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O bufão Sérgio Moro culpou as mulheres pelas violências que sofrem

O chefe da facção criminosa lava jato, da republiqueta cloacal de Curitiba, Sérgio Moro, membro do governo miliciano e corrupto de Jair Bolsonaro, confessou repulsa pelas mulheres e, do mesmo modo como se acovarda para a classe trabalhadora, demonstrou medo e insegurança com elas.

Ao participar de uma cerimônia de assinaturas de um “pacto para a implementação de políticas públicas de prevenção e combate à violência contra as mulheres” no dia  07/08, quarta feira, com a “dona” Damares Alves, aquela do Jesus da Goiabeira e com títulos bíblicos, chefa do ministério da mulher, proponente de uma fábrica de calcinhas para gurias indígenas, que de direitos humanos não entende nada porque as vítimas não sobem em goiabeiras e de famílias também não porque foi estuprada ainda na infância dentro da casa de sua família e não denunciou os abusadores, o politiqueiro que usa o ministério da justiça para ameaçar e perseguir quem o denuncia e dele discorda, Sérgio Moro, conhecido por sua fantástica ignorância de tudo,  fez declaração sobre as mulheres,  dignas do governo do qual participa.

Disse o marreco de Maringá: “talvez nós homens nos sintamos intimidados. Talvez, nós, homens, percebamos que o mundo está mudando e, por conta da intimidação, infelizmente, por vezes, recorremos à violência para afirmar uma pretensa superioridade que não mais existe”, disse o bufão.

Se eu estivesse naquele ambiente pestilento, por algum azar ou engano, gritaria sem dúvidas: “tira-me fora dessa covardia nojenta, “seo” ridículo”.

Não me incluo nesse “talvez nós homens”. Quem se intimida com as mulheres são os machistas, os fundamentalistas e os fascistas, geralmente impotentes e covardes.

A “tal pretensa superioridade” discursada pelo faccioso só justifica a violência por parte de psicopatas, de homens inseguros, atrasados, perversos e feminicidas.

Contraditando o analfabeto de Maringá,  Chico Pinheiro o enfrentou com uma brilhante frase por sua conta no Twitter: “Infelizmente”, não! Covardemente!”

O chefete de Dallangnol tentou explicar que em algum momento da história a tal superioridade masculina se justificou.

O ato falho que comanda o fascista o entrega. Sem afirmar declarou que a tal superioridade realmente existiu sob o poder econômico dos aristocratas e senhores dos escravos. Estes se diziam superiores, mas de chicotes nas mãos, com capitães do mato na retaguarda dos covardes estupradores.

No fundo, o rasteiro vendedor corrupto de palestras se deixa trair na confissão dos seus desejos perversos e sádicos de retornar à escravidão e ao machismo.

Mais do discurso do condutor da corrupção na lava jato são o transbordamento da imundície machista que move os recantos escuros e contaminados da alma dele.  “No início a gente pensava que era necessário (SIC) políticas de proteção às mulheres porque elas são vulneráveis. Mas isso não é correto, isso não é verdadeiro. É o contrário. Nós precisamos de políticas de proteção de mulheres porque elas são fortes, elas estão em maior número. Nós, homens, temos que reconhecer que, em geral, elas são melhores do que os homens. Talvez porque as mulheres são em maior número, porque as mulheres são em geral melhores,” disse o convicto das asneiras.

Afinal, se as mulheres são fortes por que precisam de políticas de proteção?

Ou será que ele quis dizer que as mulheres com quem convive são essas “fortes” em trambiques e golpes, como no Banco do Estado do Paraná ou nos escritórios de advocacia onde a esposa dele participou, deixando grandes rastros de corrupção, precisam de proteção para serem a mesma coisa que os homens sujos que com elas convivem?

Seria engraçado se não fosse trágico, um evento em comemoração aos 13 anos de Lei Maria da Penha contando com Sérgio Moro, chefe de quadrilha, e Damares Alves, retrógrada e machista,  inaugurando o atraso e o retrocesso à Idade Média, quando as mulheres eram perseguidas e mortas como bruxas.

Acesse, leia e compartilhe: Jornalista Tatiana Merlino: “O homem que Bolsonaro chama de ‘herói nacional’ torturou e matou meu tio”;

Do Jornalista Leandro Fortes: “Falta, agora, dar uma lição nesses nazistas”;

Um evangélico com medo de seus irmãos evangélicos;

O Filósofo ensina: “Não ceder à raiva. Desesperar jamais. O amor e a solidariedade vencerão”;

Chimarrão Profético: “Lula e a força dos bois”;

Muito prazer: sou Johnny Bravo…mas pode me chamar de BolSONAZI;

Cidadania: “1.Diálogo com as notícias; 2. Diálogo com a poesia , música e a realidade”.

6 Comentários

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