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Resistir à prisão de Lula é dever patriótico!

Caríssima amiga Miriam Pfützenreiter, Indaia, SC

O País se divide acirradamente entre os que defendem a prisão imediata e sem julgamento do ex-presidente Lula e os que resistem a essa medida.

Os argumentos dos que gritam pela prisão são falaciosos, fundamentalistas, preconceituosos e plenos de ódios.

A mídia familiar, colonizada, imperialista e corrupta não noticia que mais de 1000 pessoas vigiam o apartamento do ex-presidente em São Bernardo, prontas ao enfrentamento para impedir a arbitrariedade emanada da republiqueta de Curitiba.

A resistência à prisão de Lula é, nesta conjuntura, uma imposição ética de patriotismo democrático. Questiúncula jurídica utilizada pelo fascismo é o que menos interessa. O papo de combate à corrupção é irrelevante por ser falacioso e seletivo.

O que interessa à resistência que o povo brasileiro deve fazer para impedir a prisão do melhor presidente do Brasil transcende limites partidários para ganhar a amplitude da defesa nacional.

Algumas perguntas são didáticas para inspirar o bom e justo combate. Por que deveríamos crer na influência da mídia e na sua colaboração com a republiqueta de Curitiba para essa prisão se a história dos grupos proprietários de TVs, Rádios, Jornais, Revistas e agências de notícias são todas comprometidas com os golpes, com as corrupções, com as manipulações da opinião pública e com a destruição dos legados de Getúlio e de Lula, no fundo, conquistas do povo brasileiro?

Pois essa mídia dá cobertura à republiqueta de Curitiba e às suas colaborações com o golpe, incluindo a anulação dos direitos políticos do povo brasileiro escolher quem deva gestar o Estado social. Portanto, não é nela que devemos nos basear para crer em culpas de Lula.

Por que deveríamos crer nas convicções de procuradores e promotores, todos pagos com os impostos do Estado brasileiro, se eles se orientam pelo fanatismo fascista sem nenhuma prova e indícios concretos que incriminem Lula?

Caminharmos após tais “convictos” significaria subirmos sobre o píncaro da desonra conivente com os que disseminam o ódio na sociedade e pisam nos direitos humanos, desde que tais barbáries satisfaçam seus egos estúpidos e fanáticos.

Nós sociedade brasileira não temos como nos movermos pelos caminhos apontados por esses lobos vorazes, prontos a devorar a decência ética. Esses  são vales escuros da morte da investigação, da observação, da pesquisa e da ciência, marcas sagradas da construção do conhecimento verdadeiro e libertador da justiça.

Acreditar na força tarefa lava jato, eivada de vícios, de ódio, de seletividade, de falta de visão nacional, social e política, portanto lesa pátria que destrói indústrias brasileiras, desemprega milhões de trabalhadores, como se tivesse procuração nacional para missão de envergadura tão corrosiva e enfia o Brasil de bico em direção ao abismo como um poderoso avião em queda?

Acreditar que isso é razão para prender Lula seria embarcar nas crendices dos que ocupam o judiciário para viabilizar ideias medievais e do atraso, que em passado recente só destruíram nações e favoreceram os grupos internacionais, como foi o caso da Itália com o “mãos limpas” dos que sangraram as vidas daquele povo e de seus trabalhadores.

Pensar que Sérgio Moro tem razão para difamar Lula e ameaçá-lo de prisão seria irresponsabilidade nossa. Permitirmos que a prisão de Lula acontecesse por Moro com suas articulações e compromissos com a mídia golpista, com o ninho tucano e de direita, com o imperialismo e seus adoradores nazifascistas que o ovacionam gritando pela volta da ditadura militar e aleivosias contra os povos que lutam por sociedades mais justas seria traição à Pátria. Seria o rebaixamento social ao mesmo nível dos lacaios do golpe e exclusão do povo.

Não resistir à prisão de Lula equivaleria à covardia dos que baixam a cabeça aos injustos, opressores, mentirosos e inimigos da democracia com inclusão e direitos sociais de todos.

Portanto, ao contrário, é hora de resistir com a audácia insurrecional.

Insurreição pacífica na defesa e proteção da liberdade de Lula é a mesma coisa que lutar pela soberania de nosso País, que o ex-presidente sempre defendeu com sua política externa multipolar, buscando os Países fora da órbita dos Estados Unidos e com eles estabelecer alianças de desenvolvimento, comércio e respeito às diferenças.

Proteger Lula é fortalecer nossa democracia que os golpistas, promotores, procuradores, delegados e juízes fascistas querem fragilizar para imperar por 20 anos.

Quando o povo enche as ruas com Lula nos braços reforça a certeza de que o Brasil tem futuro na preservação de sua Constituição, tão rebaixada pelos golpistas de plantão.

Portanto, resistir à prisão de Lula é agir patrioticamente na defesa da justiça e do direito da maioria.

O patriotismo agora coloca os que caçam Lula de um lado contra o Brasil e os que o defendem a favor de um País mais justo sem Temer e sem gente como Moro, Gilmar Mendes e sem os golpistas!

Fora Temer! Fora fascistas e entreguistas!

Viva as soberanias nacional e democrática!

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  • Abraços críticos e fraternos na luta pela justiça e pela paz sociais.
  • Dom Orvandil, OSF: bispo cabano, farrapo e republicano, presidente da Ibrapazbispo da Diocese Brasil Central e professor universitário, trabalhando duro sem explorar ninguém.

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Um Comentário

  1. […] Fonte: Resistir à prisão de Lula é dever patriótico! – CartaS e ReflexõeS ProféticaS […]

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