Luta pela terra

MOVIMENTOS SOCIAIS DEFENDEM DECRETO QUE REGULAMENTA TERRAS QUILOMBOLAS

Nesta conjuntura de golpe e de desprezo pela justiça social por parte do mercado neoliberal e desumano a palavra chave é “luta”. Não há outro caminho.

Vê-se luta em vários setores nacionais e sociais no enfrentamento do golpe de Estado que se abate concreta e destrutivamente sobre os mais pobres e vulneráveis, que dependem do Estado para preservar a qualidade de vida.

O jornalista Ricardo Borges narra a luta no âmbito de parlamento federal na defesa das terras dos quilombolas que o governo golpista e o latinfúndio querem roubar deste povo, que seria jogado na miséria e na desumanidade.

“Parlamentes e representantes de entidades ligadas ao movimento negro e em defesa dos povos tradicionais que participaram de debate no Senado nesta quinta-feira 10 para discutir direitos da população remanescente dos quilombos se manifestaram favoráveis à manutenção do Decreto nº 4887/2003, editado pelo ex-presidente Lula, que regulamenta o processo de identificação e titulação das terras ocupadas por remanescentes dos quilombos. O debate aconteceu na Comissão de Direitos Humanos do Senado, a pedido da senadora Fátima Bezerra (PT-RN)”, escreveu o jornalista.

“No Brasil, a terra passou a ser mercadoria, moeda de troca, para latifundiários cometerem todos os tipos de crimes ambientais. Mas, para nós, quilombolas e indígenas, a terra não é isso. Somos nós quem defendemos o meio ambiente. Somos nós quem cumprimos a função social da propriedade. Somos nós que produzimos de forma sustentável e estamos há séculos nessas terras. Estamos aqui para lutar por nossos direitos”, afirmou a quilombola Lidiane Apolinário, da comunidade de Acauã, no Rio Grande do Norte. “Desde a emissão da posse da terra, nós conseguimos 50 casas pelo Programa Minha Casa Minha Vida. Estamos criando também caprinos, através do Pronaf, e produzindo mandioca, milho e feijão”, afirmou.

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