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O copia e cola da juíza Gabriella Hardt sobre o processe de Lula é muito simbólica desses tempos estranhos

A pauta do noticiário ocupou muitas discussões neste 14/11. A da “dona” Gabriela Hardt, a advogada concursada para ocupar um cargo de juíza,  substituta do miliciano Sérgio Moro, foi uma das mais comentadas.

Há quem se escandalize com a rasura, superficialidade, analfabetismo, baboseiras e irresponsabilidade da senhora de sobrenome alemão.

Como informou o repórter da Revista Consultor Jurídico, Rafa Santos, o processo contra o ex presidente Lula, enviado para a 8ª Turma do Tribunal Federal da 4ª Região, foi anulado por vários erros como o de julgar causas que não têm relação com a jurisdição da 13ª Vara de Curitiba, por mencionar o apartamento de Guarujá quando julgava o caso do sítio de Atibaia, que também não pertence ao âmbito da organização criminosa lava jato e, pior, porque a “dona” Gabriela reproduziu, como se fosse dela, argumentos de terceiro, copiando peça processual sem indicação da fonte. Isto é ação considerada ilegal e grave por afrontar  “o artigo 93, IX, da Constituição Federal, que determina que todos os julgamentos do Poder Judiciário serão públicos e fundamentadas todas as decisões”, informa Rafa.

Daí seguem o festival de sandices  com parágrafos saltados e até com copia e cola de mentiras de Sérgio Moro, sem que ela tenha a nada investigado.

Duas conclusões nos fustigam com essa violência criminosa de quem se poderia denominar como falsa juíza por prática ilegal e por afronta à própria lei que jurou respeitar:

  • A dona Gabriela surfa na onda da superficialidade da “cultura” coxinha que varre o Brasil e tumultua a América Latina.

Nesse tsunami de analfabetismo do copia e cola de what’s app, de Facebook e tal, sem nada ler, sem pesquisa, sem conferência, sem ética, sem honestidade intelectual, num empurra empurra de fofocas que destroem imagens, reputações a até matam, como vem acontecendo.

Como branca de “classe” “média”, de alma coxinha modelo biruta de aeroporto, a “dona” Gabriela também copia e cola sem estudar, sem ler, sem pesquisar, sem investigar e, sobretudo, sem compromisso com a verdade, com a justiça, incendiada pelo ódio fascistóide.

É evidente que a criatura estranha não é sozinha. No gabinete dela há servidores que lhe prestam serviços ou vassalagem coneviram com os crimes da “juíza” da republiqueta cloacal de Curitiba.

As espumas da ignorância, da preguiça mental, da deformação moral da capacidade intelectual de pensar e de ser-se honestos no que se escreve e diz  sopra como tempestade,  que atinge religiosos que não lêem nem suas bíblias, muito menos teologia;  de promotores que fazem negócios em vez de defenderem a sociedade;  de policias que vendem inocências ou falsas criminalizações,  como fator corrupto de roubar pessoas que buscam segurança e justiça ; professores/as que não lêem entregando água com açúcar para os/as  aturdidos/as  alunos/as; de jornalistas bajuladores de seus patrões que não fazem ciência de comunicação, mas fake news e espetáculos para telespectadores, radio ouvintes e leitores.

É a onda da ignorância irresponsável que se encarnou na “dona” Gabriele, a analfabeta lavajatista.

  • A outra força instalada como chips na mente loira de “dona” Gabriela, de sobrenome pomposo sem vínculo com nossos sobrenomes de pobres,  é a segurança de participar de uma organização criminosa implantada na 13ª Vara de Curitiba, na Polícia Federal e no Ministério Público.  

Na trincheira da organização criminosa lava jato, com cúmplices espalhados por todos os lados, na mídia, nas igrejas, no judiciário, no parlamento, nos governos, no mercado, enfim, “Dona” Hardt se sentiu segura para mentir, caluniar e criminalizar Lula e todas as pessoas inocentes, dedicada a consagrar golpes de Estado e a injustiça, principalmente contra o povo, a democracia e o Brasil

Com seu comparsa mor, Sérgio Moro, “dona” Gabriele se coloca na linha como inimiga, como algoz e como traidora, não só da justiça, mas de todo o Brasil, sufocado pelas ganâncias dos poderosos neoliberais.  

“Dona” Gabriela Hardt é puramente simbólica do mal que precisa ser vencido e varrido pelo povo,  que se levantará revoltado com a barbárie dominante, sórdida, mentirosa, injusta, corrupta e assassina.

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