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Os assassinatos da líder Dilma Ferreira Silva, de seu marido Claudionor Costa da Silva e de outras lideranças pedem aumento da resistência

Dilma Ferreira Silva ao lado da então presidenta Dilma Rousseff/ Divulgação/MAB

Vivemos clima de ódio e violência,  potencializados por milicianos, laranjais, esquadrões da morte e assassinos de todas as espécies.

Tais agentes da morte não visam proprietários rurais, donos dos bancos, de igrejas fundamentalistas, do comércio poderoso, nacional e internacional, nem a oligarquia, sempre pronta a trair e a golpear, mas as lideranças que lutam contra injustiças e pela defesa dos direitos humanos.

A gangue instalada no governo federal, nascida do útero subterrâneo da ditadura sanguinária e dos assassinos milicianos de todo o país, que se alia a todos os tráfegos internacionais e aos esquadrões da morte, abomina os direitos humanos.

Racista, preconceituoso e laranjal o clã Bolsonaro sempre inverteu os direitos humanos usando-os na defesa de brancos, ricos e mafiosos. A frase predileta dos Bolsonaro em campanhas eleitorais no Rio de Janeiro é que “os direitos humanos só devem ser para seres humanos direitos”.

Nesse contexto de golpe violento contra o Brasil e os direitos sociais ocorreram os assassinatos de Dilma Ferreira Silva, líder do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), o marido dela, Cladionor Costa da Silva, de Hilton Lopes e provavelmente de mais pessoas, bem no dia em que celebravam o Dia Internacional da Água. Tal barbárie é demonstração claríssima de que os assassinos servem a propósitos satânicos adotados pelo governo Bolsonaro.

Nos Estados Unidos o capetão pateta miliciano disse, com todas as letras,  que a Amazônia não é mais do Brasil, como já afirmou aqui mesmo em outras oportunidades.

Dilma Ferreira Silva era defensora intransigente dos direitos das famílias atingidas pelas barragens de Tucuruí, no Pará, da usina nacional construída pela ditadura civil militar.

Notícias do Pará informam que Dilma e a família viviam de fugas e esconderijos pelas matas, sempre perseguidos e ameaçados de morte. Até que esta chegou pelas balas dos assassinos apoiados pelo governo do Pará, que sempre se omitiu diante das denúncias e do próprio desgoverno Jair Bolsonaro, que tudo faz a favor do crime, dos milicianos e da entrega de nosso patrimônio público às multinacionais.

Daqui do Cartas Proféticas nos solidarizamos com o MAB, com os familiares dos assassinados e com todo o povo que luta de frente na defesa dos direitos humanos.

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Coordenadora regional do MAB, Dilma Ferreira Silva é assassinada em Tucuruí (PA)

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