páscoa irnonia

Ressurreição: ironia contra a casta sacerdotal e o Estado imperial

A manhã da páscoa ainda se ressente do confronto do conluio entre  a casta sacerdotal e o império romano no juizo falso, imoral, injusto e mentiroso que levou ao assassinato de Jesus, o messias do povo.

A madrugada pascal em Jerusalém é feita da pedra de uma tonelada,  posta pela associação assassina à porta do túmulo para guardar a morte do mártir Jesus. Os soldados, representantes armados da aliança sanguinária, guardam o túmulo.

Mas eis que mulheres e jovens trabalhadores irrompem do escuro de ar pestilento pelo crime estatal e se deparam com o iníco da derrota do poderio imperial: o túmulo aberto, a tonelada de uma pesada rolha em forma de pedra e os soldados dormindo,  desmaiados pelo medo do impacto da nova narrativa pascal, são o novo texto escrito a partir de Jesus e de seus discípulos, agora no iníco da vitória que emerge da ressurreição.

No dizer do frade biblista italiano, Aleberto Maggi, da ordem dos Servos de Maria, “Jesus não morreu por nossos pecados, mas por enfrentar um sistema que se ocupava para explorar os mais pobres” (leia mais).

Acesse o vídeo abaixo com   reflexão contundente sobre a páscoa irônica! 

 

 

 

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