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Pesquisadores descobrem que o bolsonarismo  é marginal ao Estado

É interessante a reportagem que o jornalista Daniel Giovanaz da Brasil de Fato elabora a partir de pesquisas e de entrevistas com os professores Fabio Peixoto Bastos Baldaia, Tiago Medeiros e Sinval Silva de Araújo do Instituto Federal da Bahia.

A hipótese que movimento estudos, pesquisas e artigos é de que os bolsonaristas encontram na sua excrescência miliciana Jair Bolsonaro representação simbólica para o que sempre intuíram e vivem, mesmo antes desse personagem aparecer no cenário nacional e depois que ele desaparecer.

Policiais, evangélicos neopentecostais, mães que perdem seus maridos e filhos para as balas perdidas e para o tráfego de drogas, militares que vêm ameaças comunistas por toda a parte, enfim, se percebem num Brasil sem lei e sem proteção. Em muitos casos o movimento que fazem na direção das promessas e violências eivadas de racismo, machismo, lgbtfobia etc é um universo de trevas, de armários fechados, dos porões e até dos esgotos por onde se escoam roubos, mortes, estupros, massacres das mulheres e das crianças.

Os pesquisadores chamam isso de “Brasil profundo”, exatamente com essas características.

Nesse “Brasil profundo” as pessoas não conhecem e odeiam quem conhece Direitos Humanos; não militam e desprezam quem milita pelas transformações políticas e econômicas; não sabem o que é análise de conjuntura e acham bobagem quem usa essa ciência; desprezam o diálogo, o debate e os estudos da realidade porque têm respostas prontas e dogmáticas. E quem as sintetiza é o “mito”, que vêm se realizar na excrescência Bolsonaro, a quem defendem com o orgulho dos fanáticos e dos ignorantes.

Para esses seguimentos de milhões a lei atrapalha. Por isso optam sempre por “leis” marginais e fora dos figurinos dos códigos penais, de trânsito e constitucionais.

O que temos que perguntar, a partir de postulados éticos e morais, é sobre que direito esses seres habitantes do “Brasil profundo” têm de interferir nos destinos da Nação, de se somarem à elite dona do mercado, igualmente marginal, delinquente e manobrista do país, de decidirem eleições, de manobrarem os parlamentos, de sapatearem diante do judiciário, intimidando-o com suas caras de demônios, de promover o feminicídio, de matar por causa da cor da pele, de servirem a interesses genocidas ao ponto de afrontarem a ciência e os códigos da medicina frente à crise sanitária?

O tal “Brasil profundo” não é questão patológica de setores sociais que, em nome da ignorância, do niilismo político, da política “avestrúzica” de esconder a cabeça num buraco diante dos perigos à espera de um salvador que proteja essas pessoas?

Como resolver essa patologia num processo revolucionário que mobilize a maioria das pessoas, ao contrário  das que escolherem os caminhos da sabotagem, dos crimes e do colaboracionismo com os inimigos? O remédio não seria o enfrentamento de julgamentos populares envolvendo reeducação para as pessoas curáveis e penalização rigorosa e exemplar às reincidentes criminosas e sabotadoras?

Somos convidados a acessar a reportagem intitulada “Bolsonarismo tem raízes em um Brasil construído à margem do Estado, afirmam pesquisadores” e acessarmos o vídeo abaixo.

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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