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O grito crítico sobre o marco temporal e as agressões mortais contra indígenas e o meio ambiente vem de um cacique

Hoje depositei aqui as denúncias em forma  de artigo feitas pelo Padre Sérgio de Souza Neres

Ele acentuou a situação de “crimes perfeitos” levados por Jair Bolsonaro para o governo e compartilhados com tantos que agem violentamente, principalmente movidos pelo machismo, pelo racismo, pelo lgbtqia+fobismo, pelo pobrefobismo, pelo comunismofobia, pela revoluçãofobia, “autorizando” seus simpatizantes e apoiadores, cobertos pela cortina de fumaça da normalização da violência contra pessoas indefesas, a agirem à luz dos preceitos milicianos e fascistas.

Sem a menor sombra de dúvidas, a mesma agressão projetada sobre aos segmentos identificados acima e a outros é extremada contra o ecossistema e seus primeiros e sempre defensores, os indígenas.

Abaixo posto artigo do querido Cacique e professor Juvenal Teodoro Payayá, que analisa a situação precarizada dos primeiros e ainda guardiães das florestas, matas, rios e lagos, os nossos irmãos indígenas.

O texto curto emociona pela intensidade do grito que nos chega pelas mãos do Cacique Juvenal, que já participou de programa aqui no Site e no Canal Cartas Proféticas.

Entorno do conflito mortal “chamado marco temporal”, Juvenal competentemente analisa a grave e dolorosa ameaça de extinção dos povos indíginas. De um lado,  o poderio estatal mal e injustamente usado pelo milicianismo nazifascista  neoliberal, tecnológica e belicamente “superior” na força de destruição. De outro, o uso da desunião dos povos indígenas, brechas aproveitadas desde a colonização e piorada agora,  para jogar tribos e nações umas contra as outras.

A análise do Cacique Payayá é dolorosa por ser verdadeira na identificação da brutalidade de guerra dos mafiosos, apoiados por esse governo no afã de destruir o que o Cacique denuncia com sabedoria em seu texto. Toca também por tanger a questão da desunião e da desarticulação dos povos.

Pura verdade. A conclamação que faz pela unidade entre os povos indígenas para resistir o inimigo de todos precisa ser entendida e apoiada por nós.

Mas o texto de nosso irmão toca também pelas verdades que nos atingem a todos, trabalhadores/as, negr@s. quilombolas, mulheres, jovens, crianças, velhos e pobres. A desunião que fragiliza viralmente os indígenas é a mesma que dá aos inimigos de todos, brechas para nos atacar e matar.

O grito pela unidade entre os povos indígenas a resistirem e na sabedoria modelo revolução vietnamita é a única força que os salvará. Mas também o povo brasileiro precisa dessa mesma energia que passa pela mobilização que une, que solidariza e empurra a resistência para as mudanças.

Leia o artigo abaixo e compartilhe o link desta postagem, por gentileza!

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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REFLEXÃO  SOBRE O MARCO TEMPORAL

caciquepayaya@gmail.com

Diante da força e o domínio do adversário, em número infinitamente inferior aos nativos, o único caminho possível para os povos indígenas, sem TECNOLOGIA da época, o único caminho foi a RESISTÊNCIA,  o colonizador aproveitou-se da  DESUNIÃO  entre os povos, seus líderes não aprenderam usar as alianças para avançar e consolidar o domínio dando vez a minoria. Hoje como minorias os povos indígenas precisam não só de resistência, mas, desta, o domínio da tecnologia e a coesão na hora de votar.

 A arma do colonizador passa pelas leis, pelo congresso e pelos tribunais onde não temos voz nem vez; o avanço do processo de desmonte dos direitos dos povos indígenas nunca foi tão ágil,  tão bem elaborado, nem o estupro – arma poderosa capaz de criar um outro povo sem os direitos naturais – nem as doenças – criando imunização – nem a arma de fogo – com poder limitado – nem a escravidão – superada pela resistência -;   a presente arma dá legalidade a todos atos, joga os povos  indígenas na margem do direito, quem é contra o direito é  contra a nação (traidor), contra a democracia;  uma vez os congressistas revogado os direitos constitucional, eles precisarão de centenas de índios no congresso e no judiciário para reverter o que foi feito, coisa impraticável, pelo menos por está ótica.

 Resistir é necessário, mas agora, apesar das chuvas, das calamidades, das pandemias é preciso resistir, mesmo no natal, mas resistir apenas com marchas e contra marchas financiadas pelo próprios nativos?

A resistência é um ato que precisa ter consequências, sabendo da potência e a reação do inimigo. As lideranção indigenas precisam de unidade e determinação na condução da resistência.

O Marco Temporal é uma síntese de todas as maldades humanas, talvez a pior arma usada contra as futuras gerações nativas em cada etapa da história deste país, ou de outros

O objetivo deste  texto é maís que  despertar para os danos causados pelas chuvas, a pandemia, o garimpo, invasão ilegal de terras indígenas, pois, parte desses fatores serão legalizados através do MARCO TEMPORAL.

  Nossa proposta aqui é retomarmos os atos de resistência interna e externamente, clamarmos a boca larga a fim de barramos ainda no Supremo esta arma destruidora dos direitos dos povos indígenas desta nação.

Cacique Juvenal Teodoro Payayá.

PROGRAMAÇÃO DO CANAL E DO SITE CARTAS PROFÉTICAS

– Chimarrão Profético: todas as terças e quintas feiras, às 11 horas;

– Leitura Profética: todas as quarta feiras, às 11 horas;

– Fé e  Luta: todos os sábados, às 11 horas;

– Mergulho nas Notícias: todas as segundas feiras, às 10 horas;

– Arte e Vida: todas as sextas feiras, às 19 horas;

– Reflexão do Evangelho: todos os domingos (programa gravado);

– Vigília e Resistência na Pandemia;

– Impactos das Notícias: notícias analisadas a qualquer momento (ao vivo).

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