ao miliciano corrupto e golpista como presidente.

As raízes para tais concepções se escondem no subsolo do inconsciente  formalista das pessoas,  que avaliam que o canastrão elegeu-se  pela maioria do povo brasileiro, diplomado pelo TSE e empossado pelo Congresso Nacional. Como se isso tudo fosse sagrado e intocável pela análise e pela crítica.

Ora, ora quanta ingenuidade das “santas” que crêem em Papai Noel e em coelhinho da páscoa. Não é pelo barulhinho das urnas eletrônicas e da contagem dos votos de eleições absolutamente destroçadas e desfiguradas pelo golpe de Estado, dado pelos agentes, motivos e interesses dos mais sujos que os resultados devam consagrar a ilegitimidade dos gangsters, milicianos e criminosos.

Portanto, as eleições e todos os cerimoniais que levaram o sacripanta e toda a família ao governo não têm amparo político nem ético para que se considere este velhaco como presidente do Brasil. Não somente porque 89 milhões de brasileiros deixaram de votar nessa excrescência, mas porque todo o processo foi pavimentação das mais sujas e podres para legitimar um golpe de Estado.

Jair Bolsonaro não deve, portanto, ser chamado de presidente. Assim fazê-lo é vergonhoso para quem o diz. Pelo contrário, um ser humano vazio de quaisquer qualidades e honras não tem merecimento para sentar-se na cadeira do presidente no Palácio do Planalto. As urnas,  os atos institucionais todos são resultantes das armas dos ladrões apontadas para as cabeças dos que o empossaram.

Jair Bolsonaro é inimigo pervertido do Brasil e do povo brasileiro. Não há como tolerarmos alguém que faz tanto mal ás crianças,  com suas aspirações a que se tornem consumidoras de armas e assassinas  nem aos adolescentes e jovens,  a quem chama de idiotas úteis pelo fato de não serem covardes e marginais como ele.

Não dá, sob pena de ignorância e boçalidade dos bons moços, para considerar um assassino dos direitos d@s trabalhadores como presidente, mesmo  em nome de uma falsa e estuprada democracia.  Bolsonaro é pura farsa e fraude. É burro de transporte de nossas riquezas entregues aos assaltantes internacionais.

Até mesmo o jornalista Luís Nassif, apesar de alta competência investigativa e profissional, mas que resvala através  de textos de bom moço, não consegue suportar tanto mau cheiro da imoralidade podre de Bolsonaro,  sua família  e seus vínculos milicianos dos mais baixos possíveis. Ao explicar a ofensiva da Globo contra o desclassificado e inútil  no Planalto,  Nassif diz que claramente  que “ a gangue dos Bolsonaro é um grupelho criminoso da, digamos, ralé. Nasceram ligados às milícias, que operam o controle de serviços, como tv a cabo, venda de gás, transporte clandestino, etc…, em bairros da periferia do Rio de Janeiro. O líder sempre foi um político do baixo clero, acostumado a pequenos crimes, como a extorsão de servidores públicos lotados em seu gabinete ou dos filhos. A maior parte dos funcionários lotados em seus gabinetes é fantasma. Recebiam salários com dinheiro público na condição de devolver parte substancial aos empregadores, via Queiroz, aparentemente operador financeiro da quadrilha. Uma vez arrecadada dos salários de fantasmas, a verba era redistribuía para os chefes, inclusive a esposa de Bolsonaro”, diz impaciente Luís Nassif.

Bolsonaro, sua família e a ralé miliciana são reconhecidamente marginais, macabros e bandidos assassinos. É isso que temos à frente do governo brasileiro e não um presidente.

Para resolver isso o povo se levanta em processo de organização, que precisa ser aprofundado para que o movimento transcenda eleições compradas, mentirosas, burguesas e aparelhadas pelos piores marginais nacionais e internacionais como Steve Bannon, Donald Trump, Olavo de Carvalho e caterva.

Bom que Nassif não livra os eleitores dessa pereba. Não aceita que se digam enganados.  Pelo contrário, são cúmplices tão criminosos  e nocivos ao povo brasileiro  quanto seu ídolo marginal.

 Leia abaixo o artigo do jornalista Luís Nassif  que,  embora seja do dia 25 de janeiro de 2019, é fotografia muito próxima do que são os maus caracteres e ratos Bolsonaro.

Linguagem dura, clara, adequada, correta e justa para descrever Bolsonaro

Pessoalmente chego até a me enojar com a postura de bom moço de pessoas ao se referirem a Jair Bolsonaro.

São irritantes as falas, tanto dos tais profissionais do jornalismo como as dos ditos de esquerda,  que se referem ao miliciano corrupto e golpista como presidente.

As raízes para tais concepções se escondem no subsolo do inconsciente  formalista das pessoas,  que avaliam que o canastrão elegeu-se  pela maioria do povo brasileiro, diplomado pelo TSE e empossado pelo Congresso Nacional. Como se isso tudo fosse sagrado e intocável pela análise e pela crítica.

