genocida_coveiro

O tchutchuca Paulo Guedes mata enquanto o miliciano Bolsonaro se nega a ser coveiro

Por Dom Orvandil

Recebo mensagens de pessoas amadas que se queixam do nojo da disputa entre os péssimos palhaços, o marreco Sérgio Moro e o miliciano Jair Bolsonaro, como se não houvesse uma pandemia genocida e mortos a serem chorados.

Além dessa queixa sentida, honesta e ingênua, rolam fake news espalhados pelos neopicaretas – neopentecostais – de que  essa epidemia  é mentira usada contra o “mito”. Chegam a afirmar que são enterrados caixões vazios com o objetivo de enganar a opinião pública.

Entre a ingenuidade generosa e as mentiras canalhas, saídas das mentes e dedos dos fundamentalistas irmanados ao fascismo, o povo marcha sem direção para a morte, tudo sob o comando dos arranjos econômicos do mercado em plena pandemia.

O tropear cego e surdo faz do povo massa dividida e confusa, com 52% da população rompendo o necessário isolamento social.

As grandes incentivadoras do precipício são as igrejas neopicaretas. Elas pregam que a pandemia só atinge os pecadores e os não salvos por Jesus. Como sempre, os coronéis donos de rebanhos neopicaretas usam a teologia do medo, também conhecida como teologia do cagaço, para fragilizar o povo, aglomerando as pessoas ou as usando em favor das campanhas de assaltos aos seus bolsos em nome dos dízimos.

Essa teologia de araque, sem o menor fundamento rigoroso e ético, culpa as vítimas do coronavirus de serem filhas de satanás e dotadas de maldição.  Por isso morrem. Ainda assustam os parentes com a mentira de que se não se “converterem” a Jesus – ao jesus picareta dessas igrejollas – todas serão castigadas pelo vírus, mortas e atiradas ao fogo do inferno.

Outro agente visível e palpável da insanidade popular é o comércio, cujo exemplo se viu em Campina Grande, Paraíba, com a humilhação dos trabalhadores comerciários. Lá os patrões se associaram aos pastores neopicaretas ao obrigarem as pessoas a se ajoelharem nas ruas (reveja aqui).

Porém, com cara de padre  ou de pastor picareta, lá em cima em Brasília, se movimenta o verdadeiro assassino. Em nome do deus mercado o tchutchuca Paulo Guedes empurra o povo brasileiro para a morte. Agora pela pandemia e, depois,  ao desemprego e à retirada de todas as defesas, proteções e direitos.

Poucas pessoas percebem que as palavras moralistas do tchutchuca do mercado, quando diz que é preciso cuidar o teto fiscal para que o governo não gaste mais do que pode, que os investimentos públicos não serão feitos e que as empresas privadas, sim, é que farão as obras de infraestrutura, gerando emprego. Estas são as senhas da morte geral. Pior, é a dica para o revigoramento do mercado, que significa concentração de renda, de capital, dos lucros e do controle do Estado pelos monopólios, mesmo que o povo morra na miséria. A desfaçatez se agrava quando o malandro neoliberal aponta para as nefastas “reformas” do Estado.

“Reformar” o Estado na boca dos patifes neoliberais significa  terminar o serviço porco e assassino iniciado pela tal “ponte para o futuro”,  vomitada pelo vampiro e porteiro de cemitério, Mi$ell Temer.

Paulo Guedes, o cagão que empurra os trabalhadores para a morte enquanto ele se fecha na sua mansão no Rio de Janeiro, com medo da PANVID 19, é o genocida do mercado ativo no desgoverno do miliciano Bolsonaro.

Enquanto o tosco cachorro louco ladra para a boiada que essa pandemia é um gripezinha o genocida do mercado, empurrado para dentro do ministério da economia, arma a máquina da morte.

Em plena semana dos trabalhadores é preciso que tenhamos clareza ao olharmos  para os shows dos falsos palhaços.  

É também necessário que percebamos que desse projeto instalado pelo golpe de Estado via eleições fraudulentas, nada virá em nossa salvação e libertação da Pátria brasileira. Nem com as orações delirantes, trepidantes, gritadas e dos clamores esguichados dos neopicaretas.

A única saída é a luta do povo brasileiro, principalmente da unidade e levante de nossa classe trabalhadora.

Nós, o povo, somos os únicos interessados em nós mesmos e em nosso destino justo.

Participe da campanha de solidariedade ao Cartas Proféticas. Reforce-a com seus contatos e amig@s: http://cartasprofeticas.org/colabore.  

Acesse também e compartilhe:

– André Mendonça declara, em nome do deus dele, o miliciano Bolsonaro como profeta.

– O “e daí? Lamento”, não é apenas deboche, trata-se da monstruosidade de um projeto genocida.

– Com a jornalista Thalía Fuentes Puebla num olhar respeitoso e afetivo aos trabalhadores heróis cubanos.

– Na Paraíba: capitalismo e fundamentalismo na máxima opressão na humilhação dos trabalhadores.

– Um pastor “técnico” no ministério miliciano da justiça! Que tu achas?

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