Marcos 4

O Reino de Jesus cresce em silêncio no mundo inteiro

Marcos 4, 26 – 34.

O evangelho de Marcos foi experimentado e escrito pela comunidade dos cristãos em Roma no ano 71 de nossa era.

No contexto escravocrata de profundas e desumanas injustiças, sobre cujo sistema econômico se erguia o império explorador, crescia em silêncio a comunidade dos cristãos.

Contraditório a Roma poderosa e desumana o pequeno grupo de seguidores de Jesus detonava o sistema ao acolher escravos e, esporadicamente, senhores que se convertiam e abandonavam o sistema por vê-lo em contradição gritante com o que Jesus ensinou e com o que os cristãos viviam na partilha dos pães e da solidariedade.

A inspiração desses cristãos perseguidos por Nero, acusados de incendiar Roma, vinha da experiência do pequenino grupo de Jesus na Galileia, que acolhia pescadores, camponeses, publicanos, mulheres, doentes e todos os excluídos pelo judaísmo farisaico.

A parábola do homem que semeia na terra e depois aguarda os frutos, sem saber o que acontece, ensina que esta é a missão dos cristãos que jogam as sementes do Reino e aguardam a colheita que será feita por Jesus.

Na parábola da mostarda vê-se a comparação com o Reino que começa como semente pequena e cresce frondosamente para acolher e abrigar com paz a todos que a ele se integram, tornando-se também semeadores.

O objetivo do Reino proposto por Jesus é a paz como a sombra da mostarda, que acolhe os pássaros e os passantes cansados.

Muitos, como os romanos e como os judeus fariseus, não reconhecem os sinais do Reino nem mesmo Jesus como messias em quem o Reino se realiza, porque seus sistemas de vida os cega, como aconteceu aos césares e aos fariseus.

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