Desigualdade e iniquidade

Por que o capitalismo tem que ser destruído?

A população se embasbaca horrizada com as roubalheiras de Sérgio Cabral, o ex governador do Rio de Janeiro, eleito para governar o Estado, mas que ele a família uma vez emboletados no poder se aproveitaram para roubar e corromper.

Pelo what’s app rolam centenas de banners com satirizações das malas de donheiro da quadrilha Temer-Geddel-Cunha-Aécio.

Embasbacação e satirização, uma sinal de quem se encolhe e murcha sem forças,  sem ssaber com quem lutar e para onde correr, a outra é humor e brincadeira que expressam também indignação e um nível razo de conhecimento jornaístico das espumas do roubo.

As malas, jóias e contas secretas mostram pequenas quantias dos grandes roubos praticados em trilhões de reais arrancados da vida de nosso povo e do Brasil.

Os marginais que aí estão na mídia, aprovietadores dos votos de um povo que alega votar em pessoas e não em partidos, que vota em em faxadas e palavras e não em projetos estudados, debatidos e modificados pelas pressões populares, como aconteceu durante a construção de nossa Contituição prostituída, são apenas ladrões de galinha expostos por uma mídia que roubou com eles, que julgados por juízes tão safados e marginais quanto eles.

Tudo é capitalismo. Tudo é roubo e mais valia. Tudo é pornografia e imoralidade em forma de fome, de desemprego, de baixos salários, de ignorància e de todos os males que sofremos.

Nada é imposição divina nem persegução de demônios. Tudo é capitalismo. Tudo é escolha deliberada.

Este blogueiro sugere a leitura de um texto elaborado pela jornalista Maria Clara Pestre da Agência Reutrs do Brasil.

Maria Clara dá a palavra a uma professora que conta com todas as letras o quanto ganha e o quanto tem que ser explorada para minimamente sustentar os filhos.

Numa “pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Oxfam deu a dimensão pornográfica da concentração de renda no Brasil. Apenas seis bilionários, Jorge Paulo Lemann (AB Inbev), Joseph Safra (Banco Safra), Marcel Hermmann Telles (AB Inbev), Carlos Alberto Sicupira (AB Inbev), Eduardo Saverin (Facebook) e Ermirio Pereira de Moraes (Grupo Votorantim), concentram a mesma riqueza que os 100 milhões mais pobres do país – quase 50% da população” (aqui).

Quer dizer,  6 maus, safados, ladrões, verdadeiros corruptos, intocáveis brasileiros, que sustentam a mídia, parlamentares canalhas, juízes, procuradores, que controlam o dinheiro que daria para sustentar 100 milhões de brasileiros, tudo com a proteção do aparato superestrutural composto por parlamento, governo, jusdiciário e todos os aparrelhos que os anteparam na ladroagem de nosso povo.

Na matéria jornalística de arrepiar de raiva,  Katia Maia, diretora-executiva da Oxfam Brasil, diz que “o que nos choca muito, na verdade, é que o Brasil é um país desigual com potencial para não ser desigual. É um país rico, é um país que tem as condições de enfrentar e reduzir a desigualdade extrema que nós temos”.

No final da matéria a frase de Katia Maia toca, sem mexer no problema: “As desigualdades, elas não são inevitáveis. Elas são escolhas políticas”.

Reconhecer que as desigualdades não são inveitáveis porque são escolhas perversas dessa elite que põe e dispõe dos governos, do Congresso, do judiciário, da mídia etc, já é um passso. O que importa mesmo é que há necessidade de união nacional e popular para derrubarmos isso e trocarmos o capitalismo por regime justo e sem exploração.

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