Ora, ora quanta ingenuidade das “santas” que crêem em Papai Noel e em coelhinho da páscoa. Não é pelo barulhinho das urnas eletrônicas e da contagem dos votos de eleições absolutamente destroçadas e desfiguradas pelo golpe de Estado, dado pelos agentes, motivos e interesses dos mais sujos que os resultados devam consagrar a ilegitimidade dos gangsters, milicianos e criminosos.

Portanto, as eleições e todos os cerimoniais que levaram o sacripanta e toda a família ao governo não têm amparo político nem ético para que se considere este velhaco como presidente do Brasil. Não somente porque 89 milhões de brasileiros deixaram de votar nessa excrescência, mas porque todo o processo foi pavimentação das mais sujas e podres para legitimar um golpe de Estado.

Jair Bolsonaro não deve, portanto, ser chamado de presidente. Assim fazê-lo é vergonhoso para quem o diz. Pelo contrário, um ser humano vazio de quaisquer qualidades e honras não tem merecimento para sentar-se na cadeira do presidente no Palácio do Planalto. As urnas,  os atos institucionais todos são resultantes das armas dos ladrões apontadas para as cabeças dos que o empossaram.

Jair Bolsonaro é inimigo pervertido do Brasil e do povo brasileiro. Não há como tolerarmos alguém que faz tanto mal ás crianças,  com suas aspirações a que se tornem consumidoras de armas e assassinas  nem aos adolescentes e jovens,  a quem chama de idiotas úteis pelo fato de não serem covardes e marginais como ele.

Não dá, sob pena de ignorância e boçalidade dos bons moços, para considerar um assassino dos direitos d@s trabalhadores como presidente, mesmo  em nome de uma falsa e estuprada democracia.  Bolsonaro é pura farsa e fraude. É burro de transporte de nossas riquezas entregues aos assaltantes internacionais.

Até mesmo o jornalista Luís Nassif, apesar de alta competência investigativa e profissional, mas que resvala através  de textos de bom moço, não consegue suportar tanto mau cheiro da imoralidade podre de Bolsonaro,  sua família  e seus vínculos milicianos dos mais baixos possíveis. Ao explicar a ofensiva da Globo contra o desclassificado e inútil  no Planalto,  Nassif diz que claramente  que “ a gangue dos Bolsonaro é um grupelho criminoso da, digamos, ralé. Nasceram ligados às milícias, que operam o controle de serviços, como tv a cabo, venda de gás, transporte clandestino, etc…, em bairros da periferia do Rio de Janeiro. O líder sempre foi um político do baixo clero, acostumado a pequenos crimes, como a extorsão de servidores públicos lotados em seu gabinete ou dos filhos. A maior parte dos funcionários lotados em seus gabinetes é fantasma. Recebiam salários com dinheiro público na condição de devolver parte substancial aos empregadores, via Queiroz, aparentemente operador financeiro da quadrilha. Uma vez arrecadada dos salários de fantasmas, a verba era redistribuía para os chefes, inclusive a esposa de Bolsonaro”, diz impaciente Luís Nassif.

Bolsonaro, sua família e a ralé miliciana são reconhecidamente marginais, macabros e bandidos assassinos. É isso que temos à frente do governo brasileiro e não um presidente.

Para resolver isso o povo se levanta em processo de organização, que precisa ser aprofundado para que o movimento transcenda eleições compradas, mentirosas, burguesas e aparelhadas pelos piores marginais nacionais e internacionais como Steve Bannon, Donald Trump, Olavo de Carvalho e caterva.

Bom que Nassif não livra os eleitores dessa pereba. Não aceita que se digam enganados.  Pelo contrário, são cúmplices tão criminosos  e nocivos ao povo brasileiro  quanto seu ídolo marginal.

 Leia abaixo o artigo do jornalista Luís Nassif  que,  embora seja do dia 25 de janeiro de 2019, é fotografia muito próxima do que são os maus caracteres e ratos Bolsonaro.

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Tentando explicar a ofensiva da Globo contra Bolsonaro

Tentando entender e explicar. 

A ofensiva da Globo contra os Bolsonaro traz à luz a intricada e sangrenta luta pelo espólio da viúva.

Vou tentar explicar o que está acontecendo, com base nas informações que tenho.

