gen, mourão

O general do Exército Antônio Hamilton Mourão ameaça com golpe militar

O general do Exército Antônio Hamilton Mourão  afirmou em palestra na maçonaria em Brasília na sexta-feira (15) que seus “companheiros do Alto Comando do Exército” entendem que uma “intervenção militar” poderá ser adotada se o Judiciário “não solucionar o problema político”.

A tendência do general  Antônio Hamilton Mourão  é fascista. Sua intenção é a de resolver o golpe dado pelo traidor Milchel Temer, que se fez lamentável  chefe comandante das forças armadas, a quem o golpe parlamentar-judicial obriga os oficias a baterem continência, como se ele não fosse  quadrilheiro indigno de ocupar o cargo de presidente da repúblico, que o usurpou sob traição e desleadade à Constituição e à democracia. Aí esse general nada disse e nada fez para proteger o Brasil do vexame Temer.

A arrogância de Mourão se revela desrespeitosa ao povo brasileiro ao se referir ao corrpto judiciário e às tais instituições sem nunhuma palavra ao povo brasileiro, aos trabalhadores e aos pobres, todos roubados em seus direitos pisados pelo golpe temeroso.

Mourão falou, certamente sem a autorização do alto comando das forças armada,  que poderá chegar um momento em que os militares terão que “impor isso” [ação militar] e que essa “imposição não será fácil”. Por sua conta com ar de aventura e irresponsabilidade, Mourão disse que seus “companheiros” do Alto Comando do Exército avaliam que ainda não é o momento para a ação, mas ela poderá ocorrer após “aproximações sucessivas”.

“Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso”, disse o militar. Ele não mencionou os nomems os tais “elementos envolvidos em todos os ilícitos.

O general afirmou ainda: “Então, se tiver que haver, haverá [ação militar]. Mas hoje nós consideramos que as aproximações sucessivas terão que ser feitas”. Segundo o general, o Exército teria “planejamentos muito bem feitos” sobre o assunto, mas não os detalhou.

Mourão é natural de Porto Alegre (RS) e no Exército desde 1972, o general é o mesmo que, em outubro de 2015, foi exonerado do Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, pelo comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, e transferido para Brasília, em tese para um cargo burocrático sem comando sobre tropas armadas, após fazer críticas ao governo de Dilma Rousseff.

Um oficial sob seu comando também fez na época uma homenagem póstuma ao coronel Brilhante Ustra, acusado de inúmeros crimes de tortura e assassinatos na ditadura militar.

Ajude-nos a romper as barreiras das manipulações e mentiras da mídia comercial. Colabore com o blog Cartas Proféticas. 

Compartilhar:



Um Comentário

  1. discurso feito para agradar a platéia (maçons) que já pediu a intervenção militar...
    disse ele que o compromisso do exército é com a nação.... quanta contradição...
    se assim fosse não teriam virado as costas para a Comandante em Chefe das Forças Armadas Presidenta Dilma...
    não teriam concordado com a operação conjunta na Amazônia...
    fizeram parte do golpe sim... em troca de benesses...
    segundo ele, procuraram fazer o melhor durante o período da "intervenção" - 1964 a 1985... e sofreram ataques covardes e incoerentes.. que buscaram fazer o melhor e não foram reconhecidos...
    queriam ser reconhecidos por ter implantado o autoritarismo?

Responder

Seu email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *.
Os comentários expressam a opinião de seus autores e por ela são responsáveis e não a do Cartas Proféticas.