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Paulo Guedes, o tcutchuca para o mercado e tigrão para os trabalhadores, confessa a subversão da Constituição

O desministro ante economia do Brasil não precisa mais de olho de peroba para passar na cara de pau da farsa do desgoverno Bolsonaro.

Numa palestra aos empresários golpistas da FIESP do pato de borracha em São Paulo disse, com todas as letras,  que é excessivo o Estado gastar com programas sociais, com inclusão e com os direitos humanos, como preceitua a Constituição Federal.

O arrasa pátria, com toda a desfaçatez miliciana e marginal do governo párea e imoral,  confessa que os golpistas têm como projeto destruir a atual Constituição, que configura o Estado mais próximo e a serviço do povo, para impor outro que seja inimigo e ladrão do patrimônio e das riquezas nacionais.

Leia mais e compartilhe:

O “ungido” de Edir Macedo, de Malafaia e de outros satânicos bruxos e um jornalista não bom moço;

Assistente Social e militante dos direitos humanos mostra a crueldade com as mulheres na reforma da previdência;

Agora vai, os carolas apoiadores de Bolsonaro se jogam ao chão de joelhos pedindo milagres inúteis;

A oração de Edir Macedo por Jair Bolsonaro é herética, mesquinha, neoliberal e charlatã.

Por isso esse esclerosado social foi colocado no ministério da economia: para rasgar e destruir a Constituição.

Porém, a Constituição, é bom que sintamos, nada mais é do que petróleo, pré sal, água doce, matas, terras, direitos, trabalho, renda etc, tudo feito de sangue e de gente. É muito mais do que amontoado de páginas e do que resultado de uma assembléia constituinte: é a vida de nosso povo.

Tanto é que a intenção do verme que projeta nos matar a todos, o tcutchuca dos banqueiros, que  pensa que urra como leão contra os direitos dos trabalhadores,  afirmou que o grande mal do país é o sistema de compartilha e a legislação  trabalhista que, para o assaltante do Brasil, levou ao excesso de gastos pelo Estado Brasileiro.

Por essa razão o desgoverno mentecapta tem como objetivo a destruição de tudo que sustente o estado como garantidor de direitos, para fazê-lo esgoto que recolherá os dejetos nos quais desejam transformar este país.

Leia abaixo as palavras representativas do que decide a gangue que assalta o Brasil.

“Com a Constituição viemos a gastar mais na área social e passamos 30 anos investindo com uma ênfase maior na plataforma social-democrata, que é uma plataforma do ponto de vista técnico mais obsoleta”, vomitou.

“São 40 anos de excessos de gastos públicos financiados pela reciclagem dos petro dólares do governo [militar de Ernesto] Geisel. O resultado foram crises cambiais recorrentes que até hoje cobram o preço. Foram quase US$ 400 bilhões em reservas para conter crises cambiais”, berrou o tchuchuca dos bancos no ministério da economia.

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