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Não será The Intercept nem o grande Gleen Greenwald que expulsarão do governo os delinqüentes neoliberais e golpistas

Prezado Prof. Dirceu Orth, de Tangará da Serra, MT

Numa conjuntura de decadência capitalista, que funciona como palco para os idiotas inúteis, atores de baixa qualidade no que tange ao material neuronal que integra a “inteligência” paupérrima e preguiçosa, membros de governos fascistas e sociopatas, verdadeiros paus de arrasto do imperialismo, é animador contar com sua amizade nobre em cultura e busca, querido professor Dirceu.

Apesar de o submundo saído dos esgotos, numa explosão de inversão de valor, com a imundície tomando salas e corredores das instituições judiciais, os espaços de governo e do parlamento, com  o povo brasileiro  submetido a lixos que ameaçam as crianças a trabalhos pesados,os velhos de serem assassinados cedo pelo esgotamento do trabalho sem direitos e sem aposentadoria,  é bom saber de sua postura na luta pela educação, querido professor Orth.

O amigo, critico e atento aos fatos que pululam o desmonte do Brasil, acompanha sensível o material que a vaza jato, como fábrica de provas a demonstrar os crimes dos delinqüentes da republiqueta cloacal de Curitiba e o grasnar do marreco delinqüente, criminoso e traidor da Pátria, chefe treinado para pavimentar o golpe de Estado a favor dos negócios torpes da máfia predatória internacional.

Os detalhes dos vazamentos justos de um trabalho jornalístico científico abismam pela força das minúcias que fazem provas, mas não surpreendem pela  já sabida ação de sabotagem impatriótica e desonesta do grupelho sujo que assaltou a república brasileira.

Não cabe cair de pau na  manipulada,  “coxicizada”  e inculta opinião pública, vítima de mídias igualmente desonestas,  cloacais e de rebanhos dominados por coronéis ditos religiosos a serviço dos crimes fascistas. O que cabe é a disputa de ideias e construir apoios para a derrubada da sujeira toda que infesta a nação e a sociedade.

Portanto, meu caro professor Dirceu, o grande trabalho do jornalista Gleen Greenwald tem o mérito da demonstração de provas cabais, irretocadas e indesmentíveis de que Sérgio Moro, que nunca foi juiz  de fato nem é ministro, mas sim é criminoso de alta periculosidade pela intensa demolição do país, da justiça e da resistência estrutural de nossas empresas, por ser chefe de facção mafiosa.

Mas Greenwald não fará mais do que o excelente e justo jornalismo. A tarefa, porém,  de expulsar os marginais, bandidos e delinqüentes, que ameaçam as crianças, a educação, a previdência, a Amazônia,  a liberdade e a decência política no trato da economia, com o povo e com o Brasil,  é nossa.

O processo da derrubada e da destruição do golpe que nos arrasa e arrasta o Brasil para o abismo, para dentro do qual nem a ditadura conseguiu empurrá-lo, é nossa, é do povo brasileiro.

Esta é tarefa árdua que deve, por toda a dignidade da luta e do patriotismo genuíno, que não tem nada a ver  com a charlatanice fascista, antecipar-se  a projetos eleitorais e eleitoreiros.

Não é mais aceitável que se pense em eleições em quaisquer níveis antes de expulsarmos os ratos fascistas,  infectados e psicopatas neoliberais, autênticos infectantes sociais.

Que venham mais vazamentos em forma de textos e de áudios, que Sérgio Moro continue sua covardia a fugir de deputados, de vaias e do próprio Brasil real; que o miliciano Jair Bolsonaro seja denunciado como criminoso lesa pátria e humanidade, mas que nossas ruas e praças sejam ocupadas com o povo unido entorno de um programa mínimo de libertação deste país de sob o tacão imperialista e das manobras de seus lacaios.

Ousar lutar e ousar vencer são marcas do povo em marcha. Venceremos!

Abraços críticos e fraternos,

Dom Orvandil.

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