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No Chile o povo considera os militares seus inimigos. No Brasil os fardados são aliados dos golpistas e do fascismo miliciano

O Chile dá mostras e exemplo grandiosos de mobilizações e não somente de cansaço com a desgraça neoliberal, herança mortal deixada pelo ídolo do miliciano Jair Bolsonaro e do boçal do mercado, o tchuchuca Paulo Guedes.

Mobilizações avançam e persistem de modo organizado, sem arrefecerem,  apesar da violência brutal que a burguesia representada por seu presidente de plantão, o “seo” Sebatián Peñeda  impõe sobre o povo.

Como sempre fazem as castas dominantes ao se sentirem ameaçadas, o criminoso na presidência do país lançou mãos das forças armadas, agora formadas por  jovens não tão afetados pelo nazismo herdado de Augusto Pinochet, o general mais cruel e bandido que já pisou e matou na América Latina.

As forças armadas são feitas de agentes públicos, pagos pelos impostos dos trabalhadores, mas usados violentamente contra ele: gazes de pimenta, que cegaram centenas de pessoas, balas de borrachas, que arrancaram olhos e até balas letais, que matarm mais de 3000 patriotas.

A situação chegou a tal ponto que os militares desertam por se constrangerem a maltratar e até a matar o povo, feito de suas mães, pais, avós, irmãos, irmãs, amigos, amigas e vizinhos. Os familiares receiam que os militares da reserva sejam convocados a prestar esse serviço sujo contra a pátria.

Isso tudo pode ser ingrediente para fortalecer  a crise revolucionária, que colocará a classe operária no poder.  Uma vez lá, as forças armadas e todas as instituições serão controladas pelo Estado socialista de interesse da maioria.

Tal movimento no Chile fortalece a luta na Bolívia golpeada pelo imperialismo associado ao narcotráfico, aos proprietários rurais, aos bancos e  bandidos históricos, onde também os militares são mafiosos golpistas anti povo.

Assim acontece no Equador e também estourou na Colômbia.

Ora, o Brasil se insere na América Latina. Aqui os militares fazem um papelão sujo e sórdido ao amparar a traição à pátria em alta escala e sustentarem o que há de mais rasteiro na imoralidade nos aparelhos de Estado, o milicianismo assassino, ladrão, cara de pau, inimigo e imoral.

Se alguém contasse o grau de rebaixamento ético das forças armadas brasileiras ao apoiarem o miliciano, corrupto e, indícios apontam envolvimento nos assassinatos de Anderson e de Marielle, não daria para acreditar.

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