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O povo nas ruas, o desemprego fulmina, abandono na saúde e na educação, mas quem faz acordo é a elite mafiosa

Li a notícia nada surpreendente dada pela Revista Veja e repicada pelo site Brasil 247 de que “o ministro-presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, confirmou que o Brasil esteve à beira de uma crise institucional entre os meses de abril e maio e disse que atuou para tentar acalmar a situação. Os setores político e empresarial estavam muito insatisfeitos com o presidente Jair Bolsonaro. Um grupo de parlamentares resolveu tirar da gaveta um projeto que previa a implantação do parlamentarismo. Empresários do setor industrial discutiam a possibilidade de um impeachment do presidente”, diz o informe.

Quando o tempo esquentou, em total desprezo aos sofrimentos do povo e aos crescentes protestos no país enganado por fake news e por eleições golpistas,  como parte do projeto iniciado pela gangue da lava jato,  não faltou general golpista e insano para consultar ministro do STF sobre intervenção militar contra o povo e contra o Brasil, sempre sob o estigma da farsa do “manutenção da ordem. Daí não faltaram os peões dos capitalistas apátridas e indecentes, sem votos e sem democracia, para se reunirem subversivamente para salvar o apoiador de torturadores e assassinos, o miliciano Jair Bolsonao, um marginal que nunca fez nada pelo Brasil quando no parlamento por 30 anos, desde sua preguiçosa eleição como vereador do Rio de Janeiro.

“Quando o clima esquentou, Bolsonaro, Toffoli, o deputado Rodrigo Maia (DME-RJ), presidente da Câmara, e o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado, além de autoridades militares, se reuniram separadamente [quer dizer clandestina e subversivamente] mais de três dezenas de vezes e fizeram o chamado Pacto dos Três Poderes. Entre os itens da pauta estava io adiamento da sessão em que a corte julgaria a legalidade das prisões em segunda instância, o que poderia resultar na libertação do ex-presidente Lula”, continua a revelação confirmada pelo acovardado e traidor Dias Toffoli, indigno presidente do STF. 

Quer dizer, enquanto as mobilizações populares inundaram o país desde o início de 2019 com o grito amargo das denúncias contra todo o desmonte do Estado social inclusivo, inclusive, para isso, mantendo a prisão absolutamente injusta do ex presidente Lula, mas com claras intenções políticas de manutenção do golpe neoliberal,  que só faz profundo mal ao Brasil e ao nosso povo, os sacanas que entregam às instituições de Estado aos delinqüentes, mafiosos, facciosos, depredadores da democracia e do ordenamento constitucional, com o puro objetivo de nos ferrar.

Aqui no Cartas Proféticas, desde 2013,  afirmamos,  e  a vida ratifica essa verdade, que dessas do instituições do Estado brasileiro, ocupadas por golpistas mafiosos,  nada se deve esperar.

Os ventos e as tempestades que varrerão o golpe arrancando essas desgraças pelas raízes só podem vir do povo organizado nas ruas.

Não há outro caminho.  

“Lula Livre” é passo fundamental nessa luta. A prisão dele não é somente uma chaga profundamente dolorosa, mas o maior sinal de estrangulamento de nossa energia nacional e popular.

Os invejosos e auxiliares do imperialismo, que ainda se dizem nacionalistas e de esquerda,  que querem Lula preso são convidados a autocrítica e a se somarem à luta.

Os inimigos do povo e do Brasil, que atuam no judiciário, no parlamento,  nas forças armadas e no empresariado entreguista não têm nossa procuração e a nossa bênção para nos traírem.

Acesse, leia e compartilhe: Sérgio Moro culpou as mulheres pelas violências que sofrem;

Jornalista Tatiana Merlino: “O homem que Bolsonaro chama de ‘herói nacional’ torturou e matou meu tio”;

Do Jornalista Leandro Fortes: “Falta, agora, dar uma lição nesses nazistas”;

Um evangélico com medo de seus irmãos evangélicos;

O Filósofo ensina: “Não ceder à raiva. Desesperar jamais. O amor e a solidariedade vencerão”;

Chimarrão Profético: “Lula e a força dos bois”.

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Um comentário

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