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O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra publica nota de repúdio à ditadura no Mato Grosso e em apoio ao SINEP MT

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Trabalhadores/as em Educação no Mato Grosso se mantêm em greve na luta pelos direitos d@s professores/as e todo @s trabalhadores/as na educação da rede estadual.

O enfrentamento da brutalidade feita governo nas ações do governador Mauro Mendes é permanente, com denúncias por parte do movimento  dos compromissos espúrios daquele senhor com os piores negócios dos proprietários rurais, assaltantes das riquezas minerais do Estado, tudo bem ao estilo truculento e fascista do chefe Jair Bolsonaro.

Em lealdade aos mais profundos anseios do povo matogrossense e  brasileiro, o ânimo no enfrentamento mobilizado, organizado e grevista do Sindicato d@s Trabalhadores/as na Educação Pública de Mato Grosso representa a chama forte da luta contra o golpe ladrão e assassino que tenta tomar conta de todos os bens nacionais, incluindo a educação pública.

O MST emite nota pública de apoio à greve no MT.

O Cartas Proféticas, que é filho da luta do povo, publica abaixo a nota em solidariedade à luta representada pelo SINEP MT

Antes leia e compartilhe: 236 de Simón Bolivar e um general brasileiro inteligente, culto, honrado e libertário;

Se liga no papo;

Um general ameaça a debilidade idiota e traidora de Bolsonaro;

Bolsonaro está reprovado;

Cientista político desmascara a ignorância e a grosseria do miliciano Jair Bolsonaro;

Intelectual justo sobe o tom no enquadramento da quadrilha de jagunços da lava jato.

*NOTA DE APOIO E SOLIDARIEDADE AO SINTEP MT*
 
*QUEM LUTA, EDUCA.*

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST de Mato Grosso, vem, por meio desta nota, reafirmar apoio e solidariedade aos/as trabalhadores/as da educação pública do Estado de Mato Grosso que estão em luta há quase dois meses, pelos direitos do povo de MT, especialmente da classe trabalhadora, para que se possa ter uma educação pública, gratuita e de qualidade, e para isso é necessário que tenhamos escolas dignas e que os/as trabalhadores/as da educação sejam respeitados/as e valorizados/as.

O Governador Mauro Mendes e seu vice, Otaviano Pivetta, através de suas intransigências e intolerâncias, tem se mostrado verdadeiros protótipos do governo Bolsonaro quando se trata das leis que protegem os trabalhadores/as. A Secretária da Educação, Senhora Marioneide, nada mais tem sido do que “a cereja do bolo” (desde quando estava no governo anterior) servindo apenas de enfeite, pois todos nós sabemos que são os dois Senhores feudais dos tempos modernos que negociam para comandar a pasta da educação, conforme os seus interesses privados, os interesses dos empresários da educação e do agronegócio. Estes Senhores não têm demonstrado nenhuma intransigência quando se trata de conceder e concordar com os privilégios aos privilegiados de Mato Grosso.

Estes Senhores feudais modernos são entreguistas, antipatriotas, capatazes das empresas estrangeiras que levam toda a nossa riqueza, deixando aqui apenas a destruição ambiental, o envenenamento do solo, da água, do ar, da fauna e flora que ainda resistem. E ainda, deixam aqui os miseráveis do campo e das cidades nas filas do desemprego, amontoados em bairros e comunidades rurais precários ou nas cadeias, quando não morrem pelas mãos do agronegócio, do tráfico organizado ou pelas mãos armada do Estado.

Este Senhores feudais modernos do Governo de Mato Grosso têm sido covardes ao usar de recursos públicos para financiar a imprensa, jornais e programas de televisão, utilizando, de forma mais baixa, mentiras relacionadas à greve, a dados de salários dos professores e maquiando as contas públicas para falsear a arrecadação do Estado e dizer que estamos em crise. Este Estado nunca esteve tão bem na economia. O fato é que eles continuam dando privilégios a eles mesmos e seus pares. Continuam sugando os cofres públicos através de incentivos fiscais para os privilegiados, que são as empresas estrangeiras do agronegócio (empresas dos venenos), os fazendeiros (Pivetta, Maggi e outros), as empresas de mineração (Mauro Mendes e outros) e tantos outras empresas que se enriquecem com a exploração do povo mato-grossense e acabando com as nossas riquezas naturais, como o cerrado, a amazônia e o pantanal.

Aos/as combatentes em greve, saibam que estamos orgulhosos de vocês. Estão dando uma das melhores aulas de suas vidas para a sociedade de Mato Grosso, especialmente para os demais servidores públicos que estão na tática de ficar quieto achando que não serão atingidos pelas políticas dos protótipos do governo Bolsonaro.

Nossos/as professores/as estão dando uma bela aula de enfrentamento ao Estado/agronegócio, com as mais variadas formas de lutas na tentativa de sensibilizar este governo que não tem mostrado nenhuma sensibilidade com os/as trabalhadores/as da educação pública e para com todos os estudantes e suas famílias que estão sendo atingidas pela greve devido a arrogância deste Governo de negar direitos adquiridos. Isso é típico de uma burguesia que governa com a cabeça nos EUA e Europa e de costas para o Brasil, fazendo aqui as suas merdas.

Estimados/os companheiros/as, *QUEM LUTA, EDUCA,* pois coloca a nu os problemas que não são mostrados pela maioria da imprensa mercenária que temos em MT. Uma imprensa que aceita o papel de alienar o povo, colocando cortinas de fumaça para que o povo não veja os responsáveis por sua miséria. Esta é a melhor aula de nossas vidas pois mostra quem de fato oprime o povo.

Conclamamos a toda sociedade mato-grossense a se unir e apoiar a greve dos professores/as e pressionar este governo de Senhores feudais modernos, pois o que está em jogo são os direitos da população mais pobre de MT e os direitos das futuras gerações.

Mais uma vez, o MST reafirma sua total solidariedade ao SINTEP, a todos/as grevistas e a todas as formas de lutas que estão sendo travadas.

Companheiros e Companheiras, o futuro à classe trabalhadora pertence.

Basta de ataques aos/as trabalhadores/as.

Educação não é mercadoria.

Todos juntos rumo ao dia 13 de agosto.

Pátria Livre! Venceremos!

Direção Estadual do MST – MT

Cuiabá, 24 de julho de 2019.

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