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Quadrilha evangélica, Nathalí Macedo?

A propósito das falcatruas entorno do caso de Marco Feliciano (“pastor” e deputado) que tentou estuprar a jornalista Patrícia Lélis e  o falso diagnóstico fornecido pela psicóloga propagandista da ‘cura gay’, a dona Marisa Lobo, evangélica, a escritora, roteirista, militante feminista e mestranda em Cultura e Arte, Ntahlí Macedo, com  toda a razão,  faz crítica  faz forte e correta a essa gente.

São quadrilha evangélica, diz Nathalí.

São mesmo. São antiéticos, desonestos intetectualmente, fofoqueiros e desleais.

Quando em sala de aula, na condição de alunos/as, não vaceilam em fazer abaixo assinados contra professores críticos e progressistas, colam depois de fazerem orações fanáticas com uso de sons que eles chamam de língua estranha. No trabalho são puxa sacos dos patrões, a quem tratam como servos do Senhor. São puxas tapetes de colegas sindicalizados e lutadores contra o golpe.

No Congresso Nacional integram a nefasta bancada evangélica, que defende as mesmas causas das outras bancadas da bala, do boi, da bola e dos bancos. Todos contra os trabalhadores, os pobres, a democracia e a soberania nacional. Sua participação no golpe de Estado é explícita e estúpida.  Alavancam o golpe que  colocou no poder uma gangue comandada pelo quadrilheiro Michel Temer e pelo  irmão de fé dessa quadrilha evangélica, Eduardo Cunha, preso  por Sérgio Moro,  porque não serve mais ao golpe.

São conservadores na linguagem, moralistas sexuais e perversos com relação aos homossexuais.

São reacionários politicamente, mas sempre dispostos a vender votos a candidatos de direita, por  quem são cabresteados como mulas mancas de consciência.

Não leem nada porque tudo, dizem, é coisa de homens. Quando leem Bíblias o fazem de modo analfabeto, descontextualizado nos próprios textos, arrancando versículos que são ditos como dogmas e verdades absolutas, sem interpretação. Também descontextualizam a Bíblia histórica, sociológica e literaturamente.

São embotados intelectualmente, típicos mulas de uso de pastores pilantras, que lhes roubam os dizimos.

Com a ‘cura gay’ como causa impetrada e aceita por juiz da mesma sua laia fascista, o reacionarismo fundamentalista e desumano desses evangélicos vem à tona com suspeitas de ligações com grupos teocráticos terroristas internacionais (veja mais aqui).

Escreve  Nathali Macedo com razaõ: “A bancada evangélica é uma quadrilha que age ardilosamente contra as minorias e, em última análise, contra o Brasil. É uma quadrilha completa e organizada: tem seus próprios pastores ladrões-estupradores, seus próprios deputados para enfiarem retrocessos goela abaixo no povo brasileiro e suas próprias psicólogas incompetentes para assinarem falsos laudos contra vítimas de estupro e pateticamente defenderem cura para o amor.

Os LGBTs não precisam de cura – precisamos de mais Pablo Vittar, isso sim! -, e Patrícia Lélis não precisa de cura.

Quem precisa de cura – o que pode significar um pouco de vergonha na cara – é a bancada evangélica e seus colaboradores (comparsas), que, através de mentiras deslavadas – alô, pessoal, o deus de vocês condena a mentira! – oprime minorias institucionalmente.

O cristianismo fanático é um câncer”.

Leia mais críticas de Nathalí Macedo.

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