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Pesquisa revela escândalo de igrejas ditas evangélicas: mulheres pobres usadas na eleição mafiosa

A constatação de que igrejas ditas evangélicas, verdadeiros antros de traição ao cristianismo, demole com toda e qualquer pretensa honradez desses segmentos mafiosos do mercado neoliberal religioso.

Pesquisa, e não opinião subjetiva e pessoal, realizada pelo instituto Vox Populi, como revela seu diretor Marcos Coimbra – que é cientista social – demonstra objetivamente o uso que senhores feudais, coronéis donos de igrejas, ligados à corrupta, mafiosa e golpista bancada evangélica – ou da bíblia – fizeram de mulheres pobres para fazer campanha para o mentiroso, miliciano e mafioso Jair Bolsonaro.

Sem o menor escrúpulo,  mulheres pobres foram fanatizadas e municiadas de mentiras, de calúnias e de injúrias contra Fernando Haddad, candidato e presidente e ex ministro da educação.

O resultado dessa falta de caráter ligado aos interesses mais obscuros eticamente jogou o país no abismo tendo à frente um presidente comprovadamente submisso à pior das máfias mundiais, o imperialismo americano e às máfias laranjas e milicianas no Brasil.

Evangélicas foram prostituídas politicamente para levar ao governo inimigos dos trabalhadores, da justiça e dos direitos mínimos à dignidade e à paz.

“…Marcos Coimbra, apresentou um estudo sobre a vitória do presidente Jair Bolsonaro na eleição de 2018. As pesquisas afirmam que o eleitorado evangélico, especialmente as mulheres, decidiram o pleito favorável a Bolsonaro na última semana das eleições.

Durante a campanha eleitoral, o atual presidente saltou de 21 pontos percentuais para 40, na intenção de voto dentre as mulheres evangélicas, enquanto seu adversário, Fernando Haddad, teve uma ligeira queda de 20 pontos percentuais para 15.

Coimbra explica que esse fenômeno se deve ao fato de ter sido criada uma imagem distorcida de Haddad, por meio de inverdades espalhadas pelo WhatsApp e reverberadas nas mídias convencionais. “Não foi o antipetismo que derrotou o Haddad, e sim o sentimento contra o Haddad em específico. Um sentimento fabricado por meio da construção de uma falsa imagem do candidato do PT, na qual ele foi transformado em um ser inaceitável pelo eleitorado mais religioso, especialmente evangélico e feminino”.

Em entrevista, Coimbra também mostrou que o antipetismo não é tão abrangente como parece. “9% dos eleitores que votaram em Bolsonaro afirmam “odiar” o PT. Isso significa que cerca de 90% da sociedade brasileira gosta do PT, ou não tem nenhum sentimento a favor ou contra o partido, ou não gosta do PT bem como pode não gostar de outros partidos”. Portanto, esse o antipetismo tem pouca expressão no universo eleitoral.”

Marcos Coimbra chama a atenção do PT para que aquele partido  entenda a verdadeira natureza da vitória de Bolsonaro e reaja a isso. “Não se pode sair de um processo político complicado aceitando a versão do vencedor. O vencedor não tem o direito de impor a versão dele”, disse Coimbra em entrevista à TV 247.

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