psicanalista maria rita khel

O ódio e a democracia – entrevista com a psicanalista Maria Rita Khel

Numa conjuntura sinalizada pelo mais brutal conflito de classes, com ameaças de aprofundamento do golpe de Estado com o uso das forças armadas no massacre do que resta de democracia, é bom contarmos com análise da realidade econômica e política de pessoas altamente categorizadas como a psicanalista Maria Rita Khel.

A intelectual consegue aplicar sua cosmovisão teórica psicanalítica na compreensão de que nosso país sofre o massacre promovido pela classe dominante, aliada corrupta e imoral do imperialismo americano.

Maria Rita afirma em entrevista ao #BrasildeFato que  a questão não é simplesmente odiar. É preciso perceber que não existe nenhuma confiança nas instituições democráticas para que se dè  um destino político ao ódio, que é natural e humano.

É jargão que psicológos e psicanalistas geralmente são alienad@s e covardes, principalmente destes/as que, preconceituos@s se postam arrogantes como onipotentes parecem conhecer a alma humana, partindo de chavões de manuais de quem se quer leu as Obras Completas de Freud. Há a alienação disfarçada de psicólg@s e psicanalistas que até são torcedores de Lula e seus programas sociais, que escrevem alguns artiguinhos sem profundidade sobre Bolsonaro, mas quando apertad@s e ameaçad@s por alguns telefonemas ou chingamentos toscos pelas redes sociais fogem covardemente.

Com a psicanalista Maria Rita Khel não é assim. Trata-se de uma intelectual com lastro teórico profundo de quem entende que o psicologismo barato desses tais “estudantes” de “xerox”,  que leem apenas  para fazer tarefinhas “acadêmicas”,  de raciocínios rasos e pífios, andam no máximo até a uma esquerdalha pusilânime mais parecida com torcida do que com militância para mudar o mundo, mas  fogem diante de rusgas e caras feias de bolsonaristas fascistas.

No vídeo abaixo vê-se um trecho eloquente de uma entrevista da psicanalista Maria Rita Khel sobre o ódio ao entulho antidemocrático em que se tranasformaram as instituições brasileiras. É fundamental despatologizar o ódio, canalizando-o na luta pela recuperação da democracia, do estado de direito e da dignidade humana.

Colabore com o Cartas Proféticas. 

2 Comentários

  1. Ótimo. Artigo grato por partilhar.

  2. Maravilha de comentários!

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