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Mandeta é o novo Bebiano da artilharia do ódio fascista

Por Dom Orvandil.

O cadáver de Gustavo Bebiano ainda jaz insepulto no ar, sem velório bajulado,   como cabe aos que peregrinam pelos cargos da república, mesmo não sendo “trigo limpo’, como ele, e já aparece o próximo candidato.

No dia 14 de março, portanto há poucos dias, nem um mês, escrevi sobre o morto por “” fulminante:  A máquina de crimes atropelou Gustavo Bebianno. Quem será o próximo cadáver?

 A pergunta “quem será o próximo cadáver?” nada tem a ver com misticismo nem tentativa de adivinhação, mas baseava-se na lógica que sustenta o palco usado para as cenas espetaculares dos maiores atores bandidos, assassinos e genocidas, ocupantes do governo federal.

Bebiano morreu ‘misteriosamente” num dos sítios no Rio de Janeiro,  fulminado por um “enfarto”. Morreu como João Goulart e  Paulo Henrique Amorim, fulminados sem que ninguém suspeite de seus assassinos impiedosos e ardilosos.

Outros morreram ou foram atingidos por câncer na América Latina. O grande herói Hugo Chávez foi atingido do por um câncer industrializado  pelo imperialismo. Mas Lula, Fernando Lugo, atual senador e ex-presidente do Paraguai, Dilma Rousseff, apesar dos limites sociais democratas (uma espécie de neoliberalismo disfarçado e reformista), incomodaram o poder econômico e também foram atingidos por câncer.

A máfia miliciana que a burguesia neoliberal colocou para desgovernar o Brasil – não nos iludamos com nenhum deles – é integrada por ladrões, assassinos, genocidas, traidores da Pátria e desalmados em alta intensidade, só comparada ao que ocorre nas Filipinas onde a máfia no governo metralha as pessoas nas ruas,  quando desobedecem a quarentena e o isolamento social.

Essa é a lógica que sustenta os criminosos do Palácio do Planalto, desde o “gabinete do ódio” aos ministérios, vinculada ao Congresso Nacional e a setores do judiciário, à base de muita propina e dinheiro despejado nas contas secretas por empresários do mercado.  

Sabemos que Luiz Henrique Mandetta não é trigo limpo, como não o era Gustavo Bebiano (releia aqui), mas bastou despertar inveja na cambada de milicianos e nos fascistas que berram como gado por golpe militar,  para se candidatarem a cadáveres insepultos e sem velório em plena pandemia, como a vítima enfartada mencionada.

Mandetta é bom falante, teatraliza amor à saúde e ao povo brasileiro, a orientações da OMS, de postura máscula, usando bem o discurso como ninguém no elenco dos bandidos que ajudam a elite a afundar o Brasil.

Como o coronel Ronaldo Caiado, o ruralista da UDR,  desgovernador de Goiás, que adora enunciar-se como médico, que na mente pernóstica dele é  figura de profissão de elite, como no passado colonial escravocrata, quando somente os ricos podiam mandar seus filhos estudar medicina na Europa, Mandetta também é um coronel ruralista, muito pajeado pela direita do DEM, essa excrescência partidária nascida na ditadura e louvado pela mídia golpista. Nada me engana em tudo isso.

Para ser alvo dos assassinos milicianos, dos fascistas, dos amantes do mercado, feito totalmente por genocidas, e do imperialismo da guerra não precisa ser revolucionário como Hugo Chávez, como o grande Fidel Castro, ameaço de atentados a vida toda, nem como qualquer outro que lute por amor real ao próximo, buscando  transformação estrutural,  derrubando o capitalismo, mas basta despertar ciúmes e inveja em medíocres de discursos analfabetos, truncados e agressivos como o miliciano incapaz, Jair Bolsonaro.

Ao tornar-se matéria dos computadores dos necrófilos do  “gabinete do ódio”, como o foi Gustavo Bebiano, Luiz Henrique Mandetta é candidato fortíssimo a aparecer enfartado ou “cancerado”.

O ruralista, que sempre votou contra a saúde quando deputado federal, que se cuide, pois já conta com a causa mortis armada. Além do gabinete do ódio, ele mesmo, nem poderia ser diferente, é sofrido pelo estresse causado pelas tensões e pelo medo de ser assassinado.

Contraditoriamente, Mandetta é sinal de desmoronamento da barbárie que os poderosos colocaram no depravado Palácio do Planalto. Além de ser mira aos assassinos também é observado pela burguesia para figurar nas próximas eleições como candidato de direita e neoliberal à presidência. Isso engabelaria o povo brasileiro no objetivo de dar sobrevida ao golpe destruidor do Estado, e rolo compressor dos trabalhadores e dos pobres.  

Olhemos fixamente para os movimentos manipuladores dos que usam atores para os representarem no regime de fantoches. Mandetta já é fantoche enganador – eis que da direita e do coronelismo não pode nascer ninguém que ame – e isso poderá se aprofundar diante do fracasso de outras figuras nefastas da república, já acostumadas a enganar auditórios, telespectadores e ouvintes.

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2 Comentários

  1. "Mandeta é o novo Bebiano da artilharia do ódio fascista". Ajude-nos a alavancar o Cartas Proféticas compartilhando somente a chamada e o link desta postagem e o link desta postagem: http://cartasprofeticas.org/mandeta-e-o-novo-bebiano-da-artilharia-do-odio-fascista/

  2. […] no Cartas Proféticas já definimos duas vezes (aqui e aqui) a árvore podre da qual nascem os frutos venenosos e mortíferos de Luiz Henrique Mandetta, […]

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