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Milicianos de Bolsonaro miram e atiram em famílias Sem Terra

Numa rede claramente orquestrada com táticas organizadas, originadas  na máfia do sistema financeiro, a chapa  genocida Bolsonaro-Mourão  foi absolvida por maioria do TSE para cumprir o papel sujo de dominar a economia através do Banco Central, da privatização da Petrobrás, da Eletrobrás, dos Correios etc com  a corrupção em alta intensidade nos roubos de muito dinheiro através de grupos interpostos nos ministérios, principalmente no da saúde, que virou ministério da doença e da morte, no da ciência e tecnologia, no da economia e em todos os outros que alavancam o Planalto, provocando baixa resistência e anemia nas mobilizações populares e nacionais.

O mega ladrão André Esteves, aquele canalha do áudio vazado,  em plena performance da monstruosidade da malvadeza burguesa da classe dominante que integra, além de apontar preferência pelo genocida Jair Bolsonaro, mencionou a estima dos ruralistas e do agronegócio pela agenda armada do programa do miliciano na presidência. No famoso e abjeto áudio, de um ato pornográfico com pupilos tratando do assalto à economia nacional, o colega do pinochista Paulo Guedes mencionou o medo que a burguesia rural tem do MST e seu ímpeto reformista agrário.

Não é por outra razão que milicianos de alto poder  de fogo para matar, aramados e infiltrados nas polícias, onde escala hierarquia com o objetivo de atacar, amedrontar e matar combatentes do MST, inclusive aos seus idosos e crianças.

Tudo é articulado a partir de uma única fonte, o mercado com seu sistema financeiro, seu agronegócio, seu comércio adotando jagunços e mata leões e sua indústria da morte, principalmente nas áreas de alimentos, farmacêutica, armamentos, automóveis, celulares, bebidas etc.

O ataque violento sofrido por famílias Sem Terra no município de Prado, na Bahia, neste domingo (31/10), como alvo da violência envolvendo policiais e milicianos apoiadores do chefe Jair Bolsonaro, é parte planejada pelos senhores que comandam a guerra de extermínio a partir do mercado.

Eles têm o suporte do judiciário, que achou “normal” eleger uma chapa composta por mentirosos, criminosos, torturadores e chantagistas, que se elegeram usando a inocência e as emoções do povo brasileiro.

Violências como a que atacou e amedrontou famílias na Bahia tendem a aumentar no próximo  ano, o eleitoral que ameaça a guerra promovida pelo mercado neoliberal e amante do protofascismo.

O interessante são as táticas que os assassinos e criminosos usam nas práticas da barbárie:  bandos fortemente armados efetuam disparos com alvos aparentemente imprecisos, mas mirando casas e carros, no caso em pauta, incendiando três ônibus usados pelos combatentes. Esta tática é clara no objetivo de barrar a mobilização dos militantes e seus familiares.

A nota publicada pelo MST narra que o bando de criminosos milicianos e fascistas, policiais e civis apoiadores do miliciano Jair Bolsonaro, eram “…fortemente armados, que atiraram em direção aos trabalhadores que estavam reunidos no momento de uma assembleia”, explica o editor Yuri Simeon .

Exatamente isso, atirar em pessoas reunidas em assembleia é de estratégia explícita: objetivam intimidar, desorganizar pelo medo, esmagar a disposição de luta, impedir o avanço na luta pelo direito à terra como fonte de vida e de trabalho, barrar a produção coletiva de alimentos e de animar populações inteiras a entrar na luta.

Tudo é orquestrado e organizado. A harmonia com o mentiroso, suas mentiras e violências de seus jagunços ao tratarem com brutalidade e falta de respeito os jornalistas é parte da mesma origem e dos mesmos objetivos.

É preciso que reconheçamos o paredão engenhado e pesado que se move fortemente sobre todos nós. Reconhecermos para não ignorarmos nem nos intimidarmos; para que nos organizemos harmonizadamente, sem inocência, sem sermos tomados e travados pelo medo diante dos ataques que vêm e que acontecerão ainda mais brutais e sanguinários. Mais do que natural,  a nossa resistência será absolutamente justa, correta e necessária, mas sem inocência, livres de voluntarismos, de ilusão com campanhas e preitos eleitorais, situação piorada sob  a justiça eleitoral dominada pela laia de André Esteves e de todo o mercado, que nos dá o que ofereceram aos nossos irmãos e à nossas irmãs do Assentamento Fabio Henrique: ameaças, medo e morte!

Apoio amplamente a nota do MST Nacional, postada abaixo, e o faço em nome do Site e do Canal Cartas Proféticas e da Igreja Católica Anglicana.

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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Famílias Sem Terra sofrem atentado de grupo bolsonarista armado na Bahia

Vinte homens armados fizeram trabalhadores reféns, incendiaram dois ônibus, além de realizarem diversos disparos de armas de fogo contra carros e casas no local

Na manhã deste domingo (31), famílias Sem Terra do Assentamento Fabio Henrique, no município do Prado (BA), foram surpreendidas por mais de 20 homens encapuzados e fortemente armados, que atiraram em direção aos trabalhadores que estavam reunidos no momento de uma assembleia.

Durante a ação, o grupo fez alguns trabalhadores reféns com armas de fogo apontadas para suas cabeças, enquanto exigiam que estes localizassem os dirigentes locais do MST. E ainda atearam fogo em dois ônibus dos agricultores, depredaram as casas e atiraram em 3 carros de passeio que estavam estacionados na praça da agrovila.

Vários trabalhadores foram perseguidos e tiveram que adentrar em meio de uma plantação de eucalipto, circunvizinha ao assentamento.

Para a Direção Nacional do MST o atentado faz parte de uma ação coordenada, com apoio de grupos bolsonaristas a nível local e nacional, que financiam e recrutam milicianos, com objetivo específico de atacar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.

Alguns indivíduos que participaram do atentado foram identificados pelos trabalhadores. São indivíduos ligados aos grupos bolsonaristas na região e que frequentam o Casarão Brasil, espaço de articulação bolsonarista e de promoção fakenews, localizado em Teixeira de Freitas (BA).

O MST está em contato com Secretaria de Segurança Publica da Bahia, que está ciente dos fatos e acompanhará o caso. A Policia Militar está no local. Um Boletim de ocorrência foi registrado.

*Edição Yuri Simeon

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