fariseus

Nenhuma intolerância com os evangélicos, mas com os adoradores do deus dinheiro não dá!

Há poucos dias uma senhora carioca, administradora de um grupo no what’s app, polemizou com este blogueiro ao ponto de chegar às ofensas e à falta de respeito. A motivação do libelo foram alguns ‘títulos’  – pouquíssimos, na visão deste editor   – sobre evangélicos fundamentalistas  e de atitudes fascistas. A beligerante alegou que as pessoas de seu grupo criticavam a intolerância com os evangélicos.

Por tratar-se de um grupo de alegadamente integrantes progressistas as perguntas  que este humilde escriba dirigiu à enfurecida polemizadora foram inevitáveis: “a senhora acha que eles leram os textos completos no blog para formar uma ideia como base para suas críticas?” Ela respondeu que pelo jeito só liam somente os títulos das postagens. “E a senhora leu alguma vez os conteúdos criticados por seu grupo?” A reposta foi surpreendente: “não, nunca li”. A senhora compartilhará com seu grupo a questão metodológica de honestidade intelectual da leitura contextual e completa para entender o pensamento do outro? A resposta foi excluir o blogueiro do grupo e de seus próprios contatos!

Esse é um dos graves problemas do fundamentalismo de grupos fanáticos sem racionalidade e inteligência própria  de segmentos evangélicos analfabetos funcionais:  eles não leem nada fora dos versículos arrancados a porrete dos contextos da Bíblia. Pior, são ovelhas cegas, surdas e burras de seus coronéis pastores.

Deveriam ler mais até para perceber a gravidade da ofensa ética e moral de muitos de seus coronéis picaretas, a quem se submetem como se fossem  santos pastores.

O jornalista Fernando Brito coloca a questão do deus dinheiro, o verdadeiro deus desses segmentos fascistas e emburrecidos, que esses fanáticos analfabetos funcionais deveriam conhecer melhor.

Ao noticiar e pensar a notícia da “visita” que o candidato do mercado diabólico,  Henrique Meirelles,  fez  a uma assembleia de deus no Rio de Janeiro para pedir orações pela candidatura dele, Brito mostra a desonra e a sujeira de certas igrejas evangélicas e seu papel satânico na destruição da soberania e da democracia no Brasil.

Como se sabe, o “ermão” Henrique Meirelles, banqueiro riquíssimo, é “ministro” central do goveno quadrilheiro do golpista e traidor MiSchel Temer, entusiasta da política neoliberal, rejeitada por todo o mundo,  de destruição do Estado, produtora de desempregos em massa, de miséria e violências em toda a parte do país.

Mas os “ermão” picaretas, fariseus adoradores do deus dinheiro, não estão nem um pouqinho preocupados com as injustiças econômicas causadoras de mazelas e farrapos humanos, justamente  nos trabalhaores e nos pobres. São como o seu Boneco da Escolinha do Professor Raimundo que dizia:  “eu quero é o meu”.

“O Ministro da Fazenda, que nunca adorou outro deus que não o dinheiro e fez  dos negócios a sua bíblia sagrada, é levado para receber a “bênção” de igrejas evangélicas, como a do “bispo” Robson Rodovalho, um personagem que é capaz de pérolas como a de afirmar que havia dinheiro no “Céu” e que “mulher foi feita para procriar com o esperma do homem”, escreveu muito bem o grande jornalista.

E mais: “Meirelles sobe ao púlpito sem que ninguém se lembre que ele era presidente do grupo empresarial de Joesley Batista – de cujas falcatruas nada sabia, certo? –  até pouco antes de entrar no governo de Michel Temer. O ex-patrão de Meirelles denunciou o Presidente e foi para a cadeia por conta da gravação do “tem que manter isso, viu?” da mesada de Eduardo Cunha.

Cunha, outro pregador da hipocrisia, já prestou favores a Rodovalho, em cuja igreja fez sua primeira parada no mundo evangélico. E, desgraça, não foi abandonado pelo bispo agora meirellista, que a ele se disse ligado “por laços de amizade, que até hoje permanecem”.

Amém, ermão! Aleluia ao deus dinheiro!

E arremata o colega blogueiro com sabedoria sobre os “santos” evangélicos,  pregadores do bem estar para os poderosos enquanto roubam dos pobres enganados em sua  boa fé:

– “São os mercadores da fé que, há 2 mil anos, foram tangidos do templo a chicote por um barbudinho radical. E contra os quais se insurgiu, há exato 500 anos, um tal Martinho Lutero, com as 95 Teses que foram a origem do protestantismo.

É o caso de desconfiar-se de que há gente mais próxima ao homem que despertou a ira de Lutero, o frade Johann Tetzel, a quem se atribuiu, como vendedor de indulgências, a frase famosa:

“Tão logo uma moeda na caixa cai, a alma do purgatório sai”

Leia o maravilhoso texto em sua íntegra aqui.

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