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O jornalista Luis Nassif já faz contagem  para a derrubada de Bolsonaro

Luis Nassif é um dos jornalistas mais bem informados desta república. Suas fontes se espraiam por todos os setores vivos do Estado, do empresariado e até dos movimentos sociais.

Apesar de postura de bom moço e profissionalesca, nosso jornalista “cheira” o odor podre do porão de Bolsonaro e, só falta marcar a data, para que o capetão pateta, miliciano e laranjal caia.

O terreno movediço do boçal eleito pelas mentiras, pela enganação, pelas técnicas “avançadas” de Steve Bannon e pela prisão política do ex presidente Lula, impedido pelo delinquente Sérgio Moro de disputar as eleições, podendo se eleger no primeiro turno, racha sob os pés de toda a gangue entorno do presidente puxa saco e servo de Donald Trump.

Os tropeços que se movem para derrubar o boçal se encaminham insuportavelmente, segundo Nassif, desde as aventuras do bobão, ajoelhado diante do inimigo do Brasil, entregando tudo o que pode de nossa soberania; pelo toma lá e dá cá no Congresso para ferrar os trabalhadores; cruzando pela escandalosa visita de Jair Bolsonaro e de Sérgio Moro à CIA, numa declaração quase explícita de que, na verdade, funcionam aqui no Brasil, como espiões dos Estados Unidos; pela queda de popularidade, mostrando que o povo rapidamente se dá conta de que foi enganado e começa a reagir com fúria; com a diminuição do medo que os ministros do STF tinham da lava jato, sempre poderosa e chantagista, a verdadeira cabeça de ponte para o golpe de Estado e para as eleições corruptas de 2018.

As chantagens contra integrantes do STF elevaram-se em nível de tal modo desqualificado, com nuances de extermínio de reputação e até de morte, como aconteceu com Teori Zawaski,  que acabaram por amarrar mãos e pés de alguns que tinham postura progressista antes de chegarem ao supremo. A perda do medo pelas ameaças pode levar o judiciário a se aproximar dos verdadeiros mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco, em cujo ninho miliciano se encontra a família Bolsonaro.

Aqui vale a pena citar literalmente Luis Nassif sobre os 4 ministros diretamente ameaçados e o conteúdo das chantagens que sofrem:

“Luís Roberto Barroso – com o dossiê envolvendo sogra e esposa e investimentos imobiliários em Miami. Depois do aggiornamento de Barroso, não mais se falou do tal dossiê.

Luiz Edson Fachin –farta documentação (inclusive fotográfica) do trabalho realizado pela JBS em favor da sua eleição para o cargo, passando pelo empréstimo do jatinho da empresa para as visitas a senadores em seus estados de origem, e festividades típicas da corte brasiliense. A mudança de Fachin foi radical. E o dossiê não apareceu.

Carmen Lúcia – a casa que adquiriu, sub-avaliada, de um vendedor próximo a Carlinhos Cachoeira. O episódio mereceu uma nota em uma coluna de O Globo. Depois que a Ministra se alinhou ao punitivismo, o caso sumiu dos jornais.

Luiz Fux – é o tal Ministro que está sendo agora alvo de ameaças, conforme indicado dias desses por Gilmar Mendes, e não Barroso, como supus. As investigações da Lava Jato Rio estão indo a fundo no sistema judicial e nos escritórios de advocacia. Semana sim, semana não, há uma nota em jornal com insinuações sobre a delação do ex-governador Sérgio Cabral.

Nem se julgue que sejam cúmplices de atos criminosos. Foram subjugados unicamente com a ameaça sobre suas reputações. Abriram mão de convicções tratando reputação púbica – isto é, a serviço do público – como um ativo privado.

Nada disso ajudará a segurar a enchente quando o caso das milícias e de Marielle Franco for finalmente desvendado.”

Nassif conjetura que as próprias forças armadas não suportarão tamanha onda de sujeira e ajudarão a despejar do Palácio Planalto os milicianos com Jair Bolsonaro.

É preciso, no entanto, nos alertarmos que a derrubada de Jair Bolsonaro não será suficiente para varrer o golpe de Estado contra o povo brasileiro que passou pelas eleições corruptas que colocou no governo a gangue de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes, Sérgio Moro e todos os charlatões fascistas.

Faz-se necessária a mobilização organizada da classe trabalhadora para o enfrentamento das forças ocultas e golpistas, que não titubearão em usar as forças armadas para aventuras golpistas e até de guerra civil.

Acesse abaixo o artigo na íntegra do jornalista Luis Nassif.

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Xadrez da contagem regressiva para a queda de Bolsonaro, por Luis Nassif

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