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O “e daí? Lamento”, não é apenas deboche, trata-se da monstruosidade de um projeto genocida

Por Dom Orvandil

Todos os indicativos apontam para a catástrofe da pandemia no Brasil, com milhões de contaminados e mortos.

Não são somente os números que assustam e nos levam a perguntas angustiadas sobre a monstruosidade da irresponsabilidade encarregada de ajudar a crescer o genocídio projetado pelo fascismo.

Claro, os números apontam que nesse momento, com 5.017 de mortes, numa evidente conta subcomunicada,  ultrapassando a China com 4.643, a sinalização de hecatombe é fortíssima e já esperada desde o anúncio do reconhecimento oficial pela OMS do COVID 19 como pandemia.

Por que a catástrofe era esperada e dolorosamente não surpreendente à análise séria e não neoliberal, socialdemocrata, academicista e eleitoreira?

A resposta justa não se contenta com acusações aos fanáticos, fundamentalistas, boidada e fascistas, esses  agentes da morte, que participaram ativamente da eleição do facínora presidente.

É evidente que essas hordas são muito responsáveis e deverão ser processadas, presas e condenadas a serviços pesados pela molecagem e desrespeito nacional. Porém,  esses bandos são apenas instrumentos e ventríloquos idiotas dos que movem a monstruosidade genocida, que aconteceria mesmo sem o coronavirus.

Então o desordeiro miliciano, por ser tosco, ignorante e de instintos não controlados, não é apenas sincero ao dizer a repórteres empregados da mídia cafajeste,  que lhe perguntaram sobre o crescimento dos números de contaminados e de mortos, “E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre”, como o fez à frente do Palácio da Alvorada.

O que o miliciano, modelo cachorro louco,  disse é o núcleo do discurso do projeto que ele representa no desgoverno do Brasil.

O “lamento” do discurso não tem relação nenhuma com o verbo lamentar, transitivo direto e pronominal, significando sofrimento, choro e dor pelo sofrimento do próximo.

O lamento dito pelo canalha é apenas um deboche, uma grosseria e tremenda falta de respeito ao povo brasileiro.

O espírito do “lamento” como deboche é a essência da surdez do Congresso Nacional ao empurrar para cima do Brasil e bomba chamada PEC 95, que estrangulou a previdência e todos os direitos sociais do povo brasileiro.

Esse mesmo espírito debochado se estampa na cara do facínora e mau caráter Paulo Guedes, que se “encagaça” de medo de contaminação pelo coronavirus, mas que destrói a economia estatal com justiça social.

Esse espírito de radical malignidade não sofre cócegas com os discursinhos no parlamento ameaçando de impeachment do brutamontes, peão do sistema genocida imperante na república do povo sufocado e levado ao calabouço genocida.

É preciso, contudo, que reconheçamos a força mortífera dessa praga viral, mas é  muito mais necessário entendermos que ela age sob o estímulo do projeto que se propunha ao genocídio da classe trabalhadora e das bases econômicas do pais, roubando e entregando suas riquezas no subsolo desde antes de 2018, chegando a esta fórmula de absoluta satanidade com o “messias” dos infernos, que nada decide a não ser dizer bobagens e divertir os assassinos ocultos.

Todavia, a vida é forte e imparável,  se cultivada coletivamente. É nessa perspectiva que temos que crescer: tomarmos nas mãos populares a resistência coletiva absoluta a favor de nossa salvação como pessoas, nação e vida.

Esse caminho é inevitávell em face do “daí, lamento” do fascismo totalmente empenhado em nos matar e de destruir nosso pais.

Essa é a verdade. O resto é discurso, artigos e mídia, conversa mole e enganação.

Lamentos de gente maligna como Bolsonaro não são honestos nem são as sentidas dores pelas mortes de nossas crianças, de nossos adolescentes, jovens, adultos e de nossos velhos.

Derrubar e destruir todo esse projeto genocida de lamentações fingidas e debochadas é de nosso dever ético!

Participe da campanha de solidariedade ao Cartas Proféticas. Reforce-a com seus contatos e amig@s: http://cartasprofeticas.org/colabore.  

Acesse também e compartilhe:

– Com a jornalista Thalía Fuentes Puebla num olhar respeitoso e afetivo aos trabalhadores heróis cubanos.

– Na Paraíba: capitalismo e fundamentalismo na máxima opressão na humilhação dos trabalhadores.

– Um pastor “técnico” no ministério miliciano da justiça! Que tu achas?

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5 Comentários

  1. 'O “e daí? Lamento”, não é apenas deboche, trata-se da monstruosidade de um projeto genocida'. Conto com sua solidariedade no compartilhamento somente da chamada e do link deste post do Cartas Proféticas: http://cartasprofeticas.org/o-e-dai-lamento-nao-e-apenas-deboche-trata-se-da-monstruosidade-de-um-projeto-genocida/

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