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O empijamado Augusto Heleno desonra do exército brasileiro por ser assassino e eminência parda do fascismo

Por Dom Orvandil

O caquético velhaco, Augusto Heleno, que adora ser chamado de general, é a eminência parda do milicianismo prot fascista do desgoverno de Jair Bolsonaro.

Impulsivo pelo ódio que o faz cruzar a história do Brasil como covarde metido a machão, numa  espécie de compensação explicada por Sigmund Freud por  sua decadência moral de traidor da pátria, adora socar mesas de reuniões, mesmo à frente de jornalistas quando o nome do ex presidente Lula é mencionado. Numa delas, babando ódio  derramado  em seus fraldões e pijama,   que não honra a alto soldo que recebe como militar procedente da ditadura assassina e entreguista, berrou chamando o grande líder de canalha.

O dicionário define “canalha” como falta de caráter. Mas a psicanálise explica que um dos mecanismos inconscientes  dos neuróticos à beira da loucura e da irracionalidade, como é ocaso do criminoso em pauta,  como projeção do caráter perverso.

Ao chamar Lula de canalha  numa reunião com o miliciano Bolsonaro e  jornalistas no golpeado Palácio do Planalto naquela vez no ano passado o empijamado babão Augusto Heleno nada mais fez do que projetar a cloaca que move a alma do atirador  assassino  de negros pobres no Haiti.

Como diz a sabedoria popular, “nada como um dia depois  do outro” para a verdade irromper furiosa à luz do dia.

Aqui neste blog não reconhecemos como ministros os golpistas, torturadores, mentirosos, corruptos e traidores da pátria. Quem se empossou sob um desgoverno fantoche e fascista não tem conteúdo de  autoridade moral para tal reconhecimento, visto que o conceito de “ministro”  vem de ministério;  ministério é  tradução da palavra grega diaconia, designando a honraria das pessoas que servem, principalmente às atingidas pela injustiça e empobrecidas humana, econômica e socialmente.

Diferentemente da mídia perfumada não podemos chamar o empijamado Augusto Heleno de ministro nem a ninguém dessa desonra nacional chamada de governo Bolsonaro. No máximo o reconhecemos como chefe do grupo de espiões e golpista denominado de Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Então,  em algum degrau do esgoto desse tal de gabinete o desonrado Augusto Heleno, o que treme de medo quando ouve o nome de Lula, e que até hoje se mantêm calado sobre o pacote de drogas no avião preso na Espanha, razão suficiente para botar a correr  toda a gangue que assaltou o governo, meteu-se a comentarista político hoje.

Através de sua conta no Twitter o decadente se meteu a falar mal do filme “Democracia em Vertigem” , que mostra plasticamente ao Brasil e ao mundo os agentes e lances armados do golpe que derrubou a Presidenta Dilma para implantar um regime miliciano de ladrões, traidores e inimigos fascistas do Brasil e da democracia.

Eis os deboches e ironias desqualificadas do bufão golpista , que se chama de General Heleno: “Que orgulho ver um filme nacional indicado para o Oscar, em 3 categorias: terror, comédia e ficção. A estrela da farsa levou o Brasil, em cinco anos, ao fundo do poço. Deu uma aula de gestão desastrosa, incompetência e insolvência financeira. Forte candidata à estatueta”, vomitrou o generaleco cheio de ódio, mentiras e falta de caráter patriótico.

Mas, felizmente, como ensina a história da agricultura, o esterco, mesmo esparzido por ventilador, é matéria orgânica que pode ser usada como adubo.

Daí não deu outra. A verdade sobre os crimes do empijamado, no aproveitamento do estrume como adubo da verdade que age nas contradições da história, derrama-se abundante pelos dedos competentes da advogada gaúcha Graciela Carpio, em resposta ao nanico moral.

Quando o Presidente Jean-Bertrand Aristide foi derrubado do governo do Haiti por golpe promovido pelos Estados Unidos se estabeleceu ambiente violento de guerra civil naquele país irmão do Brasil. Por solicitação da ONU o ex presidente Lula enviou uma força tarefa militar com o objetivo de pacificar os ânimos do povo, revoltado com a derrubada de um governo popular e progressista.

Quem comandou a tal operação? O caquético Augusto Heleno.

Num país extremamente pobre e miserável graças à exploração que o faz colônia dos gringos estadunidenses, Heleno matou muitos ao invés de construir a paz.

Como informa a advogada Graciela Carpio,  a operação de “pacificação” invadiu a maior favela de Porto Príncipe usando 300 homens fortemente armados,  assassinando 63 pessoas e ferindo mais de 30. Tudo sob o comando do “seo” Heleno, o invejoso metido a besta e de comentarista de filme.

Lembro-me das pressões internas no Brasil sobre o ex presidente Lula contra esse genocídio provocado por  uma operação militar brasileira, que tinha por objetivo  a pacificação e não o massacre dos pobres, já maltratados pelo golpe americano e pelos vulcões no Haiti.  

Lula também recebeu solicitação da ONU  para que substituísse o comando, que desonrou criminosamente o projeto de paz.

Lula substituiu o general assassino e arrogante, hoje um empijamado cheio de ódio ao ex presidente.

O ódio desse raquítico moral se manifesta em murros covardes em mesas , em mentiras sem base real e sem provas contra os governos Lula e Dilma.

As bobagens mentirosas que rolam dos dedos reumáticos  de Augusto Heleno, não somente a respeito do filme “Democracia em Vertigem” mas sobre tudo no Brasil,  não se limitam aos porões fétidos do Gabinete de Segurança Institucional, mas são a cara e a canalhice  de tudo o que chamam de governo Bolsonaro.

Os crimes que se amontoam com o sangue haitiano, de Marielle , de Anderson, das lideranças indígenas e populares, somadas ao povo alvo da guerra contra os pobres é  projeto de Augusto Heleno e de toda a vampiragem que assalta o Brasil.

O assassino e apodrecido Augusto Heleno é eminência parda e sombria tenebrosa de tudo o que é o milicianismo representado por Jair Bolsonaro e a gangue palaciana.

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