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Segurança que assassinou jovem negro é seguidor de Bolsonaro

Em 2018 um senhor de Manaus contatou comigo com interesse em ingressar na igreja como candidato ao sacerdócio.

Gostei logo quando ele me falou sobre seu currículo como trabalhador responsável pela segurança de uma empresa. Contar com sacerdotes trabalhadores é, para mim, sempre esperançoso. Como padres os trabalhadores teriam a índole natural para se entender com a classe operária, penso.

Porém, que decepção, próximo às eleições o meu candidato postou no perfil do what’s app dele uma propaganda do capitão laranjal Bolsonaro. Falei-lhe que em nossa igreja não poderíamos contar com cristãos e muito menos com padres com essa opção fascista.

Como ele se negou a revisar a posição favorável à desgraça brasileira avisei que não tínhamos interesse na participação dele no sacerdócio e o bloqueei.

Da mesma forma o fiz com um sobrinho caminhoneiro a quem tentei instar a perceber o erro político de apoiar aquele candidato, traidor da pátria e inimigo dos trabalhadores. Como se manteve irredutível o bloqueei no what’s app e no Facebook.

Com a eleição e a posse do miliciano a serviço das máfias nacionais internacionais o que se vê é violência, crimes, abuso de poder e assassinatos se acumulando nesses menos de dois meses de desgraça bolsonariana.

Assim foi o caso do “segurança Davi Ricardo Moreira Amancio, que deu um mata-leão em Pedro Henrique Araujo, de 25 anos, no supermercado Extra na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, é eleitor de Bolsonaro. O caso aconteceu na última quinta-feira (14).

O jovem morreu no hospital depois de uma parada cardíaca.

O segurança foi preso em flagrante, mas deixou a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro na madrugada desta sexta. Ele foi indiciado por homicídio culposo.

A foto do perfil de Davi no Facebook diz: “Sou amapaense e sou Bolsonaro”, informa o DCM.

Uma pergunta não quer calar: por que será que a polícia deixou o assassino de um negro pobre, doente mental e dependente químico ir embora sem prendê-lo? Logo a polícia do Rio de Janeiro, base eleitoral dos milicianos mais perigosos e bandidos do Brasil?

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