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Não é por acaso que Lula denuncia os picaretas Moro e Dallagnol como colaboradores dos Estados Unidos

Aqui neste blog sempre recolhemos as mais sérias e abalizadas análises políticas, com provas robustas dos compromissos corruptos e de traição à pátria pelos lavajateiros sujos e golpistas.

Sérgio Moro, com imensa e deslavada cara de pau, o mentiroso mor do Brasil que, no auge da canalhice, montou processo contra Luiz Inácio Lula da  Silva copiando e colando  editoriais e notícias do jornal O Globo. Contou, para condenar o ex presidente,  com delações falsas de gente comprada para prestar esse serviço imundo.

Não ficou para trás o comparsa e “santo” pastor Deltan Dallagnol, de uma Igreja Batista de Curitiba, que se tornou conhecido por ser algoz perseguidor de Lula,  mentir contra ele e, por isso, ser convidado para conferir palestras altamente remuneradas.

Em entrevista ao jornalista Jens Glünsig, da revista alemã Der Spiegel,  Lula não poupou os canalhas Sérgio Moro e Deltan Dallagnol.

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A consciência de Lula amadureceu para o fato das traições daqueles funcionários públicos e para denunciá-los à mídia internacional. E o fez dentro da masmorra onde o fascismo o mantêm preso desde há mais de um ano em Curitiba.

As razões da denúncia profética de Lula não são apenas de ordem intencional nem por causa de sua revolta com a injustiça bárbara de ser preso em face da eminência de sua eleição à presidência no primeiro turno em 2018, não fosse o golpe pavimentado pelo analfabeto “doutor” Sérgio Moro e os comparsas da lava jato.

Lula denuncia o golpe de sua injustiça porque a correlação de forças começa a mudar. Isso o levou a superar o discurso surrado e cínico de setores do PT de confiança no judiciário e do reconhecimento da inocência dele. Lula reconhece que a gangue golpista com Moro começa a tremer nas bases e a sinalizar queda. Por outro lado, o vulcão popular – como o definiu José Dirceu – sinaliza entrar em erupção.

Internacionalmente os povos sabem que Lula é preso político, perseguido pelos mais politicamente incapazes, pelos traidores da pátria, pelos inimigos dos trabalhadores e dos programas sociais, num projeto nacional e de política internacional que poderia aprofundar as relações democráticas no desenvolvimento e distribuição de renda e de riquezas no Brasil.

Lula demonstra em sua entrevista a Jens Glünsig que sua compreensão sobre essa realidade se afina com a verdade. “As elites americanas e brasileiras são contra que 75% dos royalties fossem investidos na educação, para que o Brasil finalmente superasse um atraso de 200 anos. Com isso, a gente conseguiria financiar pesquisa, tecnologia e o sistema de saúde. Por isso derrubaram a Dilma. Por isso seguiram-se todas as manobras ilegais para impedir que eu fosse candidato. Eles sabiam que eu seria eleito mesmo que concorresse da prisão. O procurador Deltan Dallagnol, que me perseguiu, é uma marionete do Departamento de Justiça dos Estados Unidos”, denunciou o ex-presidente.

Acesse no link abaixo e leia a parte liberada pelo Instituto Lula da entrevista com o ex presidente.

“Dallagnol é uma marionete do Departamento de Justiça dos EUA”, diz Lula

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