pobres na miséria

Mais um resultado do golpe quadrilheiro: 22% dos brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza, diz estudo

Nova métrica que passou a ser usada neste mês pelo Banco Mundial para delimitar a quantidade de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza eleva de 8,9 milhões para 45,5 milhões o número de brasileiros considerados pobres –1/5 da população.

A instituição decidiu complementar a linha de pobreza tradicional –que traça o corte em consumo diário inferior a US$ 1,90– com outras duas delimitações mais ajustadas às realidades de cada país.

Uma nova linha passa a ser demarcada em US$ 3,20, representando a mediana das linhas para países de renda média baixa. A outra linha é de US$ 5,50 por dia, que corresponde à mediana das linhas de pobreza dos países de renda média alta, entre os quais se inclui o Brasil.

A parcela de pobres no Brasil, que vinha diminuindo ao longo da última década, voltou a subir em 2015, apontam os dados do Banco Mundial.

Esse é resultado da falência do capitalismo irrecuperável e sem volta. A situação piorou e se agravou elevando e degradando a vida dos pobres, que se empobrecem em todos os sentidos tendo a falta de comida como o sinal mais cruel do golpe criminoso que colocou no governo do Brasil um bando de quadrilheiros apoiados pela mídia, pelos canalhas do parlamento e pelos cúmplices covardes do judiciário.

A única saída em caráter definitivo é a luta contra o neoliberalismo, essa fachada diabólica do capitalismo concentrador de riquezas, de renda e de poder.

A marcha dos trabalhadores sem teto de São Bernardo a são Paulo, dos trabalhadores sem terra e dos movimentos sociais em sua vasta gama de diversidade são acúmulos de forças, de energia, de organização e formação profunda de quadros dirigentes  para a derrubada da casta dominante, criminosa, imoral, golpista, entreguista e desumana!

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Com informações da Folha de São Paulo.

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