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Marreco também tem medo de chumbo: Sérgio Moro teme atentado! Ora, ora…

Por Dom Orvandil

O “seo” marreco de Maringá pintou e bordou enquanto chefiava, com seu comparsa Deltan Dallagnol,  a máfia golpista lava jato sem temer nada nem ninguém.

Como falso juiz, sim porque o “seo” Moro era ativista de direita a perseguir todos  os que ameaçavam a força do mercado e nunca um juiz honesto, correto, ético e justo.

Quando ativista à frente da 13ª vara federal, de primeira instância, ganhando rios de dinheiro público, auxílio moradia, proteção grossa de policiais federais, que o acompanhavam a cinemas e a bares quando o marrecava orgias com cantores contratados para espetáculos pessoais, abaixo de cerveja importada e beberagem, o “seo” Sérgio Moro não tinha nem um pingo de medo.

Usando de um posto do judiciário, com o irrestrito dever ético de ser honesto e patriota,  o “seo” Moro funcionou como traidor da pátria. Usou a lava jato como alavanca e biombo para entregar os segredos de Estado, que protegiam a  Petrobras, os interesses das maiores  empresas brasileiras do mundo para entregá-los os gringos dos Estados Unidos.

O temeroso de atentados de hoje não sentiu compaixão dos milhares de trabalhadores altamente qualificados,  que perderam seus trabalhos, suas rendas e suas pesquisas porque suas empresas quebraram  e foram destruídas pelas perseguições lavajatistas.

Nessa  situação de pânico de nossos trabalhadores o filhote da ditadura não teve medo por eles.

Quando prendeu e condenou, sem provas,  o maior cientista nuclear do mundo, o nosso brasileiro Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, engenheiro naval, mecânico e engenheiro nuclear brasileiro, vice-almirante do Corpo de Engenheiros e Técnicos Navais da Marinha do Brasil, o temeroso Moro de hoje não teve medo das condições humilhantes que impôs ao nosso gênio. Este patriota preso se sentiu envergonhado, deprimido ao ponto de tentar suicídio na prisão. Mas o marreco “encagaçado” agora não mediu o sofrimento deste patriota, de enorme folha de serviços prestados ao Brasil e à sua ciência.

Dona Marisa Letícia Lula da Silva adoeceu porque foi acuada e torturada psicologicamente pelo marreco medroso ao ponto de sofrer uma isquemia cerebral e morrer.  Morta continuou sem o respeito e sem o reconhecimento de sua inocência porque o marreco não teve compaixão da honra dela nem da de sua família. Não sentiu o medo quando seus familiares sofreram ao lado dela no leito de morte.

Quantos ainda estão condenados pelo “seo” Sérgio Medroso sem nenhuma prova de crimes ou do que ele chama hipocritamente de combate à corrupção. Mas com isso, com o frio de Curitiba, com o isolamento e com o medo deles o marreco nada teme.

Não temeu pelo povo brasileiro ao abrir caminhos para o golpe de Estado em 2016 e, depois, em pleno ambiente de guerra movida pelo fascismo, o marreco não teve medo de ajudar  a eleição do mais imoral e baixo presidente deste país, membro de milícias sanguinárias e corruptas.

No ministério do infame miliciano nada fez pela justiça aos presidiários pobres, jogados sem justiça nos calabouços miseráveis das oficinas de crimes e de tráfego de drogas. Como quem não se coloca no lugar do outro, Sérgio Moro não teve medo das mortes sofridas por muitos jovens negros e pobres nos presídios e nas periferias abandonadas deste país.

Agora o marreco de Maringá teme e treme pela possibilidade de levar chumbo. Ele ,que foi caçador cruel e desleal,  agora vira caça.

A reconhecida caça que o Fernandinho teme sempre existiu contra tantas pessoas que ele não protegeu  porque as ignorou nos medos que sofrem. Agora, como virou marreco caçado, Sérgio Moro reconhece que faz parte de um bando de criminosos vingativos.

Ele mesmo reconheceu a sujeira da qual faz parte: “certamente [tenho medo]. Sigo tendo a proteção da Polícia Federal (PF). Não gosto de falar muito nesse assunto. Isso é algo que assusta pessoas próximas a mim”, quacou o marreco.

O  marreco desplumado ainda declarou: “atacaram minha esposa e estão confeccionando e divulgando dossiês contra ela com informações absolutamente falsas. Ela nunca fez nada de errado. Nem eu nem ela fizemos nada de errado”, mentiu o facínora lavajatista.  

Não lamento por esse facínora nem desejo que seu papo seja furado a bala nem por nada. Lamento, isto sim, que exista esse sistema neoliberal podre, vertente de covardes e desonestos como ele, sua máfia lavajatista e os milicianos do desgoverno de quem ele pavimentou os caminhos golpistas e do qual  fez parte e a quem teme, como muitos dos nossos irmãos brasileiros.

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Dize-me como o povo é tratado nessa pandemia e dir-te-ei qual classe governa o teu país.

– Os ratos milicianos Bolsonaro e Ernesto Araújo fazem do Brasil epicentro do coronavirus e do fascismo.

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– O tchutchuca Paulo Guedes mata enquanto o miliciano Bolsonaro se nega a ser coveiro.

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