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Para além do bate boca entre Jean Wyllys e José Padilha

Acompanhei o texto de Jean Wyllys, ex deputado federal, que renunciou o mandato para preservar a vida ameaçada pelos milicianos apoiadores do clã Bolsonaro.

Em debate com Padilha Jean revela a obscuridade ética de seu interlocutor. Diz que o cineasta enviou a ele e ao deputado Marcelo Freixo e-mails pressionando-os a votarem a favor do golpe de Estado no impeachment da Presidenta Dilma Rousseff.

Portanto, agora em decadência, o diretor de Tropas de Elite busca prestigio com o objetivo de salvar seu currículo ao afirmar decepção com Sérgio Moro, alegando ter acreditado na aleivosia do combate à corrupção, sentindo-se decepcionado com o ex juiz da republiqueta de Curitiba.

Acertadamente Jean Wyllys o acusa de desonestidade intelectual exatamente pelas pressões sobre ele e Freixo para apoiar o golpe e por tentar salvar sua reputação, já que a gangue de Jair Bolsonaro e de Sérgio Moro derrapam rampa abaixo na opinião pública.

Além de intelectualmente desonesto Wylly chama Padilha de mentiroso.

Desonestidade intelectual e mentira são as duas marcas de Sérgio Moro e de todos os milicianos do governo Bolsonaro e de sua famiglia, a começar por Jair.

Desonesto intelectual é o sujeito que demole a ciência como fonte possível de conhecimento da realidade. Ora, a gangue do governo marca-se pelo fetichismo e pela charlatanice em todos os campos.

Pior, a desonestidade intelectual é a orientação imoral que desce dos primeiros escalões no afã de derrubar todos os fundamentos sérios da verdade em toda a sociedade.

Se José Padilha contaminou-se com essa desonestidade, que também se operacionaliza por negar os divergentes e opositores, aniquilando a democracia, realmente merece ser alvo da crítica que lhe faz Jean Wyllys.

Essa desgraça gangrena toda a sociedade, pobre de leitura (leia aqui), e faz de muitos brasileiros gladiadores que jogam ódio no próximo, partindo sempre de conceitos falsos e desonestos, mal de que é acusado Padilha.

Mentira, com mantra de versículos bíblicos arrancados de contextos, é lama que jorra por todos os canais de comunicação entre as pessoas em nossa sociedade no país golpeado e roubado.

Mentir com ares de verdade e de seriedade é a maneira de praticar a desonestidade dos pobres e desgraçados que não alimentam os intelectos.

Porém, como digo em uma transmissão ao vivo (acesse aqui), o número de arrependidos que se desiludem com Sérgio Moro e com a gangue miliciana Bolsonaro aumenta mas e mais.

Difícil constatarmos as linhas divisórias  dos mentirosos e desonestos intelectuais do arrependimento que alegam sentir.

Por isso, é a hora de acolhermos os que realmente demonstrarem frutos de honestidade e de verdade nas suas avaliações e deslocamentos do campo sujo e minado da direita nefasta, que pavimentou o golpe que entronizou a gangue no governo.

A união nacional se impõe para salvar o Brasil, acima dos estigmas direita e esquerda, como funis de iluminados ou obscurantistas.

É a hora de prepararmos a marcha de todo o povo recebendo de braços abertos todas as pessoas que se dão conta de suas pequenas, médias ou grandes contribuições para o caos do qual todos nos avizinhamos.

Acesse abaixo o link com o artigo de Jean Wyllys.

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Jean Wyllys acusa José Padilha de mentiroso e de tentar salvar reputação.

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