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Malu Aires abre nossos olhos para o caso Ronaldinho e para a paixão usada para cegar o povo

Por Dom Orvandil.

Lendo este artigo da artista, compositora e intérprete Malu Aires, postado em sua conta no Facebook, senti a alegria de quem se percebe não solitário na indignação com esses falsos craques, malandros, corruptos, alienados e fascistóides do esporte brasileiro.

Não cultivo paixão cega e idiota por time nenhum. Já afirmei que no Brasil não contamos com times de futebol, mas com empresas neoliberais articuladas com máfias poderosas de bancos, mídia, indústria e comércio de cervejas e de artigos esportivos.

A essas empresas tudo interessa, menos o povo se quer como torcida. Esta é apenas usada como clientes de consumo e de associação do esporte que serve para alienar e ajudar a burguesia a explorar a massa trabalhadora.

Lembrarmos-nos de Pelé subindo à tribuna do Senado para apoiar a ditadura dizendo que cada povo tem o governo que merece é percebermos o quanto negros e pobres que ascendem da pobreza e da escravidão traem suas origens, vendendo-se aos senhores escravocratas.

Da mesma forma o apoio do malandro Ronaldo a Aécio Neves e em pleno atentado imperialista à soberania e à democracia do Brasil no estrangeiro afirmou que “tenho vergonha do meu país”.

Não menos vergonhoso é o  cortejo de Neymar ao miliciano Jair Bolsonaro tanto nas eleições golpistas, cujos resultados levam tudo ao desastre.

A paixão alienante e traiçoeira a times que matam jovens jogadores negros e pobres,  que são torrados em fornalhas que exalam a fumaça nazista,  cujas famílias são abandonadas e atendidas apenas com demagogia, são razões que nos alertam que a paixão popular é desviada e corrompida pelos senhores que se acham donos do povo.

Como muito bem escreveu  Malu como alerta: “… a “paixão nacional”. Apaixonados, os brasileiros nem percebem que, a cada lance e drible, são feitos de IDIOTAS. Cada passe milionário de clube a clube, é equivalente a milhões de dólares em lavagem de dinheiro do crime organizado.

Novidade? Nenhuma. Mas a paixão é cega”.

Portanto, o Brasil precisa da paixão de nosso povo como grande potencial  energético  não cego, mas poderosa força para derrubar todo o enraizado  crime organizado em que se constituiu o capitalismo, essa podridão que envenena e cega  jogadores e torcedores.

Depois de nos libertarmos do capitalismo, ah, ai sim nossas torcidas serão de paixões limpas e justas!

Leia abaixo a íntegra da denúncia profética da jovem Malu Aires.

Caso Ronaldinho:

Os irmãos Assis já são velhos conhecidos de trambiques, evasão de divisas, fraudes fiscais maquiadas de filantropia e essas maravilhas que só craques da bola fazem e nunca pagam pelos crimes.

Por isso, a “paixão nacional”. Apaixonados, os brasileiros nem percebem que, a cada lance e drible, são feitos de IDIOTAS. Cada passe milionário de clube a clube, é equivalente a milhões de dólares em lavagem de dinheiro do crime organizado.
Novidade? Nenhuma. Mas a paixão é cega.

Pois bem.

Os irmãos pilantras foram ao Paraguai onde abririam nova ONG de fachada. Mandaram fazer documentos falsos pra abertura da ONG fantasma. Marcaram encontro com a quadrilha especializada num hotel de luxo ligado a um cassino (onde malas de dinheiro entram e saem). Foram recepcionados por uma agente pilantra que encomendou até evento de fachada com crianças paraguaias, pra disfarçar o movimento.

Já estava tudo armado. O trio abriria uma “fundação” no Paraguai, para LAVAR DINHEIRO. Usando a pilantropia como disfarce, clubes, TVs (fábrica de ídolos de araque) e credenciais do governo brasileiro (Ronaldinho é embaixador do esporte, caso perguntem o que ele tanto conversa com o Bolso).

A quadrilha especializada em lavagem de dinheiro opera com um Cassino (Il Palazzo) de um brasileiro (Nelson Luiz Belotti dos Santos), lavador de dinheiro conhecido do seu Moro, desde Banestado, passando por Farsa Jato.


O dinheiro entra no cassino, vira “sorte” no jogo e sai limpo – truque velhíssimo que ninguém contesta (muito menos seu Moro).


Seu Moro quis acompanhar o caso dos pilantras que apoiam o traste que todos os pilantras ajudaram a eleger (inclusive, o traste anda falando de cassinos, no Brasil). Seu interesse, na certa, é saber até onde essa história vai respingar na sua cara (de paisagem), com doleiros e lavagem de dinheiro, desde tenra idade no crime da super-toga.

Então, meus queridos, aquelas cenas dum craque se fodendo com algemas, não é só sobre falsificação de documentos. É sobre lavagem de dinheiro, crime organizado, golpe financeiro, uso de filantropia pra bandidagem milionária e participação de “empresários” na evasão de divisas.

Agora é torcer pelo Paraguai, para que a justiça de lá faça 7×0 no time de golpistas brasileiros.
E que os irmãos pilantras padrão FIFA, depois desse péssimo lance, passem a bola pra gente descobrir quem é o juiz Moro na história dos crimes de lavagem de dinheiro no Brasil.

Ué, o que Moro tem a ver com isso?

Desde que vestiu a toga o juiz malandro opera numa Vara que atende aos crimes da tríplice fronteira. Em todas as investigações sobre crimes financeiros, passando dinheiro (através de doleiros) pelo Paraguai, Moro atuou nos casos embaralhando toda a investigação e mantendo os peixes graúdos longe dos holofotes e da justiça.

Moro foi chamado por Bolsonaro por sua maior especialidade: lavagem de dinheiro.

Isso não é um governo. É crime organizado.

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Um comentário

  1. "Malu Aires abre nossos olhos para o caso Ronaldinho e para a paixão usada para cegar o povo". Ajude-nos a movimentar o Cartas Proféticas compartilhando somente os links das postagens: http://cartasprofeticas.org/malu-aires-abre-nossos-olhos-para-o-caso-ronaldinho-e-para-a-paixao-usada-para-cegar-o-povo/

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