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No antro de golpistas sujos da lava jato os preconceitos e mentiras contra Lula são os mesmos da elite da casa grande

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Por dom Orvandil (domorvandil@gmailo.com)

Li as últimas notícias publicadas pelo The Intercept a respeito das balbúrdia, bateção de cabeças e anarquia reinantes no antro conhecido como tarefa lava jato, lá no miolo podre da republiqueta cloacal de Curitiba.

A matéria é longa e poderia se definir como o uso de aplicativo como modo de divulgação de mentiras, de disputas internas entre os procuradores – que por muito tempo procuram chifres em cabeça de cavalo e nada encontram, a não ser dinheiro roubado dos delatores e das empresas destruídas por Sérgio Moro e pelo bando perverso dos traidores da Pátria – contra personalidades visadas com enormes preconceitos, os mesmos  que atravessam os mais de 500 anos de colonização do Brasil.

Lula é alvo prioritário dos preconceitos do marreco de Maringa, Sérgio Moro, como se lê no The Intercept.

Um rato dos porões do antro lavajatista, o “seo” Paulo Galvão, como informa o repórter Rafael Neves,  se referiu ao ex presidente com imenso preconceito, nada condizente com a tal força tarefa que sempre mentiu combater a corrupção. “Em mensagem no dia 2 de fevereiro, Galvão avaliou que a equipe do Paraná já conhecia os fatos que vinham sendo apurados na capital federal, exceto por “telegramas do itamaraty que mencionam benefícios às empreiteiras e o uso do 9 para lobby”. Era uma referência a Lula, assim apelidado por causa do dedo amputado num acidente de trabalho” (o grifo é meu), escreveu Rafael Neves.

Tratar Lula com deboche que,  como operário metalúrgico perdeu um dos dedos de uma das mãos num torno,  é gravíssimo preconceito de classe.

O rato Galvão não considera a dor física e emocional sofrida pelo jovem operário que se elegeu presidente.

Gente como esse ratão imoral odeia de tal modo os trabalhadores e sua luta de classe que o apelidam, atingindo lá onde mais dói na memória.

Não somente isso, o apelido expressa desprezo pela origem do ex presidente e pelos próprios trabalhadores, a quem ele e toda a ratazana lavajatista corrompe com calúnias, vazamentos para prejudicar a imagem e desfiguraro líder popular mais famoso do mundo.

É evidente que se Lula não tivesse a dor da perda de um membro, da maneira das mais violenta inimaginável,  apertado por um torno, os ratões, a começar pelo marreco de Maringá, o golpista que se tornou “ministro” e capanga de milícias em Brasília, Sérgio Moro, lhe dariam outro apelido, como já o chamaram de “sapo barbudo”, com charges nas principais páginas das maiores revistas e jornalões do Brasil. Ou molusco, como a direita o chama em referência podre ao apelido “Lula”, incorporado à sua identidade como nome.

Certa vez, quando seminarista, fui convidado a trabalhar numa corretora de valores de um burguês gaúcho chamado Adulcio Floriano. Na primeira palestra dele, com slides e vídeos sobre a expansão da empresa no nordeste,  escutei do chefão palavras como roedores de canas, roedores de canos e ratos dos esgotos nordestinos,  se referindo aos trabalhadores da construção civil que construíam um prédio como escritório do preconceituoso.

Eu era muito jovem, mas aquilo me atravessou de tal maneira que me fez passar mal na sala que acolhia muita gente. Como eu não tinha argumentos para enfrentar o preconceituoso da mesma laia e visão do ratão Paulo Galvão, me retirei jogando a cadeira em que sentava ao chão com um chute.

Com o tempo, lendo, estudando e escrevendo percebi que essa é a visão da burguesia, preconceituosa em relação aos trabalhadores, que tudo fazem para construir este país, sendo roubados e debochados por ladrões e corruptos como os lavajatistas.

Ao conversar com o Sociólogo Jessé Souza numa edição do Chimarrão Profético ouvi dele que a burguesia brasileira odeia os trabalhadores e tudo faz com o objetivo humilhá-los ao máximo, arrastando-os para a pobreza e para miséria máxima, como se vê com os dois milhões de presos sem julgamentos, com cerca de 80 por cento de inocentes, todos pobres e perseguidos pelo judiciário e os moradores em situação de rua.  

Nesta segunda feira conversei com a artista plástica Érica Caminha, que mora em Munique na Alemanha, e ouvi dela a convicção de pessoas de boa vontade na Europa sobre a perseguição que Lula sofre por ser nordestino, descendente dos pobres e da classe operária.

O grande mal de Lula, objeto de apelidos dados pela burguesia mais atrasada e perversa, como essa representada pelo facínora Paulo Galvão, pelo falso cristão Deltan Dallagnol e pelo falsificado juiz ladrão  e capanga das milícias, da Globo e traidor da Pátria, Sérgio Moro, tudo fazendo para destruir as empresas nacionais e matar a classe trabalhadora mais qualificada das Américas, é o de ser trabalhador e chegar à presidência da república, não pelas mãos de milícias, da mídia comercial, do empresariado multinacional e nacional corrupto e ladrão dos salários e riquezas, mas pelo povo trabalhador brasileiro.

Por isso fabricaram culpas,  inventaram julgamentos espetáculos,  prenderam Lula, antes derrubando Dilma como mulher, ex presa política e indicada por Lula.

No final das contas, quem sai julgado como maldosos, mentirosos, ladrões e capangas dos maiores criminosos são os que apelidaram Lula de 9.

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