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O miliciano e laranjal Jair Bolsonaro dá a entender que jogará milhares de jovens numa guerra contra a Venezuela

Em visita ao inimigo dos povos e da paz, o infeliz presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ídolo do bufão fake news capitão miliciano laranjal Jair Bolsonaro e também à CIA – este órgão altamente criminoso, responsável por torturas, assassinatos e mortes misteriosas de lideres mundiais, inclusive de Hugo Chávez –  o brasileiro que chegou à presidência de nosso país graças a um golpe de Estado, sinaliza com o envio de tropas com jovens militares para morrerem na Venezuela.

Jair Bolsonaro defende a matança de quilombolas, homossexuais, o armamento da população com o objetivo de vender armas para as indústrias e comércio de armamento, muitas financiadoras da campanha eleitoral dele.

Jovens desorientados admiram o ímpeto assassino de Bolsonaro, que afirmou que ensinou os filhos dele a atirar com armas de fogo reais aos 5 anos de idade, e, como os assassinos da cidade de Suzano, se tornam atiradores inocentes e jovens.

Empolgado com um discurso mentiroso e fascista anti comunista, o acusado internacionalmente  de ser implicado no assassinato de Marielle e de Anderson, Bolsonaro sinaliza que participará de guerra sangrenta com militares estadunidenses na Venezuela.

Como já denunciamos aqui, e cada vez mais confirmado, o miliciano presidente, que odeia a juventude, deseja enviar centenas de nossos jovens para participarem de uma guerra que não é de interesse do Brasil nem da América Latina.

Será uma guerra de ladrões e assassinos de olho no petróleo, no ouro e no gás venezuelanos.

Na entrevista coletiva que deu nos Estados Unidos, o presidente que humilha o Brasil e faz chacotas com os brasileiros que migram para aquele país em busca de trabalho e de oportunidades, Bolsonaro pronunciou palavras que contêm sangue e segredos escondidos do nosso país,  mas que, certamente são acordos espúrios, malandros e de riscos para os povos, se ele se alia ao maior criminoso e terrorista internacional, Donald Trump. Eis o que disse o miliciano laranjal num português trôpego, ignorante e rasteiro, nada apropriado a um presidente da república: “tem certas questões que se você divulgar deixam de ser estratégicas. Assim sendo, essas questões que se foram discutidas, se já não foram, não podem ser discutidas”. “Se por ventura, vieram à mesa, certas medidas não podem ser tornadas públicas”.

Tudo nos leva a concordar com o teólogo Leonardo Boff que nos conclama a defendermos o Brasil cuja soberania é brutalmente ameaçada, sem falarmos na aposentadoria dos trabalhadores. Nossa oportunidade vem logo ali no dia 22 de março deste 2019.

Não há mais como nos omitirmos: Bolsonaro tem que ser derrubado!

Com informações do site Brasil247.

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