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Polaridade entre duas ideias: Lula como ideia generosa e Barroso como tirano e satã

Ao ler o belo texto do Deputado Chico Vigilante, intitulado “O sonho utópico de Barroso: apagar Lula do imaginário popular”, me emocionei ao perceber que é isso mesmo o que vivemos no Brasil hoje: o atraso intrincado de ódio representado por um miserável estudado e rico como Luis Roberto Barroso e a outra ideia, a real ideia do bem, da inclusividade, da justiça social, da alegria, dos abraços no povo e nos pobres, da projeção do Brasil gostoso e futuro da humanidade representada por Lula.

É impressionante o quanto o choque dessas duas ideias, a que simboliza o ódio perverso da classe dominante no tirano Barroso e a que representa a flor bela do bem encarnada por Lula.

Quem olha para Luis Roberto Barroso vê um carrancudo amargo, desgraçado e caminhante para o túmulo onde será devorado pelos vermes de sua propria estupidez.

Barroso estampa a história da escravatura com os brancos de chicote nas mãos e com as correntes da escravidão em ato tirano de amarração nos pescoços para sufucar seres humanos a quem ele destina seu fel de dono da liberdade e da escravidão do próximo.

O metido a doutor, a ministro de discurso empolado, de olhar murcho e vazio é seviçal do plim plim mórbido da familia Marinho, que já morreu com o velho Roberto e que Lula e Dilma esqueceram de enterrar quando governantes.

Barroso é a mentira em forma de doutor. É a enrolação para enganar.

Sua tarefa é a de defender os interesses dos bancos,  dos poderosos do agro negócio, da indústria para poucos e do comércio para os brancos ricos.

Com sua voz macia,  que mais parece mito de defunto que não foi sepultado, o ministro do Supremo expele veneno que mata nas grandes lavouras de soja, de arroz, de milho, de laranjas etc.

Não é preciso ser psicólogo, psicanalista nem psiquiatra para perceber que Luis Roberto Barroso é todo encouraçado e rígido, falando horas sem piscar e sem expressar emoções. É um típico destinado à camisa de força, sem a menor humanidade saudável.

O “doutor” Luis Roberto Barroso é o legítimo representante da ideia de classe dominante brasileira. Para tal ideia não existe povo, classe trabalhadora, pobres,  miseráveis e Brasil para todos. Só existe o mundinho mediócre e estúpido da casa grande, onde não há amor nem se faz amor, mas ódio e negócios para tiranizar o país.

Esta é a ideia. Ela não não se multiplica, mas se concentra e se acumula em forma imbecilizada e fossilizada, como Luis Roberto Barroso.

Já Lula, que não é doutor como a imbecil ideia Barroso, mas é o cara povo: justiça social, inclusão, abraços com o povo, tesão pela vida, alegria de quem faz caravanas, mesmo atacadas por bandidos da mesma ideia de Barroso, que olha nos olhos de velhinhas e velhinhos maltratados por ideias como Barroso, que dança com os jovens e por eles é amado.

Enquanto a ideia Barroso trancafia direitos, mata a liberdade e persegue eleitores, retirando-lhes o direito de escolher a melhor ideia para governar nosso país, Lula mesmo preso é livre para agitar o pais na busca de caminhos generosos e justos.

Enquanto a ideia Barroso não passa de mediocridade saudada por minorias estúpidas, esgoistas e burras, a ideia Lula é acolhida e amada por analfabetos, por acadêmicos,  por poetas, por músicos autênticos, por pesquisadores, por atores e doutores de verdade.

Barroso é ideia tirana e rancorosa, plenamente decadente como as bombas enterradas nos antigos campos de guerra. Lula é a ideia da bondade que cresce e abrange a humanidade na sua marcha progressiva do bem e do desenvolvimento generoso em todos os sentidos.

É esse o impasse do Brasi: escolhermos o atraso e a tirania que o Barroso carrancudo e estúpido representa, de quem ninguém gosta e se afasta ou Lula, que mesmo preso recebe o Papa Francisco, os pobres que cantam “bom dia presidente”, os vistantes do mundo inteiro e o povo brasileiro que grita, canta, trompeteia e chora de saudade no canto “somos milhões de Lulas” e “Olê, olê, olá, olá, Lula, Lula…”.

Eu fico com a ideia Lula.

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