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Respeito intransigente aos direitos do Capitão antifascista

Escrevi sincera e honesta carta de solidariedade ao Capitão Vinicius Sousa.

Este patriota é caluniado e perseguido cruelmente pelo comando e pela “justiça”  do Estado do Espírito Santo.

Da mesma maneira que pariram injustiças e  violências neoliberais, industrializando  gigantescas bombas feitas de amontoados de detritos,  cultivados às sombras ocultas e dejetas da ética brasileira, com o objetivo de produzir falsas provas de crimes artificias inventados contra patriotas lutadores, fazem  com o Capitão Vinicius.

Quem assaca manipulações violentas e desonrosas, acusando Vinicius de quebra da hierarquia e desobediência ao regulamento das policias, que proíbe filiação e militância partidárias, alinha-se ao terror grudado ao Estado brasileiro com o fascista e miliciano genocida Jair Bolsonaro e sua máfia subterrânea.

O que há no Espírito Santo é a clara contradição política com perseguição a quem enfrenta a tentativa fascista de impor-se a ferro e a fogo como pensamento único, por isso persegue, mente, calunia e destrói reputações.

O cerne da perseguição parte do conflito de classe, já que o Capitão Sousa conceitua a atividade das polícias como parte da classe trabalhadora. Ora, o fascismo como linha auxiliar da violência neoliberal no uso indevido da força armada do Estado, como é o caso dos segmentos da segurança pública, corrompe essa missão ao distorcê-la  na prática de perseguições e injustiças, próprias do protofascismo bolsonarista.

A coordenadora do Movimento Policiais Antifascismo, Maria Helena, ao contrário, compreende que a liberdade de pensamento e de expressão é sustentação de todos os outros direitos. “Se você não pode se expressar, seja por medo, por ignorância ou qualquer outro motivo, todos os outros direitos ficam prejudicados”, afirmou à reportagem do jornalista Roberto Junquilho no Site Século Diário.

O advogado André Moreira, ouvido pela reportagem do Século Diário, afirmou que  a questão é o aparelhamento das instituições. Noutras palavras,  Estado brasileiro, as instituições,  e no Estado do Espírito Santo essa desgraça do encharcamento fascista afronta abusivamente  as liberdades individuais e suas regras. Segundo a reportagem,  o advogado usa como argumento na defesa de Sousa o princípio da liberdade de opinião da liberdade política, de a pessoa ter uma crença política e defendê-la, é tão importante quanto a construção das instituições na democracia. 

“Não adianta nada você ter um Poder Judiciário, por exemplo, e não ter, numa democracia, a regra que permite a liberdade de opinião, que respeite a própria pluralidade necessária à democracia”, avalia, e expõe que “essa regra do jogo tem sido infringida dentro das instituições, que deveriam garanti-las”. 

A situação do aparelhamento, com uso de cerceamento da liberdade e até dos direitos invadem o judiciário, como explica o advogado André, exemplificando com  casos de juízes e promotores, que são impedidos de se manifestar “porque o CNJ [Conselho Nacional de Justiça] está em cima de nós, a gente não pode fazer manifestação de natureza política. E olha que não estou falando de natureza partidária e, no entanto, os bolsonaristas estão se manifestando de forma ampla”. 

“Isso acontece de forma gravíssima, também, na polícia e a do Espírito Santo não é uma exceção. Pelo contrário, talvez seja uma das mais aparelhadas. O que acontece com o capitão Sousa é justamente isso, ele coloca um ponto: uma polícia com tantas manifestações pró-Bolsonaro, uma polícia que tem um integrante seu, que vai para a Assembleia Legislativa [deputado Capitão Assumção], usando fardamento de policial militar, fazer discurso de morte, defender Bolsonaro, ninguém nunca usou o regulamento contra ele”, disse o advogado André Moreira. 

Como ressaltei na carta de solidariedade ao Capitão Vinicius Sousa, ele precisa ser amparado por nosso apoio popular na resistência ao fascismo e ao neoliberalismo, que atropelam direitos e esmagam liberdades. Defender e sermos solidários a Vinicius Sousa é acolhermos dele a mais nobre e bela confissão que um servidor público pode fazer ao se reconhecer como membro da classe trabalhadora e do dever de reforçar a luta revolucionária e a emancipação do proletariado.

Vinicius Sousa não é liberal e anarquista nem defende a destruição da disciplina militar e do respeito à hierarquia. Pelo contrário, é reconhecido por sua alta competência nesse campo e por sua humanidade para com seus pares e para com a sociedade capixaba e brasileira, agora, como ele, sob ataques devastadores de nossos direitos.

Respeito ao Capitão de verdade! Honra ao militar policial na sua honra! Justiça  para o Capitão Vinicius Sousa!

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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