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Nesta sexta-feira: Dia Internacional pela liberdade de Julian Assange

                         Foto ilustração do Jornal Hora do Povo

Já escrevi inúmeras vezes e me manifestei no Site e no Canal Cartas Proféticas (aqui e aqui) sobre esta ferida humana, que dói profundamente no coração da humanidade, que é a violência inominável que o império americano impõe sobre o jornalista Julian Assange.

Na última minha consideração postei aqui uma carta de Christine Ann Assange, mãe de Julian.

A dor Christine deveria ser, no mínimo proporcionalmente, a mesma de toda a humanidade. “Há cinquenta anos, quando dei à luz como uma jovem mãe, pensei que não haveria dor maior, mas logo me esqueci quando segurei meu lindo bebê nos braços.

Chamei-o de Julian, mas agora percebo que estava errada. A dor é maior. A dor incessante de ser mãe de um jornalista premiado, que teve a coragem de divulgar a verdade sobre crimes governamentais de alto escalão e a corrupção. A dor de ver meu filho, que tentava publicar verdades importantes.  A dor de ver meu filho, que arriscou a vida para denunciar a injustiça, ser indiciado e privado do direito a um julgamento justo, repetidamente”, escreveu sofridamente Christine já no inicio de sua carta.

Esta mãe põe a nu tanto a razão da prisão de seu filho como a da imobilidade e insensibilidade  internacional diante deste crime bárbaro do consórcio imperialista na prisão injusta e infernal deste herói.

A causa da luta, que deveria mobilizar a humanidade inteira na derrubada das grades escuras, frias e desumanas que prendem Julian,  é a mesma que mobilizou o mundo pela libertação de Nelson Mandela e de Luiz Inácio Lula da Silva. Christiane identifica a causa ignorada: “,,,meu filho, que arriscou a vida para denunciar a injustiça, ser indiciado e privado do direito a um julgamento justo, repetidamente”.

Ao criar o site WikiLeaks Julian amontoou tijolos, pedras e terras na internet como uma poderosa barricada para contra atacar o imperialismo e suas políticas predatórias da humanidade, das nações e do meio ambiente.

A partir daquela barricada a humanidade quase diariamente acordava assombrada com os crimes dos Estados Unidos, desde a barbárie na prisão de Guantánamo no território cubano pelos Estados Unidos, à destruição do Iraque, do Afeganistão e até do golpe armado no Brasil com a java jato e seus mafiosos no judiciário, no parlamento, na mídia, no mercado e nas igrejas.

A luta contra a injustiça, usando seu dom como jornalista e seus conhecimentos dos segredos do maior  e mais bélico assaltante do mundo, fez de Julian Assange um perseguido e mártir da causa da justiça em todo o mundo.

O que revelou o grande jornalista deveria mobilizar a humanidade para evitar desgraças causadas pelos Estados Unidos como é o caso da guerra na Ucrânia, abaixo de mentiras e manipulações da opinião pública internacional.

Por isso a solidariedade a Julian Assange é do interesse de todas as pessoas de boa vontade e se constitui como causa principalmente da classe trabalhadora e de um dos seus setores, os e as jornalistas.

E a segunda dor de Christine Ann Assange é pela justiça em forma de julgamento justo a seu filho.

E aí deveriam se mover as pedras sob nossos pés:  mobilizarmo-nos na derrubada da farsa contra Julian. Isto equivaleria à solidariedade a um ser humano sob o sofrimento na mais alta intensidade e imerecido, causado por mãos e decisões injustas.

Além disso,  a solidariedade na luta por julgamento justo de Julian significa radical espírito de luta de nossa parte. Isto equivale a defendermos um companheiro, um irmão e um herói contra a barbárie imposta pelo império da guerra, denunciado pelo criador do WikiLeaks. Tal levante seria o melhor da espécie humano no exercício da musculatura no enfrentamento do deus de pés de barro.

Tem razão o jornal Hora do Povo ao anunciar que  “entidades do movimento sindical, popular e de direitos humanos dos cinco continentes convocaram para a próxima sexta-feira (25) o “Dia Internacional de Atos pela Liberdade de Julian Assange”, fundador e principal responsável pelo WikiLeaks, atualmente preso na Inglaterra.

Assange vem sendo punido pelos sucessivos governos estadunidenses por ter divulgado, a partir de 2010, centenas de milhares de arquivos do Pentágono comprovando os crimes de guerra no Afeganistão, no Iraque – inclusive o assassinato de dois jornalistas da Reuters em Bagdá -, e no campo de concentração e tortura de Guantánamo.

Sobrevivendo desde 2012 como refugiado político, vítima de perseguição na embaixada do Equador em Londres, ele foi entregue de forma vexaminosa pelo então presidente L. Moreno para a polícia londrina em 2019.

Atualmente está indiciado pelos EUA sob a sua lei de espionagem, sujeito a 175 anos de cárcere.

CAPITAL PAULISTA – Em São Paulo, a manifestação de solidariedade a Assange está sendo convocada para esta sexta-feira (25), das 11 às 13 horas, em frente ao Consulado do Reino Unido, na rua Ferreira de Araújo, 741, no bairro de Pinheiros”, noticiou o Hora do Povo.

Abraços Proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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