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Obedecer a ideologia dominante, seguida pela hierarquia militar, ou ao povo pisado, desgraçado e ameaçado pela morte viral?

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Por Dom Orvandil.

A mídia tradicional e virtual veicula, ora mostrando medo, ora confusão e surpresa,  as manifestações populares nos Estados Unidos e no mundo, incluindo o Brasil, que geme sob as contrações da dor da gravidez da revolução.

Já é possível perceber que o gatilho do racismo é fator detonador, não único e principal,  de toda a revolta da juventude, dos trabalhadores e dos pobres com o sistema capitalista, reforçado pelas políticas da guerra e do favorecimento aos endinheirados, que enriquecem ainda mais em plena pandemia do COVID 19.

Brancos se juntam aos negros estadunidenses, chicanos,  latino americanos e aos trabalhadores, todos cansados pela concentração de riquezas e de renda quando a maioria é jogada no abandono.

Nesse contexto aparece um fato aparentemente surpreendente: policiais desobedecendo seus superiores racistas e truculentos, que sempre usam a força das armas, dos joelhos e dos gases para sufocarem a revolta popular.

Até mesmo o jornalão Folha de São Pauo com o jornalista Nelson de Sá noticiou nesta sexta-feira (5), que generais e outros militares norte-americanos “passaram a se manifestar frontalmente” contra a ameaça do senhor da guerra e terrorista internacional,  Donald Trump, usurpando do cargo de presidente dos Estados Unidos, rosnou  acionar as tropas para reprimir as manifestações contra o racismo e contra o capitalismo,  que varrem aquele país,  sede do imperialismo ,  há mais de uma semana.

“O primeiro foi o almirante Mike Mullen, em artigo na Atlantic intitulado “Eu não posso ficar em silêncio”. Já no subtítulo Mike denuncia que “nossos cidadãos não são o inimigo, nunca”’, impressiona-se Nelson de Sá.

“Também na Atlantic, no dia seguinte o general Jim Mattis, ex-secretário da Defesa do próprio Trump, defendeu os manifestantes e afirmou que o presidente é uma ameaça à Constituição”, lascou.

“E o general John Allen, ex-comandante da Otan, surgiu na Foreign Policy para alertar: “podemos estar testemunhando o começo do fim da democracia americana”. Deu até a data, “1º de junho de 2020”, o dia da ameaça de Trump”, vaticinou. 

Mas o mais significativo é o ato de policiais darem as mãos às multidões e as acompanharem ajoelhando-se ao chão nas ruas das cidades onde o povo não recua diante das ameaças policialescas do cachorro louco do império, Donald Trump.

Os gestos dos militares e de policiais afrontam os superiores na covardia deles ao se curvarem diante dos poderosos capitalistas, que usam as forças públicas na proteção de seus crimes de lesa humanidade.

No calor do fogo da ira popular, que arde na resistência contra a barbárie dos que sempre massacraram e roubaram o povo,  alguns policiais e militares se somam aos trabalhadores por se conscientizarem de que também são trabalhadores como servidores públicos na área da segurança.

Normalmente esse fenômeno ocorre quando as forças começam a perceber que o poder começa a mudar de lado, que a elite dominante dá sinais de que começa a perder o controle sobre a dominação e que o povo se fortalece na resistência e na conquista do poder.

Aqui no Brasil não será diferente: quando o povo avançar unido, organizado e mobilizado muitos soldados que roem as mangas de raiva dos comandos traidores da pátria, covardes lambe botas dos poderosos, se encorajará e penderá para o lado do povo. No Chile isso já acontece.

A marcha da luta desembocará na construção de forças armadas e policiais patrióticas e amigas do povo, libertas do milicianismo criminoso e do fascismo terrorista!

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3 Comentários

  1. Além de todas as ameaças provindas da crise orgânica do capital, do desastre político em face da pandemia, sofremos riscos de agressões assassinas por parte da polícia, cooptada pelo crime organizado e pelo fascismo. Acesse e compartilhe semente a chamada e o link desta postagem. Forte e solidário abraço: http://cartasprofeticas.org/?p=14753

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