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Profético, Frei Sérgio Görgen diz: ‘É o Judiciário que vai a júri popular no dia 24 de janeiro’

O Cartas Proféticas denuncia insistentemente a traição de religiosos quando defendem os interesses espúrios das bancadas da bíblia, da bala, do boi, da bola e dos bancos, mas enfatiza com alegria o testemunho dos que são profetas, independente da confissão de cada um/a, na denúncia corajosa das injustiças  de Sérgio Moro, da lava jato e de parte do judiciário.

Este é o caso do Frei franciscano Sérgio Görgen,  que se manifesta retilineamente sobre o papel vergonhoso de traição à justiça por Sérgio Moro, a lava jato, procuradores, promotores, parte da polícia federal, da mídia suja golpista e do fascismo instalado em toda a parte.

Consciente de que, através deste judiciário aliado do imperialismo e da direita fascista, a elite faz o jogo do projeto internacional e nacional dominante de destruição do Brasil, na afronta à Constituição e à verdade, ao se referir ao espetáculo do dia 24, onde e quando  o povo será o protagonista da peça da injustiça,  em entrevista ao site Sul21 o Frei Görgen disse: “É o Judiciário que vai a júri popular no dia 24. Ele tem uma chance de se reencontrar com a sua missão, com a cidadania brasileira e com a Constituição. Se perder essa chance, sairá muito menor do que entrou. Não será uma contradição entre o Judiciário e a cidadania brasileira, mas sim entre o Judiciário e a comunidade jurídica brasileira e internacional.”

Crítico a Sérgio Moro, o Frei comenta: “Criou-se no Brasil um método Moro de executar sentenças. Esse método Moro está em desconformidade com a lei e com a Constituição. O que será decidido no dia 24 é se o Judiciário acolhe o método Moro ou se ele finalmente enfrenta esse método de se investigar e de executar sentenças judiciais. Se o método Moro for acolhido, se abrirá um fosso talvez intransponível, no curto prazo. O Judiciário, no Rio Grande do Sul, é conservador, na minha opinião, mas é um Judiciário cidadão, que respeita as diferenças e cumpre a legalidade estabelecida. Pude testemunhar isso em vários momentos da minha vida. Posso ter discordâncias em muitas decisões deste Judiciário, mas ele sempre buscou apoiar suas decisões em uma fundamentação de legalidade.

Já a decisão do Moro em relação a Lula tem problemas técnicos e jurídicos muito graves. Não é preciso ser jurista para perceber isso. Como é que alguém pode ser culpado de ter recebido um bem que está registrado em nome de outro? Como é que você pode ser julgado num fórum que foi autorizado a julgar exclusivamente questões envolvendo a Petrobras? O próprio juiz Sérgio Moro disse que essa questão (do tríplex) não está ligada a dinheiro da Petrobras. Essas são questões técnicas jurídicas simples. Como é que o Ministério Público pode acusar baseado em um conjunto de informações e o juiz condenar com base em outras? Isso implica uma nulidade formal, para usar a linguagem dos juristas”, fulminou Frei Sérgio.

Acesse a íntegra da entrevista do Frei franciscano Sérgio Görgen.

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