  1. A gangue dos Bolsonaro é um grupelho criminoso da, digamos, ralé. Nasceram ligados às milícias, que operam o controle de serviços, como tv a cabo, venda de gás, transporte clandestino, etc…, em bairros da periferia do Rio de Janeiro. O líder sempre foi um político do baixo clero, acostumado a pequenos crimes, como a extorsão de servidores públicos lotados em seu gabinete ou dos filhos. A maior parte dos funcionários lotados em seus gabinetes é fantasma. Recebiam salários com dinheiro público na condição de devolver parte substancial aos empregadores, via Queiroz, aparentemente operador financeiro da quadrilha. Uma vez arrecadada dos salários de fantasmas, a verba era redistribuía para os chefes, inclusive a esposa de Bolsonaro.
  2. A força da chegada do clã em Brasilia, precisamente no Palácio do Planalto, amparado em milhões de votos e aliançado com militares e Sergio Moro, provocou um abalo no tradicional sistema de divisão dos cofres da União, que cada quadrilha tem acesso, algumas instaladas desde o império. Explico. Existem no governo federal territórios ocupados por antigas quadrilhas muito bem estruturadas e infiltradas, que dão acesso as gordas tetas dos grandes cofres públicos, como Petrobras, Bancos do Brasil, Caixa e BNDS, ou das grandes licitações do Ministério da Educação, Saúde, Transporte, etc… A maioria o pt não teve coragem de enfrentar. Com algumas, se aliançou, como a do PMDB de Temer, Geddel e Cunha, que mamavam há trinta anos nas tetas do Ministério dos Transportes. 
  3. Os Bolsonaros, é obvio, querem sua parte. E querem muito. Mas são amadores e foram com muita sede ao pote. O senador eleito pelo Rio, Flavio Bolsonaro, ficou responsável pelas operações dos interesses da família e das outras gangues aliadas. A cada uma foi garantida uma parte do botim. São militares, agentes da justiça, lideranças de partidos nanicos do baixo clero e empresários, cada um buscando se posicionar para agarrar sua teta.  Só que a velha turma não vai deixar isso fácil. São bilhões que estão em jogo. Amadores, e muito mal assessorados, a gangue da primeira família foi convencida a partir para um enfrentamento com a Globo, dona de um quinhão que gira em torno de setenta por cento das verbas de publicidade do governo, inclusive das empresas estatais. Bilhões e bilhões de reais. Tudo deveria ser só jogo de cena, os Bolzos xingavam a Globo, entrevistas exclusiva para o SBT e Record, mas manteriam as verbas publicitárias da vênus platinada intocável. Só que o amadorismo dos caras e suas alianças malucas com gente que não tem nada a perder, como Silas Malafaia e Alexandre Frota, precipitaram uma guerra.
  4. A Globo é uma especie de cartório que tem poder de legitimar ou deslegitimar as figuras que ascendem ao poder, principalmente se tais figuras ocupam cargos chaves nas áreas financeiras de onde saem os grandes contratos do governo. Ou na área politica, que, em última análise, são os chefes de quem assina. Enfrentar a Globo foi um mau negócio para os amadores dos Bolsonaros, que para completar cometeram muitos erros na montagem do governo. O maior deles colocar um homem de confiança da Globo no ministério da Justiça, o ex-juiz Moro.
  5. Não era para as coisas se precipitarem dessa maneira, mas a diarreia verbal da família, principalmente do presidente, que expôs publicamente o plano de aniquilar a Globo, abrindo várias iniciativas com este objetivo, forçou a família Marinho reagir imediatamente. O alvo escolhido foi Flávio Bolsonaro, operador financeiro da gangue da primeira família. Flávio é um garotão com baixo nível intelectual e visão rudimentar do funcionamento dos grandes esquemas da República. Foi tragado para o olho do furacão criado pela Globo e agora está com uma faca no pescoço. Com um rastro visível de muitos erros cometidos nos esquemas criminosos de baixo impacto, que até então não chamavam atenção da mídia, Flávio é uma presa fácil para Globo e aliados. Desconstruídos e acuados, o próximo passo é obrigar os Bolsonaros a negociar um rendimento sem exigências. Um dos principais aliados da Globo nesta ofensiva tem sido o Ministro Sergio Moro. É ele que está vazando as informações sigilosas do COAF sobre o Flávio Bolsonaro para a emissora.
  6. Nos próximos dias, o sangue dos Bolsonaros vai jorrar em praça pública até que aceitem sentar para um acordo, a ser costurado o mais breve possível, sob pena da situação se tornar irreversível e o pai presidente ser tragado para dentro do escânda-lo, empurrado inclusive por militares interessados em colocar o General Mourão no comando.
  7. É claro que ainda existem margens para um acordo, pelo qual a gangue dos Bolsonaros terá que se contentar com uma parte menor do que pretendiam, e se concentrar em fazer seu serviço de atacar o pt e leiloar o governo para os grandes grupos financeiros do país e do exterior.
  8. Aos poucos, os Bolsonaros vão entender que eles não governam, são só funcionário de Paulo Guedes, dos Generais havidos para empurrá-lo no precipício e da dupla Moro/Globo.
  9. Não poderia deixar de dizer: os eleitores de Bolsonaro não foram enganados. São só cúmplices desse esquema nocivo aos interesses do povo brasileiro.

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