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Paulo Pinochet Guedes, o fascista na economia, debocha do povo brasileiro

Queridíssima Profª Drª Daniele Barbosa Bezerra

Fortaleza, Ceará.

Já escrevi com profundo sentido de gratidão à professora Mirian Preto, de Cruz Alta, RS.

Apesar de ainda continuar por detrás das cinzas, as únicas que vejo através do olho direito cirurgiado – pelo esquerdo enxergo apenas 10 % – movo-me por profunda gratidão à ti, à tua amizade, afirmada altissonantemente na tua solidariedade a mim.

Minha cirurgia até aqui foi impulsionada graças ao teu enorme empenho na articulação com pessoas realmente generosas e solidárias. Rapidamente conseguimos os valores suficientes a esse primeiro procedimento.

Teu, gesto, minha amiga, além de tua presença constante através de áudios me animando com as palavras – mantras para mim – “vai dar certo. Calma, que vai dar certo”, guardam-se em mim como tesouros de profunda renovação humana.

Ouvir isso de uma intelectual, educadora de envergadura, escritora e formadora de pessoas maravilhosas no mestrado e no doutorado é receber a voz credenciada e habiltada de quem se faz amiga, irmã e anjo.

Cada vez que me entristeço reouço tua voz e me reanimo para a recuperação e para o retorno à luta.

Por enquanto a palavra que mais me anima a te dizer é: GRATIDÃO, minha amiga!

Escrevo-te entreverado com a crise em nosso país, como lerás abaixo. Não vejo como te agradecer fora dessa realidade.

Beijos.

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Não há necessidade de nenhum jornalista ou colunista do jorlanão O Globo nos descrever sobre o cerne maléfico e satânico da ideologia do debochado, atarracado, neurótico e fascista Paulo Guedes.

Porém, quando a economia popular, tanto quanto a crise hídrica, que rareia a água no país incendiado, baixa e o poder de consumo escassa, levando a cancelamentos de assinaturas de jornais, revistas, internet, canais de tv e tal, a luz vermelha dos órgãos da mídia do mercado dispara sinais para que seus pões alertem para as aparências de deboches do mau caráter e bandido “ministro” da economia.

Os jornalistas da mídia patroa reagem da mesma forma que a reportezinha da Record RS fez ao inquerir uma consumidora sobre os mais de sete reais o litro de gasolina, forçando-a a pedir o impeachment do miliciano fascista Jair Bolsonaro. Na verdade,  quem agiu através da repórter e da mulher, que gritou pela saída do louco na presidência, foi o mega camelódromo “espiritual” Edir Macedo, prejudicado pela queda de arrecadação de dízimos e pela diminuição de patrocínios na TV picareta dele.

O jornalista Bernardo Mello Franco, na sua coluna no jornalão golpista O Globo,  identifica o desavergonhado Paulo Guedes de forma correta ao mencionar a lista de deboches que o nanico ideológico faz contra nosso povo.

É verídico que Paulo Guedes riu descaradamente das trabalhadoras domésticas, que fizeram turismo o durante as políticas inclusivas dos governos populares recentes. Passearam, colocaram os filhos em universidades e também elas ingressaram nos ambientes acadêmicos.

É inesquecível o discurso do pinochista nazista da economia brasileira quando, na fatídica reunião de 22 de abri de 2019,  chamou os trabalhadores públicos de inimigos em cujos bolsos colocara a granada da redução salarial e dos direitos assegurados.

Agora o mini homem e mini careca reacende os deboches com a majoração dos preços da energia elétrica, arrastando o uso desse bem, roubado do Estado e do status público,  para entregá-lo ao mercado, o verdadeiro satã genocida de tudo e de todos.

Nesse sentido o jornalista empregado da Rede Globo, ao receber a ordem dos patrões para que chame o Paulo Guedes, o facínora ladrão do povo, de debochado, é apenas atitude cosmética para provocar mais rapidez na destruição da soberania nacional e no assalto ao Estado brasileiro.

Tanto que o empregado da Rede Globo questiona Guedes tratando-o pelo título de ministro, no velho estilo hipócrita da burguesia, ao morder e ao assoprar apenas a pele do delinquente, sem mexer no que ele representa. “O ministro desdenhou do novo reajuste [da energia elétrica] nas tarifas, que deve ser anunciado na próxima semana. ‘Qual o problema agora que a energia vai ficar um pouco mais cara porque choveu menos?’, perguntou o jornalista.

“Guedes conhece a resposta para a pergunta que fez. O aumento da bandeira vermelha não pesa apenas [apenas, se trai o peão da Globo] nas tarifas residenciais. Também eleva os custos de produção, o que deve resultar em mais inflação no varejo”.  

Voando sobre a grosseria, a falta de respeito com a economia nacional e com o povo brasileiro, o pobre escriba global, talvez imaginando-se em pleno terreno crítico,  acrescenta sobre o que disse o bufão e ditador do mercado: “As falas de Guedes combinam elitismo, insensibilidade e um certo gosto pela ficção. Em março, ele tentou se vender como um campeão de popularidade. ‘Eu entro no supermercado e as pessoas me agradecem’, disse. O ministro deveria se submeter ao teste da gôndola agora, mas com testemunhas. Será uma experiência inesquecível”,

Como se lê, minha amiga, O Globo e seus mandaletes não tocam no problema real, o que move o cretino e marginal Paulo Guedes. O de que quem o segura e ao miliciano fascista Jair Bolsonaro,  o mercado, e a burguesia rentista, é o imperialismo de mãos dadas com o fascismo, essa força tarefa,  sempre usada para massacrar o povo na depredação do país, principalmente em face de fortes sinais de resistência e mobilização populares.

Recomendo-te a acessar o vídeo abaixo. Nele vê-se  em 8 minutos a contribuição que três intelectuais orgânicos dão para indicar quem segura Paulo Guedes e quem sustenta Jair Bolsonaro.

Os Jornalistas Mario Vitor Santos e Mauro Lopes, comprometidos com o debate reflexivo e com o jornalismo culto e sério unem-se com o igualmente intelectual Jeferson Miola, ntegrante do Instituto de Debates, Estudos e Alternativas de Porto Alegre (Idea), foi coordenador-executivo do 5º Fórum Social Mundial e desmontam os papeis de Paulo Guedes, Jair Bolsonaro, da Globo, Miriam Leitão e de todos que agem na sustentação da barbárie no Brasil.

Não é exagero o que denunciam nesse pequeno debate no “Bom Dia 247”. A burguesia brasileira, capacho do mercado imperialista, manda na mídia, nas forças armadas, em Bolsonaro, no Congresso Nacional, no judiciário e eu diria, nas igrejas, também.

O  mercado  sustenta o regime macabro da morte, da seca, da pandemia, da entrega das estatais, em forma de golpes de Estado, em desemprego, em pobreza, em miséria, até não restar nada de resistência e de riquezas no Brasil.

Esse debate precisa ser levantado como alimento para as grandes mobilizações que se levantarão organizadas na derrubada dos capachos, dos lacais do imperialismo e da burguesia brasileira com suas conjunções carnais e perversas com o fascismo.

Oxalá consigamos acertar tática e estrategicamente no avanço dessa varredura revolucionária.

Por gentileza, se não o fez acessa o vídeo abaixo.

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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