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O marreco de Maringá e traidor da Pátria declarou que não rasgará sua biografia. Qual?

Por Dom Orvandil

Li no blog e assisti o vídeo da jornalista boa moça, Andréia Sadi, também usuária de uma linguagem ajeitadinha aos ouvidos e olhos dos patrões da Rede Globo.

Como outras pessoas do jornalismo “profissionalóide”, Andréia protocolarmente chama o miliciano de presidente, o sujeito que humilha o Brasil internacionalmente, que galopa na política econômica neoliberal de evidente caráter genocida, notadamente da classe trabalhadora,  sem que o mentiroso e golpista tenha condições pessoais, morais e políticas para envergar essa titularidade.  Os próximos lances nacionais brevemente demonstrarão, além das evidências de toda a biografia marginal do delinqüente do deputado por 28 anos, agindo como louco e assassino, que a linda jornalista e outros, querendo proteger seus próprios empregos,  protegem a imagem deste e de outros bandidos de alta nocividade humana, que ela também chama de ministros.

Pois bem, Andréia revelou em seu blog que o marreco cara de pau de Maringá, Sérgio Moro, disse aos generais empijamados que  “não rasgaria sua biografia para ficar ministro do governo” (leia aqui), coisa que ouvi do próprio hipócrita hoje ao assistir a entrevista coletiva chorosa e cínica que deu.

Além da “informação” de Sadi,  tampei o nariz e coloquei um balde à minha frente, para o caso de não conseguir suportar a ânsia de vômito, e assisti todo o espetáculo de hipocrisia e de falta de vergonha de Sérgio Moro.

O que vi no marreco mau caráter foi um show de mentiras, ignorância e hipocrisia.

Com a cara dura, sem mexer nenhum músculo na máscara que carrega sobre a personalidade fria, teatral e treinada, o ex falso juiz nada mais fez do que mentir.

Mentiu ao dizer que foi convidado pelo “presidente” recebendo dele carta branca para agir no ministério com autonomia, o mesmo já ocupado por assassinos durante o Estado Novo e a ditadura militar apoiada pelo pai Moro.

Ao alegar que a polícia federal é instituição independente do governo, o meliante “terno e gravata pretos”, quer a privatização de um órgão que deveria ser regiamente estatal e público.

Ai o rosário de desonestidade rola que nem a atual pandemia. O que o perverso dos lagos de Maringá quer é a polícia livre,  a mesma que deveria ser disciplinadamente controlada por governos sérios e, nisso,  os ex presidentes Lula e Dilma falharam feio ao dar a tal de autonomia a policiais cabos eleitorais de Aécio, de Alckmin, de Serra e, depois, do facínora Jair Bolsonaro, para a produção de traidores da Pátria, entregadores da nacionalidade soberana aos gringos yanks, como o marreco fez sobejamente, tornando-se “persona grata” aos espiões sujos e destruidores de governos populares da CIA.

O cara de pau, sem músculo facial, mentiu deslavadamente ao falsamente reivindicar pureza política da polícia federal, clamando por pessoas e atividades “técnicas”.

O analfabetismo filosófico e científico, envolto em pacotes enlameados de má fé, é tão monstruoso e sem vergonha ao ponto de o velhaco negar o princípio de que todos os atos humanos são políticos.

Principalmente os de Sérgio Moro. Este traidor da Pátria brasileira agiu o tempo inteiro no Banco do Estado do Paraná e no grupo mafioso e corrupto da lava jato com práticas políticas de corar Judas Iscariotes e Joaquim Silvério dos Reis, santos e cândidos em comparação com dele.

O falso ex juiz mentiu usando a palavra técnica politicamente para dizer que a polícia federal deve agir sem influência política, coisa que ele negou o tempo inteiro em Curitiba e em Brasília. Nem o The Intercept precisaria comprovar isso com o caminhão de provas que publicou. Até as pedras de Curitiba, de Brasília e da CIA sabem que Sérgio Moro é um canalha de marca maior como traidor político da Pátria.

Como usar a tecnologia policial sem tingimento ideológico e político se o canalha de Maringá é de direita e subproduto do gado fascista, que o idolatrava, com franca prestação de serviços aos monopólios americanos na destruição da Petrobras, das empresas nacionais de infraestrutura e do parque nacional industrial, perseguindo a ciência,  para favorecer os macros interesses imperialistas, destruindo  milhares de desempregos e a desumanização dos melhores quadros técnicos e científicos do Brasil?

O marreco asqueroso mentiu e mentirá sobre o tal combate à corrupção e ao crime organizado do tráfego de drogas.

Ninguém mais apoiou a corrupção do que o canalha que deixou o ministério da injustiça, hoje. A eleição do miliciano com as mentiras de facada e calúnias contra adversários são o que,  senão corrupção? Sérgio Moro é o maior corrupto ao prender Lula para favorecer o milicianismo e o fascismo, a cujo desgoverno  passou a servir. Isso não é corrupção?

A biografia do monstro cara de pau, Sérgio Moro, nunca será rasgada. Ela é um amontoado de barbaridades contra a Pátria brasileira, na desmoralização do judiciário brasileiro, no desmonte da Constituição Federal, no desrespeito à verdade como essência do amor ao Brasil.

A biografia do calhorda Moro carrega a maior brutalidade contra o povo brasileiro, a farsa da condenação “técnica” do processo e prisão do ex presidente Lula, montado com colagens de editoriais do jornalão O Globo.

Quando o mundo inteiro conhece os caminhos bandidos e criminosos da prática judicialesca do marreco, incluindo o Papa Francisco, um santo de seriedade e humanidade irrepreensíveis,  reconhecendo a inocência de Lula, semelhante à de Cristina Kirchner na Argentina, de Rafael Corrêa no Equador, de Evo Morales na Bolívia, todos condenados com base no mesmo sistema sujo exercido por Sérgio Moro e seus comparsas da lava jato, é evidente que o canalha jamais conseguirá rasgar uma biografia tão pesada e cheia de trevas,  como a dele.

Sérgio Moro serve ao imperialismo, leva a marca de servir ao milicianismo e de agir como fascista.

O fato é que Sérgio Moro, filhote de papai, membro da ditadura militar, golpista de direita, jamais teria qualquer nome se não perseguisse o ex presidente Lula, este sim de fama sólida pelo compromisso com o povo brasileiro e com a Pátria Brasil, com o que o canalha e rasteiro traidor jamais tem relação ética.

Este é o resumo da biografia do facínora Sérgio Moro, a quem não dá  para tratar com palavras santas do pau oco nem com o linguajar “jornalicóide” fake news”.

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4 Comentários

  1. "O marreco de Maringá e traidor da Pátria declarou que não rasgará sua biografia. Qual?" Ajude-nos a alavancar fortemente o Cartas Proféticas compartilhando somente a chamada e o link desta postagem. Por gentileza, ative também o "notificações" para receber as novidades do blog. http://cartasprofeticas.org/o-marreco-de-maringa-e-traidor-da-patria-declarou-que-nao-rasgara-sua-biografia-qual/

  2. […] escrevi na análise do tal currículo medíocre, mesquinho e podre de Sérgio Moro, este canalha não passa de um traidor e golpista dos […]

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  4. […] – O marreco de Maringá e traidor da Pátria declarou que não rasgará sua biografia. Qual? […]

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