urubu nacinal

Não são tragédias, mas o ninho do urubu que atinge todo o Brasil, com devastações do ódio e da morte

Querida e grande irmã-companheira Ângela Mendes, Rio Branco, Acre.

Li com emoção e indignação a nota do Instituto Chico Mendes sobre o bufão ministro (com “m” minúsculo, como destacas), o “seo” Ricardo Salles, do meio ambiente.

A tua análise foca corretamente a calúnia e a ignorância grosseira do “seo” Salles, este  produto exterminador da classe dominante à qual ele serve.

Ricardo Salles, na verdade, se considerarmos a justeza da análise, está no lado certo. O dos delinquentes do país, dos que fazem a opção preferencial e absoluta pela traição à Pátria, servis covardes e alienados do imperialismo avassalador que são.

A partir das destruições promovidas pelo neoliberalismo, notadamente apátrida e antipátria, antinacional, antipovo, antidemocracia, antisoberania e antiecológico,  faz desse desgoverno miliciano e corrupto, ao qual serve Salles com seu ódio a Chico Mendes e ao Brasil, a extensão do ninho dos urubus.

Jair Bolsonaro, com seus ministros (todos com “m” músculo de milicianos), faz deste país ninho de urubus com mortes e destruição para todos os lados. E olha que os urubus só começaram.

A tal “ponte para o futuro” do vampirão MiSchel Temer não era outra coisa senão incêndio no Museu Histórico do Rio de Janeiro, rompimento das barragens de Mariana, de Brumadinho, das montanhas pedregosas sobre trabalhadores e pobres do Rio de Janeiro, do incêndio no Ninho do Urubu do Flamengo, que simboliza muito bem o que se passa no Brasil e até da morte de Ricardo Boechat, com a falta de manutenção do helicóptero.

Tudo é  ninho do urubu nacional. Tudo é destruição.

A memória de Chico Mendes, para o serviçal de urubu, Ricardo Salles, deve se incluir na devastação a que se propõe o desgoverno miliciano “queiroguiano”.

Sabemos, amiga Ângela, que Chico Mendes é imortal porque a classe trabalhadora, amorosa com a ecologia, à qual pertence o maior ecologista do Brasil, também é eterna. Mas também somos conscientes de que gente da pequenez do “seo” Ricardo Salles, o antiministro da ecologia, bem como todo o seu governo miliciano fake news, em seu delírio fascistóide, se imagina imortal e que pode transformar tudo em resíduos de destruição.

Não nos iludamos, e sei que a companheira não se ilude, tudo o que o “fekenewismo” projeta é fazer de nosso país um grande ninho de urubu, sem se importar com o estado desumano de todas as devastações,  que aumentará em nossa economia, em nossa soberania e para todos os nossos direitos.

Jair Bolsonaro, no dia do rompimento das barragens de Brumadinho,  se comoveu com o abalo do presidente da Vale roubada do povo brasileiro. Mas não se comoveu e não se comoverá jamais com os trabalhadores, com os jovens e com os velhos deste país.

Tudo porque o clã Bolsonaro, Feliciano Queiróz e Ricardo Salles atuam a favor da classe dominante com seus lobbys, seus algozes, seus cassinos, seu sistema financeiro e sua aderência covarde e antipatriótica aos tiranos do imperialismo internacional.

A única postura justa que se nos impõe não é a de acharmos que tudo está certo e silenciarmos no aguardo das vítimas deste devastador e gigantesco ninho de urubu que os golpistas e o imperialismo armam todos os dias contra nós.

A dignidade clama pela denúncia, como o fizeste destemidamente, Ângela Mendes.

Mas também é necessário que a denúncia se politize coletiva e maciçamente, abrangendo o levante nacional na rejeição das causas que produzem isso que nasceu com o golpe de Estado em 2016,  que pariu esse urubu que saiu das urnas de 2018.

Mobilização popular e nacional, mais do que eleição, protestos e lágrimas pelas desgraças causadas pelo urubu mor, é o nome da indignação educativa que deve tomar conta de cada um e de todos nós.

Abraços críticos e fraternos e que ninguém solte a mão de ninguém!

Dom Orvandil.

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