Plenário do STF

Não surpreende que a maioria dos brasileiros não goste de nenhum ministro do STF

Pesquisa  realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas indica alta rejeição aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em meio à pior crise política que o País já passou; segundo o levantamento, 52% dos entrevistados disseram que não simpatizam com nenhum ministro ou ministra do STF; a magistrada que recebeu maior simpatia foi a presidente da Corte, ministra Carmen Lúcia, com quem 20% disseram simpatizar; em segundo veio o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, com 5,8%, seguido do ministro Ricardo Lewandowski, com 3%; o ministro Gilmar Mendes tem a simpatia de apenas 1,6% dos entrevistados. E o ministro com menor simpatia da população, segundo o levantamento do Paraná Pesquisas, é  Dias Toffoli, com apenas 0,3%.

A pesquisa, feita com 2.640 brasileiros, indica que 52% dos entrevistados disseram que não simpatizam com nenhum ministro ou ministra do STF.

Não há como o povo amar estes ministros de um judiciário de costas para a Nação e para o povo.

Celso de Mello com a arrogância feita de discurso demagógico, falsamente erudito e vazio, de quem usa o cargo público no STF, elevadamente remunerado, para proceder vereditos de acordo com o que indica a mídia. No julgamento do mensalão, inventado pela elite dominante e golpista, não julgou, mas cuspiu fogo de ódio condenando sem provas.

Rosa Weber notabilizou-se pela irresponsabilidade quando, ao ler seu voto contra José Dirceu,  disse que o condenaria sem provas, mas com base na literatura jurídica. Faltou pouco para dizer como o fundamentalista Deltan Dallagnol, que não tem provas contra Lula, mas tem convicções.

O conservador Marco Aurélio de Mello declarou numa entrevista que o golpe civil-militar, que desgraçou e ensanguentou o Brasil, foi “uma revolução  mal necessário”.

Já Gilmar Mendes, o juiz da burguesia mais atrasada e perversa, como ser querido pelo povo brasileiro, se é notório defensor de bandidos invasores de terras, de grileiros, de assassinos de indígenas, de inimigos da reforma agraria e da democracia, mas amigo íntimo do golpista Michel Temer?

Como o ministro Luis  Roberto Barroso pode ser querido pela classe operária se demonstrou apoio às reformas trabalhistas elaboradas pelo grupo do golpista Michel Temer? Pior, Barroso disse que o lixo aprovado pelos canalhas do Congresso Nacional, verdadeira bomba letal dos direitos dos trabalhadores, era necessário porque os trabalhadores tinham muita proteção.

Não há como o povo alimentar simpatia por Alexandre Moraes, o nomeado pelo golpista Michel Temer e aprovado pelo senado dos desrespeitadores das leis, da Constituição e inimigos ferozes da democracia e dos direitos sociais.  Moraes é o típico quinta coluna infiltrado no judiciário para ajudá-lo a ser o que é o STF, base de sustentação do golpe de Estado e o principal sustentáculo de Michel Temer e da falta de respeito da maioria do povo brasileiro.

Os outros não se situam aquém nem além desses energúmenos que traíram a confiança da sociedade brasileira para fazer o serviço sujo que as forças armadas, cooptadas pelo imperialismo e pela elite conservadora, fizeram após 1º de abril de 1964.

O STF atual, virado de gostas à Nação Brasileira, é retrógrado aos moldes de ditadura Vargas, cujos terrores comandados por Filinto Müller mandou para as fornalhas de Hitler na Alemanha a grande Olga Benário Prestes; que se calou, cego e surdo, para a barbárie imposta sobre o Brasil pela ditadura de 1964, às extravagâncias neoliberais do desgoverno FHC e se cala agora;  mais, apoia omisso a farra praticada pelos que destruíram a democracia, os direitos sociais e impuseram um bando de corruptos ladrões para desgovernar o Brasil com Temer.

Se todo o povo brasileiro tivesse acesso a alienação desse STF e desse judiciário, muito provavelmente sua rejeição beiraria a 100%.

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