fhc vomita ódio

O que há de idiota e de bom sinal no artigo do “príncipe da privatira, o “seo” FHC

Este blogueiro leu com sentimento de perda de tempo o artigo do “príncipe da privataria” ou, como o chama Fernando Brito, o “príncipe da velhacaria”, o mau caráter, segundo o pai dele e  indigno de confiança como o classifica o tio de Fernando Henrique Cardoso, que se notabilizou como o governante mais desonrado que este país já teve.

Depois das bobagens sobre razão e dúvida cartesiana, FHC chega onde queria: ao ódio, ao ciúme, à inveja e ao medo de Lula e dos pobres favelados, de quem dá a entender que são matadores perigosos, que matam mais do que as guerras do início deste século; mas FHC se mostra assustado com a possibilidade da conflagração da revolução, tanto que clama por “setores ponderados” da esquerda.

O “príncipe da velhacaria”   alinha alguns nomes que ele gostaria de ver na disputa entre os que sejam “capazes de criar consensos em favor do País e do povo”.

Os nomes que ele declina não têm nada a ver com consenso, mas com a consagração da classe dominante e do neoliberalismo predatório dos direitos e na humilhação dos trabalhadores e do Brasil perante as grandes potências. Alckmin, Marina, Meirelles, Joaquim Barbosa, por ele mencionados,  representam quem senão a velha, surrada e escravocrata casa grande, que odeia nordestinos, negros e os trabalhadores?

Depois da ziguezaguear  no seu artigo de modo superficial apelando para a razão, o esnobe FHC mostrou o espanto que sente que o povo se canse e faça a revolução.

FHC estampa o medo que setores da direita, da mídia golpista, de comparsas dele, como o fanfarrão prefeito de Porto Alegre,  que pediu forças militares para agredir e amedrontar o povo que se organiza pacificamente para ocupar a capital gaúcha em solidariedade a Lula no dia 24 de janeiro, sentem com o povo percebendo que foi enganado sobre o golpe de Estado e com as mentiras da lava jato.

Finalmente, o “príncipe da velhacaria” e dos setores neoliberais perversos homologa os preconceitos com os trabalhadores e com os pobres.

O que de modo arrogante e grosseiro FHC chama de “descalabro econômico-financeiro produzido pelo “capitalismo de laços” que o lulopetismo patrocinou” é a repetida demonstração de preconceito com quem luta pela construção de um Estado mais próximo da justiça social com inclusão,  no sentido da eliminação da miséria e da pobreza e de distribuição de renda.

FHC não quer Estado forte para os trabalhadores e justo para os pobres. Ele deseja mesmo é um Estado forte na concentração de renda, de riquezas, de poder econômico nas mãos dos poderosos e parasitas, que não investem e não socializam as riquezas.

FHC e a elite dominante tremem de medo do povo. Para eles o preferível é a quadrilha governando e o povo e o Brasil que se lasquem.

O medo de FHC é bom sinal para o povo. É bom que sintam cada vez mais medo enquanto nosso povo se afirma e se encoraja!

Leia aqui todo o artigo do “príncipe da velhacaria”.

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