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O Instituto da Cultura Árabe divulga nota de repúdio ao fascismo e aos preconceitos da má gaúcha senadora Ana Amélia Lemos

Ana Amélia Lemos, funcionária e eterna porta voz da rede e organização criminosa golpista Globo, deu espetáculo indecente e feio de dar inveja a Silas Malafaia, a Marco Feliciano e a Jair Bolsonaro ao, em discurso na tribuna do Senado,  confundir por ignorância, preconceito e racismo a Rede de Comunicação Árabe Al Jazeera com o Estado Islâmico.

Com essa atitude de má fé e pura burrice essa péssima e má gaúcha, que elogiou as milícias fascistas de ruralistas que bateram de relho, jogaram ovos, pedras e deram tiros na caravana do ex presidente Lula, retroalimentou a onda fascista e de ódio no País.

Ana Amélia, ao atacar a ilibada Senadora Gleisi Hoffmann por sua coragem em denunciar a prisão arbitrária, fascista e criminosa de Lula, joga no campo do ódio e declara que sua ideologia é nazifascista de guerra e de suporte ao golpe vampiresco.

Este blogueiro se solidariza com a senadora e presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, também colunista deste blog, repudia o discurso incendiário, rancoroso e satânico da empregada global Ana Amélia, oportunista, caluniadora, preconceituosa, racista e criminosa.

Daqui pedimos que esta senadora seja investigada por quebra de decoro parlamentar,  punida com expulsão do Senado a bem da democracia e do respeito aos povos.

 Leia a nota do Instituto da Cultura Árabe abaixo.

 Nota de repúdio às declarações da senadora Ana Amélia sobre os árabes

O Instituto da Cultura Árabe repudia veementemente a declaração da senadora Ana Amélia (PP-RS) em sessão do Senado transmitida pela TV que, ao criticar um depoimento da senadora Gleisi Hoffmann sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à rede de televisão Al Jazeera, relacionou a emissora a grupos terroristas.

A Al Jazeera é um dos grupos de comunicação mais respeitados do planeta. Além de praticar um jornalismo que serve de referência, entrevista e promove reportagens com líderes, artistas, intelectuais e ativistas que se identificam com a luta em defesa dos direitos humanos, respeitando a diversidade de opiniões.

Relacionar uma emissora de TV do mundo árabe a grupos terroristas, além de demonstração de desconhecimento em relação aos países árabes, é prática explícita de preconceito racial e islamofobia. A Constituição brasileira é clara quanto aos delitos de racismo e discriminação e quaisquer formas de sistemas religiosos e profissões de fé. Partindo de uma senadora da República, constitui-se em um constrangimento ainda maior para nossa a sociedade.

O Brasil historicamente é destino de imigrantes de diversas partes do mundo, entre eles, os árabes. Os imigrantes sempre viram no país um local acolhedor para recomeçarem suas vidas. Seu legado está presente em todas as áreas do conhecimento e na construção do próprio país.

Temos certeza de que a sociedade brasileira em geral não aceita e não compactua com atos dessa natureza, que incitam crimes de ódio, abrindo-se as portas à barbárie.

O ICArabe, organização autônoma, laica, de caráter científico e cultural, trabalha desde sua concepção para desconstruir esses estereótipos, via promoção e divulgação da rica cultura árabe. Valorizamos o caminho da harmonia entre as comunidades e entre os povos e o respeito às diferenças. Acreditamos que a integração entre as culturas e o diálogo são essenciais, assim como o respeito aos direitos humanos de todas as pessoas, brasileiras ou não.

O incentivo a práticas preconceituosas, de qualquer natureza, e a difusão do discurso do ódio constituem atos hediondos e instrumentos de fragmentação e de segregação de um povo conhecido em todo mundo por sua união e amabilidade nas relações com todas as etnias de sua constituição.

Diretoria do Instituto da Cultura Árabe.

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