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Os meliantes Bolsonaro assassinariam o marreco discípulo Maurício Valeixo e o marreco mor, Moro, como a outros?

Por Dom Orvandil

Li o bom moço jornalista Vicente Nunes,  que escreve com uma linguagem cândida de dar pena.  Chama o genocida e miliciano Jair Bolsonaro de presidente, talvez porque acredite que a onda golpista que inundou as urnas em 2018 não tenha sido mentira, fraude e roubo. É provável que queira segurar o emprego ou a agradar os patrões  ao tentar nos fazer crer que um delinqüente se revista da dignidade do cargo de presidente da república só porque o STE tenha se omitido e, covarde,  não barrasse o crime que reforçou a desgraça por cujo pântano da barbárie passamos hoje,  neste pobre e devastado país. Talvez Vicente, movido por ingenuidade angelical,  creia que o Congresso Nacional  golpista, que chancelou o golpe do mercado em sua sanha mafiosa ao derrubar a Presidenta Dilma e ao por em seu lugar uma carne de pescoço, o traidor vampirão Mi$ell Temer e depois dado posse a um meliante preguiçoso, que nunca trabalhou nem nada fez pelo nosso país.

O nosso jornalista São Vivente escreve sobre a possível demissão do marreco mentiroso e canalha de Maringá,  tratando-o com uma elevada distinção, como se um analfabeto funcional, amigo do narcotraficante Aécio Neves, assassino da verdade, inventor criminoso de penas a crimes que não aconteceram, pudesse contar com a honraria de ser tratado como ministro.

Mas enfim, Vicente Nunes descreve que o miliciano – que ele chama de presidente – Jair Bolsonaro tem razão ao se “ irritar com o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. A equipe que investiga as Fake News contra o Supremo Tribunal Federal (STF) chegou ao Gabinete do Ódio, comandado pelo vereador Carlos Bolsonaro, o 02”.

“Policiais que trabalham na operação garantem que o filho do presidente é o mentor de todos os ataques que foram disparados contra o Supremo e contra o Congresso. Há um processo aberto pelo STF para investigar esse movimento de notícias falsas”, continua o jornalista Vicente Nunes.

Já o puxa saco e ventríloquo da mafiosa famíglia Marinho, protetora do  marreco Sérgio Moro, Merval Pereira, malandro que só ele,  quer que acreditemos na lorota que ele conta ao afirmar que Sérgio Moro ameaça se demitir “por sentir que perderá o poder que tem, e sobretudo o poder que acha que tem”. Merval, então,  aconselha Moro: “sair atirando, para manter sua popularidade”, leia essas bobagens aqui.

Eu arriscaria afirmar, sem me interessar nenhum pouco por essas fofocas puxa e solta dessa máfia mentirosa e falida do desgoverno Bolsonaro,  que afunda no lodaçal de quem tudo faz para arrastar nosso povo ao massacre genocida, sem dó nem respeito.

Sérgio Moro, como mentiroso e canalha lavajatista,  recebeu apoio dos comparsas dele lá de Curitiba,  no sentido de fingir condenar o apoio do miliciano na presidência ao se juntar ao gado que pede a volta do AI 5, vê o barco,  carregado de ratos e morcegos,  afundar, piorando a situação com a briga de foice no escuro dentro do próprio desgoverno no momento do salve-se quem puder. Daí é que o malandro Merval pede que o comparsa marreco voe, contrariando as leis da caça, atirando nos caçadores para salvar a falsa reputação de que é detentor.

O fato é que o elenco da porcaria no desgoverno é composto de delinqüentes, assassinos e genocidas. A estrada percorrida por eles é tingida de sangue, tanto os que eles e sua turma bandida derramaram quanto todos  os envolvidos no projeto golpista, que mataram tantas pessoas: Teori Zawaski, Eduardo Campos, Marielle Franco, Paulo Henrique Amorim e até mesmo o não trigo limpo Gustavo Bebiano, sem esquecermos o comparsa que sabia de muita coisa, Adriano Nogueira.

Essa turma de meliantes, contando com o tchutchuca do mercado decadente, Paulo Guedes, são genocidas do povo brasileiro se aproveitando do coronavirus.

Ao defenderem a economia tentam salvar o mercado mafioso neoliberal, jogando os trabalhadores nos braços da morte em massa. São todos assassinos, sem deixar de lado o marreco Sérgio Moro.

Ora, se é verdade que esse delegado, diretor geral da polícia federal se aproxima do “gabinete do ódio”, comandado pelo marginal Carluxo Bolsonaro, e essa turma mata quando acuada, não aconteceria de assassinarem o “seo” Maurício Valeixo, que teatraliza investigação solicitada pelo carranca Augusto Aras?

Essa laia é do tipo que ameaça homossexuais, mulheres, quilombolas, negros, indígenas, pequenos agricultores e comunistas e se matam ente si. São bandidos. A moral de bandido é impulsiva e, com a irritação à flor da pele,  os leva facilmente a se eliminarem mutuamente. Armas roubadas não lhes faltam, ainda mais com certos policiais federais no meio.

Acesse também e compartilhe:

– Igrejas empresas, puxadinhos do mercado explorador e genocida, demitem trabalhadores.

– O choro desesperado de Jaina expressa a situação do povo atacado pela destruição nacional e pelo coronavirus.

– Uma lição importante para os homens (machos) que a atual pandemia está oferecendo sobre a condição das mulheres. É melhor aprendê-la e apreendê-la o quanto antes!

– João Dória se diz arrependido de apoiar o miliciano e fala nos pobres de São Paulo. Ah, tá!

– Os carrascos voluntários do fascismo.

– Os sonhos heróicos de Tiradentes, a luta justa e a indústria de traidores.

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2 Comentários

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